O mito do déficit da Previdência

segunda-feira, 08, agosto , 2016 por

Em artigo publicado no portal do Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz, o professor da Unicamp e coordenador da rede Plataforma Política Social, Eduardo Fagnani, discute questões relacionadas ao défcit da previdência. Segundo o economista, “o que se insiste em chamar de déficit da Previdência nada mais é do que a parte que cabe ao Estado, que não se contabiliza”. Confira a íntegra do texto.

O Brasil vem experimentando importantes transformações em seus componentes demográficos, como a queda nas taxas de natalidade e o envelhecimento da população, fatores que desafiam as políticas públicas em Saúde. Essas mudanças, entretanto, não ocorrem de forma homogênea em todo o país. A complexidade faz com que a rede Brasil Saúde Amanhã se debruce, com frequência, sobre a questão territorial em seus estudos prospectivos de futuro. O enfoque ganhou destaque no segundo painel do seminário “Iniciativas em Prospecção Estratégica Governamental no Brasil”, que contou com a participação de pesquisadores da Fiocruz, do IBGE e do Ipea.






A formulação de políticas e programas que promovam a ampliação da qualidade e do acesso às redes de saúde depende não apenas do entendimento dos desafios atuais, como também da antecipação de questões futuras. Para reforçar internamente, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e setorialmente, na Saúde, a ideia de planejamento em médio e longo prazo, a rede Brasil Saúde Amanhã promoveu no dia 27 de julho o seminário “Iniciativas em Prospecção Estratégica Governamental no Brasil”.






O crack sob uma perspectiva de saúde pública

segunda-feira, 01, agosto , 2016 por

Os motivos que levam ao uso do crack, a voz do usuário, o debate proibição versus legalização, a abordagem do problema em outros países, caminhos para recuperação e possíveis soluções são temas em destaque no documentário Crack, repensar (25min), produzido pelo Selo Fiocruz Vídeo/VídeoSaúde Distribuidora, lançado em 29 de julho na sede do Viva Rio.






A Organização Mundial da Saúde (OMS) sinalizou os quatro principais desafios para resposta global ao HIV com a comunidade internacional, que se reuniu entre os dias 18 a 22 de julho em Durban, África do Sul, para a Conferência Internacional sobre Aids. A organização destaca a necessidade de renovar a atenção para a prevenção do HIV, bem como manter a dinâmica na ampliação do acesso ao tratamento.






Carta de Conjuntura analisa economia mundial

segunda-feira, 18, julho , 2016 por

Desenvolvida pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), trabalho analisa a evolução, nos últimos meses, das principais economias mundiais, como Estados Unidos, China, União Europeia e Reino Unido, e aponta as tendências para os próximos meses. A seção já está disponível no Blog de Conjuntura: http://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/ .






Em artigo publicado no portal da CEPAL, Alicia Bárcena, Secretária Executiva da entidade, e Carlos de Miguel, Chefe da Unidade de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável da Divisão de Desenvolvimento Sustentável e Assentamentos Humanos, aprofundam o debate sobre o tema no contexto das Americas.






A América Latina e o Caribe têm hoje uma oportunidade histórica para mudar seu estilo de desenvolvimento e reduzir os desequilíbrios econômicos, sociais e ambientais que impactam seus habitantes. Para isso é necessário uma mudança estrutural progressiva com um grande impulso ambiental que promovam um desenvolvimento baseado na igualdade e na sustentabilidade. Esta é a proposta da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) para o ano 2030.






A destituição de uma Constituição

terça-feira, 28, junho , 2016 por

Enquanto na Europa discutem-se políticas de aumento de salário mínimo e nos Estados Unidos o presidente Barak Obama ensaia uma ampliação do acesso aos serviços de saúde, no Brasil, apesar de todas as suas desigualdades, colocam-se propostas de privatização e fragmentação do SUS. A crítica do economista Luiz Gonzaga Belluzzo, professor das Faculdades de Campinas (Facamp), está nesta entrevista exclusiva que concedeu à pesquisa Região e Redes.






Os brasileiros estão, cada vez mais, apostando em tratamentos à base de plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos: entre 2013 e 2015 a busca por esses produtos no Sistema Único de Saúde (SUS) mais que dobrou, crescendo 161%. Há três anos, cerca de 6 mil pessoas procuraram alguma farmácia de atenção básica para receber os insumos; no ano passado essa procura passou para quase 16 mil pessoas. A iniciativa, criada pelo Ministério da Saúde para garantir o acesso seguro e uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos no país, já está presente em cerca de 3.250 unidades de 930 municípios brasileiros.






Página 6 de 8
TOP