Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES, vivenciou distintos momentos do País enquanto economista, professor, intelectual e cidadão brasileiro. Nessa entrevista à revista da Abifina ele comenta essas diferentes perspectivas e aponta o que falta para o Brasil ter um projeto de Estado que atravesse governos e pavimente o caminho para o desenvolvimento de longo prazo. Para ele, o Brasil precisa, antes de tudo, discutir o que quer para o futuro e ultrapassar um complexo momento de desconstrução da identidade nacional.

A chave territorial do desenvolvimento

segunda-feira, 23, fevereiro , 2015 por

Neste artigo, o doutor em Economia Aplicada pela Unicamp, Antonio Carlos F. Galvão, aponta que não há debate mais urgente para o segundo estágio do projeto de desenvolvimento em curso no País que o de rever e discutir o significado e o papel do território nas políticas públicas nacionais. Segundo ele, no último período, reuniram-se condições excepcionais para que o território emerja como uma referência decisiva para a reorganização do planejamento e das políticas públicas.

Nesta semana publicamos o último resumo de artigo que integra o primeiro volume do livro “A Saúde no Brasil em 2030 – Diretrizes para a Prospecção Estratégica do Sistema de Saúde Brasileiro”. O artigo “Saúde, política externa e cooperação sul-sul em saúde no Brasil” propõe uma reflexão sobre as mudanças na política externa brasileira dos últimos tempos. Para Almeida (2013) esse mecanismo, ao aumentar a abrangência da cooperação internacional, ajudou o Brasil em sua inserção no sistema mundial. Saiba mais e acesse o artigo completo!

A 4ª Reunião de Ministros da Saúde dos países BRICS teve como principais temas, o acesso aos medicamentos de combate à tuberculose nos países BRICS, o enfrentamento à má nutrição e o intercambio de lições aprendidas em relação às ações de prevenção ao ebola e a AIDS. Os países BRICS assinaram um documento que reflete preocupação com saúde global e que prevê a cons-trução de uma proposta para o acesso universal aos medicamentos de primeira linha para pacientes com tuberculose dos países do BRICS e de baixa renda.

Esta semana divulgamos mais um resumo de artigo do livro “A Saúde no Brasil em 2030 – Diretrizes para a Prospecção Estratégica do Sistema de Saúde Brasileiro”. Neste texto, que integra o volume “Desenvolvimento, Estado e Políticas Públicas” e aborda a gestão pública, Carneiro e Menicucci (2013) explicam que “sob essa rubrica se colocam diferentes enfoques e preocupações, desde uma perspectiva mais ampla de entender o formato da relação Estado-sociedade e os mecanismos de definição dos objetivos do governo, até preocupações mais instrumentais”.

Seguindo a série que começamos a publicar em novembro, trazemos esta semana mais um resumo de artigo que integra o livro “A Saúde no Brasil em 2030″. No texto, intitulado “A saúde na política nacional de desenvolvimento: um novo olhar sobre os desafios da saúde”, Gadelha e Costa (2013) identificam e avaliam a conexão entre a saúde e o desenvolvimento levando em conta que a saúde impacta tanto o crescimento econômico quanto as condições de vida da população. Confi-ra.

“Inovações para reduzir as iniquidades em saúde: a experiência da Índia com o setor privado” foi o tema da conferência realizada pelo pesquisador e professor da Universidade de Nova Délhi, Ven-kat Raman, na última sexta-feira, 14 de novembro, Fiocruz. Primeiro evento aberto ao público do recém-criado Centro de Estudos Estratégicos (CEE/Fiocruz), a conferência integrou uma oficina de trabalho sobre os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Neste artigo, o doutor em saúde coletiva e consultor da Unasul Carlos Octávio Ocké-Reis aponta que para viabilizar um projeto de capitalismo de Estado, que promova crescimento com desconcentração de renda, riqueza e poder, é necessário se debruçar sobre questões relacionadas à soberania, ao desenvolvimento, à inovação tecnológica, ao modelo de proteção social e à sustentabilidade ambiental.

Qual desenvolvimento teremos a partir de 2015?

segunda-feira, 20, outubro , 2014 por

A reportagem analisa a agenda pós 2015 e aponta que, se por um lado os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável foram importantes para elevar e legitimar internacionalmente a importância do combate à pobreza, em um período marcado pelo evidente fracasso do decálogo de recomendações e condicionalidades do Consenso de Washington, por outro são inúmeras as críticas relacionadas ao seu processo de construção e resultados.

O seminário “Estado, Desenvolvimento e Inovação” acontece dia 25/11 e pretende debater o papel do Estado e das empresas no processo de desenvolvimento via inovações. Um dos temas será a importância das parcerias público-privadas nos processos de desenvolvimento via inovação. Serão analisadas políticas públicas deste tipo de vários países. Também haverá discussão sobre os fundamentos econômicos que justificam este tipo de política de Estado, no contexto das novas realidades do desenvolvimento mundial.

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