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Publicado no livro “O Futuro do Desenvolvimento”, editado pela Unicamp, o capítulo elaborado por Carlos Gadelha objetiva contribuir para o debate sobre as possíveis bases para a retomada do desenvolvimento nacional, no que se refere à política industrial. Parte-se de uma percepção do atual estágio da indústria nacional – caracterizado por uma regressão tecnológica e produtiva e perda generalizada de competitividade – e da mudança nos padrões de concorrência no mercado internacional. Ambos os movimentos, por essa visão, se retroalimentam, constituindo um círculo pernicioso para o desenvolvimento do país. Uma política industrial sistêmica e estrutural, orientada pelas grandes demandas da sociedade definidas na arena política, é apontada como uma nova perspectiva política para estabelecer a conexão com um padrão nacional de desenvolvimento voltado ao bem-estar da população brasileira. A articulação entre a academia, o Estado e a sociedade pode ajudar a construir novos paradigmas de política industrial, superando a fragmentação setorial e entre a dinâmica econômica e a social, de modo a fortalecer a retomada do desenvolvimento nacional.

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Autora: Maria Lucia Teixeira Wernek Vianna

Ano: 2015

A proposta do debate – a viabilidade de um sistema universal de saúde no Brasil – refere-se, suponho, a um sistema público. Óbvio, me responderiam os organizadores caso eu colocasse uma impertinente interrogação na afirmativa enunciada acima. Mas sempre é bom explicitar, porque no Brasil (e não só no Brasil, mas é dele que estamos falando) conjecturar sobre o público sem mencionar sua presumida alteridade – o privado – pode comprometer a análise. O que vale tanto para a saúde como para a educação, a infraestrutura, etc.

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Autor: Guilherme Mendes Resende (editor)

Ano: 2014

Ipea

O livro reúne análises de dados originais sobre algumas políticas públicas e seus impactos nas desigualdades regionais. A abordagem une o campo do “desenvolvimento regional” e a área de “avaliação de políticas públicas”. Aponta a persistência do padrão de concentração regional na alocação dos recursos e afirma que o tema do desenvolvimento regional permanece sendo tratado de modo tangencial nas estratégias do Estado brasileiro. Outra constatação é a necessidade de uma maior reflexão que ampare a transição para um novo paradigma da política regional.

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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégico

Ano: 2014

Em 2000, líderes mundiais se uniram para estabelecer uma agenda global de compromissos mínimos pela promoção da dignidade humana e combate a inimigos históricos da humanidade. O Brasil, alcançou ótimos resultados em termos de desenvolvimento humano e tem se tornado um exemplo para o mundo com suas políticas sociais consideradas extraordinárias e inovadoras. Esses avanços sociais expressivos se refletem no alcance e até mesmo na superação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

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