Os desafios dos setores progressistas da sociedade brasileira frente a um projeto de governo que chegou ao limite e de uma frente conservadora que não se restringirá às regras democráticas para chegar ao poder: foram essas algumas das discussões do segundo dia do seminário Futuros do Brasil: Crise atual e alternativas de longo prazo, que aconteceu dia 12 de abrilno Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB-RJ). Organizado pelo Centro de Estudos Estratégicos (CEE) da Fiocruz, o evento reuniu sociólogos, cientistas políticos e ativistas.

Qual o papel que o Estado deve desempenhar em prol do desenvolvimento? A análise do próprio Estado, especificamente suas capacidades para definir objetivos coletivos e implementá-los, foi o tema da publicação Capacidades Estatais em Países Emergentes: O Brasil em Perspectiva Comparada. A discussão central da obra relaciona-se com as capacidades que o Estado deve possuir para exercer um papel positivo nos processos de desenvolvimento, além de apresentar quais as caraterísticas necessárias para que o Estado consiga ter uma relação positiva com os agentes privados e, dessa forma, agir de maneira mais efetiva.






Uma análise política da Saúde

segunda-feira, 28, dezembro , 2015 por

Quais as perspectivas para o futuro da Saúde no Brasil no horizonte dos próximos 20 anos? Como mobilizar a sociedade pelo Sistema Único de Saúde (SUS)? As questões são abordadas pelo coordenador executivo da rede Brasil Saúde Amanhã, o pesquisador José Carvalho de Noronha, em entrevista concedida ao Observatório de Análise Política em Saúde (OAPS). Além de apresentar um retrospecto do trabalho desenvolvido pela rede Brasil Saúde Amanhã, Noronha adianta os próximos passos da iniciativa.






Em 2060, o Brasil abrigará 58,4 milhões de idosos – 26,7% do total da população. Este cenário, indicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), traz desafios diretos para o setor Saúde, especialmente para a atenção ortopédica e cardiovascular, devido ao aumento do número de quedas. A partir dessas tendências, pesquisadores da rede Brasil Saúde Amanhã discutiram no dia 15 de dezembro, o futuro do Complexo Econômico e Industrial da Saúde (CEIS) e os caminhos para a inovação no país, com ênfase no desenvolvimento e na produção de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME).






“Olhar para o futuro é ter um programa de ação no presente”. Com a máxima de Antonio Gramsci, contida em “Cadernos do Cárcere”, o pesquisador da Fiocruz José Carvalho de Noronha, coordenador executivo da rede Brasil Saúde Amanhã, deu início à reunião técnica do projeto para definição do plano de trabalho para o biênio 2016-2017, na última quinta-feira, 12 de novembro. Com a presença de pesquisadores da Fiocruz, do Ipea, das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), de São Paulo (USP), o evento foi marcado pela assinatura de Protocolo de Intenções entre Fiocruz e Ipea.






O segundo dia (18/9) do seminário Brasil Saúde Amanhã: horizontes para os próximos 20 anos, que teve início na no último dia 17 de setembro, contou com dois paineis de debate: Desenvolvimento, Políticas Sociais e Saúde, que ocorreu na parte da manhã, e Cenários Epidemiológicos, Territórios e Força de Trabalho em Saúde, à tarde.






Discutir os possíveis cenários para o setor Saúde a médio e longo prazo no país é o desafio do seminário Brasil Saúde Amanhã: horizontes para os próximos 20 anos, realizado entre os dias 17 e 18 de setembro, no campus da Fundação Oswaldo Cruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro. O reuniu os pesquisadores que compõem o grupo multidisciplinar de pesquisa da rede Brasil Saúde Amanhã, resultado da parceria da Fiocruz com a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), o Ministério da Saúde e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).






Qual o futuro do sistema de saúde brasileiro? Esta é a pergunta norteadora da rede Brasil Saúde Amanhã, grupo de pesquisa que investiga e propõe caminhos no horizonte dos próximos 20 anos. Em setembro, os pesquisadores envolvidos no projeto estarão reunidos no campus da Fiocruz para apresentar os resultados mais recentes do estudo e discutir como políticas públicas implementadas no presente podem impactar positivamente a Saúde em médio e longo prazo. O seminário Brasil Saúde Amanhã: horizontes para os próximos 20 anos será realizado dias 17 e 18, com transmissão on-line em tempo real.






“Inovações para reduzir as iniquidades em saúde: a experiência da Índia com o setor privado” foi o tema da conferência realizada pelo pesquisador e professor da Universidade de Nova Délhi, Venkat Raman, na última sexta-feira, 14 de novembro, Fiocruz. Primeiro evento aberto ao público do recém-criado Centro de Estudos Estratégicos (CEE/Fiocruz), a conferência integrou uma oficina de trabalho sobre os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).






No dia 13 de novembro, o projeto Brasil Saúde Amanhã deu mais um passo em direção à orientação de políticas públicas na área de saúde, com a realização da oficina de trabalho Desafios Metodológicos nas Estimativas da Força de Trabalho de Médicos Especialistas em Cenários de Longo Prazo. O encontro reuniu pesquisadores da rede de conhecimento que compõe o projeto. Saiba como foi a oficina.






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