Efeitos de longo prazo

segunda-feira, 17, julho , 2017 por

Impactos da crise econômica e da austeridade fiscal sobre a Saúde serão discutidos no X Congresso Brasileiro de Epidemiologia.

Saúde sem dívida e sem mercado

segunda-feira, 10, julho , 2017 por

Especialistas debatem efeitos de longo prazo da EC 95 sobre o financiamento da Saúde

Segundo a OMS, compra de medicamentos representa uma das principais fontes de despesa para sistemas públicos de saúde.

Centro de Estudos da Ensp discutiu mudanças relativas aos mecanismos de transferência de recursos pelo Ministério da Saúde

Pedro Rossi: ‘O discurso neoliberal de que precisamos cortar gastos e esperar que as coisas melhorem está fadado ao fracasso’. A Emenda Constitucional 55 (EC 55) sustenta-se sobre fábulas e mitos – como a farra do gasto público, a insolvência do Estado e a contração fiscal expansionista –, e sustenta-se em diagnóstico equivocado de que o

Crescimento da economia requer gasto público

segunda-feira, 20, fevereiro , 2017 por

“Todas as economias, quando crescem, aumentam o gasto público”. A análise é do o professor Carlos Pinkusfeld Bastos, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que participou do seminário Desenvolvimento, Espaço Fiscal e Financiamento Setorial, em dezembro de 2016, ao lado dos também economistas Daniel Conceição, da UFRJ, Sulamis Dain, das Faculdades de Campinas (FACAMP), e Pedro Rossi, da Universidade de Campinas (Unicamp). O encontro foi promovido pela rede Brasil Saúde Amanhã e pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE), que transcreveu a palestra de Bastos.

O desenvolvimento de políticas de longo prazo para a Saúde e para a Educação será inviabilizado pela Emenda Constitucional 55 (EC 55), por esta representar um engessamento – também de longo prazo – no orçamento federal e, portanto, nos investimentos para essas áreas. A análise é da professora Sulamis Dain, do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que participou, em dezembro de 2016, do seminário “Desenvolvimento, Espaço Fiscal e Financiamento Setorial”, realizado pela rede Brasil Saúde Amanhã, em parceria com o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE/Fiocruz). Também participaram do evento os economistas Daniel Conceição e Carlos Pinkusfeld Bastos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Pedro Rossi, da Universidade de Campinas (Unicamp). Leia a transcrição da palestra de Sulamis Dain.

A crise fiscal e o endividamento “insustentável” que vêm assombrando o país são, na verdade, “invenções” para desequilibrar a economia, em prejuízo dos gastos sociais. A análise é do economista Daniel Conceição, professor da UFRJ. Ao lado de Carlos Pinkusfeld Bastos, também da UFRJ, Sulamis Dain, da UERJ, e Pedro Rossi, da Unicamp, Conceição participou do seminário “Desenvolvimento, Espaço Fiscal e Financiamento Setorial”, realizado em 16 de dezembro de 2016 pela rede Brasil Saúde Amanhã, em parceria com o CEE-Fiocruz. Confira a transcrição da palestra de Daniel Conceição.

Temporão: Tempos sombrios para a saúde pública

segunda-feira, 16, janeiro , 2017 por

A emenda constitucional que impõe limites rígidos nos gastos públicos para os próximos 20 anos pode ser analisada de múltiplas perspectivas: econômica, política, de seu impacto nas políticas sociais e nas condições de vida da maioria da população, entre outros. Na realidade, ela expressa uma série de valores e de visões de mundo que se contrapõe radicalmente ao que Sérgio Arouca, utilizando um conceito de Norbert Elias, denominava de Processo Civilizatório, quando o Brasil abraçou nos anos 1980 o desafio de construir um sistema de saúde universal nos trópicos.

Perspectivas para o Brasil, a Economia e a Saúde

segunda-feira, 19, dezembro , 2016 por

Os mitos da insustentabilidade da dívida pública brasileira, da contração fiscal expansionista, da insolvência do Estado e da “farra” do gasto público, entre outras falsas premissas econômicas que vigoram, hoje, no Brasil, foram descontruídos por especialistas de diferentes instituições, reunidos na última sexta-feira, 16 de dezembro, no seminário “Desenvolvimento, Espaço Fiscal e Financiamento Setorial”, promovido pela rede Brasil Saúde Amanhã em parceria com o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE).

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