Publicado no livro “O Futuro do Desenvolvimento”, editado pela Unicamp, o capítulo elaborado por Carlos Gadelha objetiva contribuir para o debate sobre as possíveis bases para a retomada do desenvolvimento nacional, no que se refere à política industrial. Parte-se de uma percepção do atual estágio da indústria nacional – caracterizado por uma regressão tecnológica e produtiva e perda generalizada de competitividade – e da mudança nos padrões de concorrência no mercado internacional. Ambos os movimentos, por essa visão, se retroalimentam, constituindo um círculo pernicioso para o desenvolvimento do país. Uma política industrial sistêmica e estrutural, orientada pelas grandes demandas da sociedade definidas na arena política, é apontada como uma nova perspectiva política para estabelecer a conexão com um padrão nacional de desenvolvimento voltado ao bem-estar da população brasileira. A articulação entre a academia, o Estado e a sociedade pode ajudar a construir novos paradigmas de política industrial, superando a fragmentação setorial e entre a dinâmica econômica e a social, de modo a fortalecer a retomada do desenvolvimento nacional.

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Fruto de parceria da Organização Pan Americana de Saúde (Opas), a Fiocruz e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o relatório “Regime Fiscal dos Estabelecimentos e Empresas de Planos e Seguros Privados de Saúde” analisa a legislação fiscal, a mensuração dos gastos tributários, as relações com a política fiscal, os impactos sobre a equidade e as relações com a regulação do sistema de saúde.


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Autores: BARROS, E.D. et al. Ano: 2014 O décimo primeiro capítulo da publicação do IPEA, que objetiva o futuro para sugerir políticas públicas para o período 2014 – 2030, explora as possíveis ações regulatórias do trabalho médico, no Brasil.


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Autora: Maria Lucia Teixeira Wernek Vianna

Ano: 2015

A proposta do debate – a viabilidade de um sistema universal de saúde no Brasil – refere-se, suponho, a um sistema público. Óbvio, me responderiam os organizadores caso eu colocasse uma impertinente interrogação na afirmativa enunciada acima. Mas sempre é bom explicitar, porque no Brasil (e não só no Brasil, mas é dele que estamos falando) conjecturar sobre o público sem mencionar sua presumida alteridade – o privado – pode comprometer a análise. O que vale tanto para a saúde como para a educação, a infraestrutura, etc.

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Ajuste econômico e crise estrutural da indústria

segunda-feira, 14, setembro , 2015 por

Autores: Mariana Mazzucato, Caetano Penna, Célio Hiratuka, Cristina Fróes de Borja Reis, Fernando Sarti, Marcelo Arend

Ano: 2015

Série Especial AUSTERIDADE ECONÔMICA E QUESTÃO SOCIAL debate sobre a gestão macroeconômica ortodoxa e seus impactos na interdição da agenda de desenvolvimento e ameaça às conquistas sociais.

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Autora: Rosa Maria Marques

Ano: 2015

O documento chamado de “Agenda Brasil”, apresentado pelo presidente do Senado à presidente Dilma Roussef, no dia 10 de agosto de 2015, com o intuito de introduzir uma agenda positiva em meio à grave crise política que vive o país, contempla várias temas que afetam diretamente o SUS, a Previdência e outras políticas sociais. Ele também se refere a outras importantes questões, mas, neste espaço, trataremos apenas daquelas que atingem especialmente as políticas sociais.

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Autor: Mário C. Scheffer and Mario R. Dal Poz

Ano: 2015

Like other countries, Brazil is struggling with issues related to public policies designed to influence the distribution, establishment, supply and education of doctors.While the number of undergraduate medical schools and places available on medical schools has risen, the increase in the number of doctors in Brazil in recent decades has not benefitted the population homogeneously.The government has expanded the medical schools at the country’s federal universities, while providing incentives for the creation of new undergraduate courses at private establishments. This article examines the trends and challenges of the privatization of medical education in Brazil.

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Autor: Guilherme Mendes Resende (editor)

Ano: 2014

Ipea

O livro reúne análises de dados originais sobre algumas políticas públicas e seus impactos nas desigualdades regionais. A abordagem une o campo do “desenvolvimento regional” e a área de “avaliação de políticas públicas”. Aponta a persistência do padrão de concentração regional na alocação dos recursos e afirma que o tema do desenvolvimento regional permanece sendo tratado de modo tangencial nas estratégias do Estado brasileiro. Outra constatação é a necessidade de uma maior reflexão que ampare a transição para um novo paradigma da política regional.

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Autor: AFONSO, JRR.

Ano: 2014

O recurso às estatísticas tributárias, particularmente as declarações de imposto de renda das pessoas físicas, para apurar a real distribuição de renda e riqueza em economias avançadas e algumas emergentes, imprimiu uma característica singular às pesquisas lideradas pelo economista francês Thomas Piketty, que culminaram na publicação de seu livro, Capital in the Twenty-First Century. Piketty e seu parceiro, o argentino Facundo Alvaredo, pretenderam incluir o Brasil na pesquisa. Entretanto, não tiveram acesso aos dados fiscais necessários.

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Organização Mundial de Saúde (OMS)

Ano: 2014

Apesar dos suicídios serem considerados previsíveis, a cada 40 segundos­ uma pessoa morre dessa forma, em algum lugar do mundo, e muitos outros tentam praticá-lo. Além disso, representam a segunda maior causa global de morte entre os jovens de 15 a 29 anos e se caracterizam como um problema de saúde pública em diversos países, com distintos graus de desenvolvimento. Portanto, é indiscutível a importância do tema. Essa é a primeira publicação da Organização Mundial de Saúde sobre o assunto e o objetivo é o de propiciar ações de caráter imediato.

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