Autoras: Leila Posenato Garcia e Gabriela Drummond Marques da Silva
Ano: 2016
O estudo “Doenças Transmissíveis e Situação Socioeconômica no Brasil: Análise Espacial” descreve a distribuição espacial das principais doenças relacionadas à pobreza no país: tuberculose, hanseníase, leishmaniose tegumentar, leishmaniose visceral e malária. De contribuição altamente relevante, mostra mapeamento de municípios que, simultaneamente, concentravam elevada ocorrência de novos casos de doenças relacionadas à pobreza e apresentavam piores indicadores socioeconômicos. Esse trabalho torna-se ferramenta importante para o direcionamento de ações focalizadas e custo-efetivas voltadas à prevenção e ao controle das doenças relacionadas à pobreza no Brasil.

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Autores: Jenny X. Liu, Yevgeniy Goryakin, Akiko Maeda, Tim Bruckner e Richard Scheffler
Ano: 2017
O estudo aponta que, até 2030, a força de trabalho global em saúde aumentará para 80 milhões de trabalhadores, o dobro do índice registrado em 2013, enquanto a oferta de profissionais de saúde deverá atingir a marca de 65 milhões no mesmo período, resultando em uma escassez mundial de 15 milhões de profissionais de saúde. O crescimento da demanda por profissionais de saúde será maior entre os países de renda média e alta, impulsionados pelo crescimento econômico pelo envelhecimento das populações. Os países mais pobres, por sua vez, enfrentarão um crescimento reduzido da procura e da oferta por esses profissionais, ambas em grau muito abaixo do considerado necessário para alcançar cobertura adequada dos serviços de saúde.

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Austeridade Fiscal, Direitos e Saúde

segunda-feira, 19, dezembro , 2016 por

Periódico Cadernos de Saúde Pública veicula espaço temático “Austeridade Fiscal, Direitos e Saúde”, com cinco artigos: “Impactos do novo regime fiscal na Saúde e Educação”, de Pedro Rossi e Esther Dweck; “A saúde pública brasileira num universo “sem mundo”: a austeridade da Proposta de Emenda Constitucional 241/2016″, de Áquilas Nogueira Mendes; “Novo Regime Fiscal e a mitigação dos pisos de custeio da Saúde e Educação”, de Elida Graziane Pinto; “Planos privados de saúde com coberturas restritas: atualização da agenda privatizante no contexto de crise política e econômica no Brasil”, de Ligia Bahia, Mario Scheffer, Mario Dal Poz e Cláudia Travassos; e “A Proposta de Emenda Constitucional 241/2016 e o Sistema Único de Saú de: impactos na pesquisa e na indústria”, de Reinaldo Guimarães.

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Publicado no livro “O Futuro do Desenvolvimento”, editado pela Unicamp, o capítulo elaborado por Carlos Gadelha objetiva contribuir para o debate sobre as possíveis bases para a retomada do desenvolvimento nacional, no que se refere à política industrial. Parte-se de uma percepção do atual estágio da indústria nacional – caracterizado por uma regressão tecnológica e produtiva e perda generalizada de competitividade – e da mudança nos padrões de concorrência no mercado internacional. Ambos os movimentos, por essa visão, se retroalimentam, constituindo um círculo pernicioso para o desenvolvimento do país. Uma política industrial sistêmica e estrutural, orientada pelas grandes demandas da sociedade definidas na arena política, é apontada como uma nova perspectiva política para estabelecer a conexão com um padrão nacional de desenvolvimento voltado ao bem-estar da população brasileira. A articulação entre a academia, o Estado e a sociedade pode ajudar a construir novos paradigmas de política industrial, superando a fragmentação setorial e entre a dinâmica econômica e a social, de modo a fortalecer a retomada do desenvolvimento nacional.

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Fruto de parceria da Organização Pan Americana de Saúde (Opas), a Fiocruz e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o relatório “Regime Fiscal dos Estabelecimentos e Empresas de Planos e Seguros Privados de Saúde” analisa a legislação fiscal, a mensuração dos gastos tributários, as relações com a política fiscal, os impactos sobre a equidade e as relações com a regulação do sistema de saúde.


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Autores: BARROS, E.D. et al. Ano: 2014 O décimo primeiro capítulo da publicação do IPEA, que objetiva o futuro para sugerir políticas públicas para o período 2014 – 2030, explora as possíveis ações regulatórias do trabalho médico, no Brasil.


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Autora: Maria Lucia Teixeira Wernek Vianna

Ano: 2015

A proposta do debate – a viabilidade de um sistema universal de saúde no Brasil – refere-se, suponho, a um sistema público. Óbvio, me responderiam os organizadores caso eu colocasse uma impertinente interrogação na afirmativa enunciada acima. Mas sempre é bom explicitar, porque no Brasil (e não só no Brasil, mas é dele que estamos falando) conjecturar sobre o público sem mencionar sua presumida alteridade – o privado – pode comprometer a análise. O que vale tanto para a saúde como para a educação, a infraestrutura, etc.

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Ajuste econômico e crise estrutural da indústria

segunda-feira, 14, setembro , 2015 por

Autores: Mariana Mazzucato, Caetano Penna, Célio Hiratuka, Cristina Fróes de Borja Reis, Fernando Sarti, Marcelo Arend

Ano: 2015

Série Especial AUSTERIDADE ECONÔMICA E QUESTÃO SOCIAL debate sobre a gestão macroeconômica ortodoxa e seus impactos na interdição da agenda de desenvolvimento e ameaça às conquistas sociais.

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Autora: Rosa Maria Marques

Ano: 2015

O documento chamado de “Agenda Brasil”, apresentado pelo presidente do Senado à presidente Dilma Roussef, no dia 10 de agosto de 2015, com o intuito de introduzir uma agenda positiva em meio à grave crise política que vive o país, contempla várias temas que afetam diretamente o SUS, a Previdência e outras políticas sociais. Ele também se refere a outras importantes questões, mas, neste espaço, trataremos apenas daquelas que atingem especialmente as políticas sociais.

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Autor: Mário C. Scheffer and Mario R. Dal Poz

Ano: 2015

Like other countries, Brazil is struggling with issues related to public policies designed to influence the distribution, establishment, supply and education of doctors.While the number of undergraduate medical schools and places available on medical schools has risen, the increase in the number of doctors in Brazil in recent decades has not benefitted the population homogeneously.The government has expanded the medical schools at the country’s federal universities, while providing incentives for the creation of new undergraduate courses at private establishments. This article examines the trends and challenges of the privatization of medical education in Brazil.

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