Como falar dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para crianças? A partir desta quinta-feira (13), os educadores do ensino fundamental de todo o país terão à disposição oito vídeos explicando o que são nove dos 17 ODS. Em cada um dos vídeos, a explicação é apresentada por crianças. Também estará disponível a publicação “Educação para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – Objetivos de Aprendizagem”, sobre os todos os ODS. A ideia é aumentar a conscientização da comunidade escolar sobre a importância da Educação para o Desenvolvimento Sustentável.

Colóquio discute desigualdades sociais

quarta-feira, 12, julho , 2017 por

Que fatores políticos, sociais, econômicos e culturais podem explicar os fluxos globais de concentração ou distribuição de riqueza pelos quais passam os países e as populações? O economista Carlos de Aguiar Medeiros aponta as guerras massivas como pontos de inflexão para transformações sociais. O tema foi debatido dia 7 de julho, durante a 11a sessão do colóquio “Sobre a Guerra”, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), intitulada “Desigualdade social e distribuição da riqueza”. A iniciativa é coordenada pelo professor de Economia José Luís Fiori, colaborador da rede Brasil Saúde Amanhã e autor do capítulo “Ontem, hoje e 2030: tendências do sistema mundial — com ênfase na América do Sul”, que integra o volume “Desenvolvimento, Estado e Políticas de Saúde” do livro “A Saúde no Brasil em 2030: Diretrizes para a Prospecção Estratégica do Sistema de Saúde Brasileiro”.






No próximo dia 10 de julho reúne-se em Nova York o Fórum Político de Alto Nível da ONU para mais uma rodada de discussão sobre a Agenda 2030 e seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), acordados por quase 200 países – entre eles o Brasil. O encontro serve para monitorar e avaliar os avanços do acordo, que em sua declaração oficial afirma que os governos devem alcançar um desenvolvimento “sustentável nas suas três dimensões – econômica, social e ambiental – de forma equilibrada e integrada” até 2030. Há, no entanto, questões de fundo sobre modelo de desenvolvimento que não estão sendo observadas e comprometem o cumprimento da Agenda 2030.






Cooperação internacional

segunda-feira, 03, julho , 2017 por

Uma delegação de especialistas em saúde e genômica da China visitou a Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro, nesta semana, com o objetivo de discutir futuras parcerias entre os dois países. Em sessão especial organizada (27/6) em conjunto pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz) e Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris/Fiocruz), pesquisadores chineses e brasileiros compartilharam suas descobertas científicas sobre os vírus zika e ebola e discutiram possibilidades de colaboração para controlar a re-emergência de outros vírus e antecipar novas epidemias.






Políticas agroambientais na América Latina

terça-feira, 20, junho , 2017 por

Em evento sobre políticas agroambientais na América Latina e Caribe, o representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, enfatizou na terça-feira (13) que a produção de alimentos no futuro depende de modelos sustentáveis de crescimento econômico. Encontro reuniu mais de 70 especialistas em Brasília para debater como o uso de estatísticas pode acelerar a implementação de recomendações da agência da ONU sobre o tema.






Agenda 2030: onde estamos hoje?

segunda-feira, 12, junho , 2017 por

O debate sobre as inter-relações entre desenvolvimento e saúde existe, a rigor, desde que pensadores e formuladores de políticas econômicas e sociais e os médicos passaram a se perguntar sobre os efeitos das más condições de vida da população dos trabalhadores e dos pobres sobre sua saúde e a de suas famílias. Transcorridos mais de 170 anos, o debate continua, se aprofunda e se torna prática política institucional pelas mãos das Nações Unidas, que tiveram que responder aos pedidos de providências dos países pobres para a crítica situação econômico-social em que se encontravam a maioria dos países e populações da terra nos anos 80, fruto amargo da globalização neoliberal no mundo.






Economia e pobreza

segunda-feira, 29, maio , 2017 por

Reunindo análises de mais de 50 instituições internacionais como o Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional (FMI) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), um documento lançado nessa segunda-feira (22) alerta para a necessidade urgente de aumentar os investimentos em longo prazo no desenvolvimento sustentável e enfrentar a vulnerabilidade econômica.






O lançamento do Atlas de Desenvolvimento Humano: Além das Médias, na última quarta-feira dia 10, reuniu representantes do Ipea, do PNUD e da Fundação João Pinheiro para discutir como a desigualdade no país se alterou entre os anos 2000 e 2010. Embora o balanço tenha sido positivo, apontando para a redução da desigualdade, ela ainda persiste. “Os indicadores rurais são muito piores que os indicadores urbanos. E quando a gente olha para sexo e cor, a cor é um conjunto de indicadores pior que o de gênero”, observa o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Marco Aurélio Costa.






Ascensão, queda e ressurreição dos INCTs

segunda-feira, 15, maio , 2017 por

Os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia foram criados há cerca de dez anos, visando fortalecer essas áreas essenciais para o desenvolvimento econômico e social do país. O edital 15/2008 do CNPq, que criou o programa INCT, adotou inovações financeiras, gerenciais e organizacionais: 1 estruturado em rede virtual de laboratórios líderes no Brasil e no exterior; 2 destinado a grupos liderados por pesquisadores nível I do CNPq; 3­ focado em temas de interesse nacional ou áreas prioritárias para determinados Estados; 4­ financiado por um pool de recursos do CNPq, Capes, fundações estaduais de amparo à pesquisa (FAPs) e Ministérios atuantes em áreas específicas (saúde, energia, meio ambiente, agricultura); 5­ gestão, monitoria e avaliação via comitê gestor central e comitês gestores em cada INCT.






Cipriano Maia, presidente do congresso, abriu a sessão de encerramento com os números finais. Foram 1988 inscritos e 201 convidados, totalizando 2.200 pessoas, incluindo profissionais de imprensa e de apoio, configurando o maior edição já realizada pela Comissão de Política, Planejamento e Gestão (CPPG/Abrasco).






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