Autoras: Leila Posenato Garcia e Gabriela Drummond Marques da Silva
Ano: 2016
O estudo “Doenças Transmissíveis e Situação Socioeconômica no Brasil: Análise Espacial” descreve a distribuição espacial das principais doenças relacionadas à pobreza no país: tuberculose, hanseníase, leishmaniose tegumentar, leishmaniose visceral e malária. De contribuição altamente relevante, mostra mapeamento de municípios que, simultaneamente, concentravam elevada ocorrência de novos casos de doenças relacionadas à pobreza e apresentavam piores indicadores socioeconômicos. Esse trabalho torna-se ferramenta importante para o direcionamento de ações focalizadas e custo-efetivas voltadas à prevenção e ao controle das doenças relacionadas à pobreza no Brasil.

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Autores: Jorge Mattar, Luis Mauricio Cuervo González
Ano: 2016

“Planificación y prospectiva para la construcción de futuro en América Latina y el Caribe” reúne quatro trabalhos da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), publicados pelo Instituto Latinoamericano y del Caribe de Planificación Económica y Social (ILPES), entre 2013 e 2016. O objetivo do trabalho é mostrar a análise dos avanços recentes do planejamento e suas perspectivas de desenvolvimento na América Latina e Caribe.

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Autoras: Leila Posenato Garcia e Gabriela Drummond Marques da Silva
Ano: 2016
O estudo “Doenças Transmissíveis e Situação Socioeconômica no Brasil: Análise Espacial” descreve a distribuição espacial das principais doenças relacionadas à pobreza no país: tuberculose, hanseníase, leishmaniose tegumentar, leishmaniose visceral e malária. De contribuição altamente relevante, mostra mapeamento de municípios que, simultaneamente, concentravam elevada ocorrência de novos casos de doenças relacionadas à pobreza e apresentavam piores indicadores socioeconômicos. Esse trabalho torna-se ferramenta importante para o direcionamento de ações focalizadas e custo-efetivas voltadas à prevenção e ao controle das doenças relacionadas à pobreza no Brasil.

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Autores: Jenny X. Liu, Yevgeniy Goryakin, Akiko Maeda, Tim Bruckner e Richard Scheffler
Ano: 2017
O estudo aponta que, até 2030, a força de trabalho global em saúde aumentará para 80 milhões de trabalhadores, o dobro do índice registrado em 2013, enquanto a oferta de profissionais de saúde deverá atingir a marca de 65 milhões no mesmo período, resultando em uma escassez mundial de 15 milhões de profissionais de saúde. O crescimento da demanda por profissionais de saúde será maior entre os países de renda média e alta, impulsionados pelo crescimento econômico pelo envelhecimento das populações. Os países mais pobres, por sua vez, enfrentarão um crescimento reduzido da procura e da oferta por esses profissionais, ambas em grau muito abaixo do considerado necessário para alcançar cobertura adequada dos serviços de saúde.

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Austeridade Fiscal, Direitos e Saúde

segunda-feira, 19, dezembro , 2016 por

Periódico Cadernos de Saúde Pública veicula espaço temático “Austeridade Fiscal, Direitos e Saúde”, com cinco artigos: “Impactos do novo regime fiscal na Saúde e Educação”, de Pedro Rossi e Esther Dweck; “A saúde pública brasileira num universo “sem mundo”: a austeridade da Proposta de Emenda Constitucional 241/2016″, de Áquilas Nogueira Mendes; “Novo Regime Fiscal e a mitigação dos pisos de custeio da Saúde e Educação”, de Elida Graziane Pinto; “Planos privados de saúde com coberturas restritas: atualização da agenda privatizante no contexto de crise política e econômica no Brasil”, de Ligia Bahia, Mario Scheffer, Mario Dal Poz e Cláudia Travassos; e “A Proposta de Emenda Constitucional 241/2016 e o Sistema Único de Saú de: impactos na pesquisa e na indústria”, de Reinaldo Guimarães.

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Publicado no livro “O Futuro do Desenvolvimento”, editado pela Unicamp, o capítulo elaborado por Carlos Gadelha objetiva contribuir para o debate sobre as possíveis bases para a retomada do desenvolvimento nacional, no que se refere à política industrial. Parte-se de uma percepção do atual estágio da indústria nacional – caracterizado por uma regressão tecnológica e produtiva e perda generalizada de competitividade – e da mudança nos padrões de concorrência no mercado internacional. Ambos os movimentos, por essa visão, se retroalimentam, constituindo um círculo pernicioso para o desenvolvimento do país. Uma política industrial sistêmica e estrutural, orientada pelas grandes demandas da sociedade definidas na arena política, é apontada como uma nova perspectiva política para estabelecer a conexão com um padrão nacional de desenvolvimento voltado ao bem-estar da população brasileira. A articulação entre a academia, o Estado e a sociedade pode ajudar a construir novos paradigmas de política industrial, superando a fragmentação setorial e entre a dinâmica econômica e a social, de modo a fortalecer a retomada do desenvolvimento nacional.

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Fruto de parceria da Organização Pan Americana de Saúde (Opas), a Fiocruz e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o relatório “Regime Fiscal dos Estabelecimentos e Empresas de Planos e Seguros Privados de Saúde” analisa a legislação fiscal, a mensuração dos gastos tributários, as relações com a política fiscal, os impactos sobre a equidade e as relações com a regulação do sistema de saúde.


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Autores: BARROS, E.D. et al. Ano: 2014 O décimo primeiro capítulo da publicação do IPEA, que objetiva o futuro para sugerir políticas públicas para o período 2014 – 2030, explora as possíveis ações regulatórias do trabalho médico, no Brasil.


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Autora: Maria Lucia Teixeira Wernek Vianna

Ano: 2015

A proposta do debate – a viabilidade de um sistema universal de saúde no Brasil – refere-se, suponho, a um sistema público. Óbvio, me responderiam os organizadores caso eu colocasse uma impertinente interrogação na afirmativa enunciada acima. Mas sempre é bom explicitar, porque no Brasil (e não só no Brasil, mas é dele que estamos falando) conjecturar sobre o público sem mencionar sua presumida alteridade – o privado – pode comprometer a análise. O que vale tanto para a saúde como para a educação, a infraestrutura, etc.

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Ajuste econômico e crise estrutural da indústria

segunda-feira, 14, setembro , 2015 por

Autores: Mariana Mazzucato, Caetano Penna, Célio Hiratuka, Cristina Fróes de Borja Reis, Fernando Sarti, Marcelo Arend

Ano: 2015

Série Especial AUSTERIDADE ECONÔMICA E QUESTÃO SOCIAL debate sobre a gestão macroeconômica ortodoxa e seus impactos na interdição da agenda de desenvolvimento e ameaça às conquistas sociais.

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