“Para um médico clínico, o importante é o paciente à sua frente. Para o diretor do hospital , o importante é a qualidade dos serviços e também a lista de espera que se acumula. Para o gerente, o pesadelo é como ajustar o orçamento à demanda saturada por serviços. Ninguém parece se importar com as necessidades não atendidas”. A análise é do chefe do departamento de Planejamento e Economia da Saúde da Escola Nacional de Saúde da Espanha (Instituto de Salud Carlos III), José Ramón Repullo Labrador. Confora a entrevista completa.

Cada vez mais brasileiras estão esperando chegar até os 30 anos ou mais para ter o primeiro filho, principalmente as que possuem mais anos de estudo. A conclusão é do estudo “Saúde Brasil”, que aponta tendências em áreas como taxa de natalidade e fecundidade, mortalidade, surtos, epidemias e doenças. Segundo a pesquisa, o percentual de mães na faixa etária de 30 anos cresceu na última década, passando de 22,5% em 2000 para 30,2% em 2012.






Retratar a situação de saúde e das doenças transmissíveis relacionadas à pobreza dos brasileiros. Este é o objetivo da 10ª edição do livro Saúde Brasil 2013, lançada pelo secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, em 29/10, durante a abertura da 14ª Expoepi. A nova edição do ‘Saúde Brasil’ traz uma análise sobre a situação de saúde dos brasileiros. A cada ano o livro aborda uma temática específica. Este ano, a maior parte dos capítulos estão associados à questão da saúde e a pobreza no Brasil.






Para o economista Marcio Pochmann, transformações demográficas, como o envelhecimento e aumento da expectativa de vida população, impõem novos desafios à prestação de serviços públicos de saúde aos brasileiros. Como resposta, ele aponta a necessidade de aprofundamento da integração entre as três esferas de governo – União, estados e municípios – no âmbito do Sistema Único de Saúde, bem como a articulação com políticas industriais, de trabalho, transporte e educação.






O suicídio de índios no Brasil chega a ser seis vezes maior do que a taxa nacional e preocupa especialistas. Dados do Mapa da Violência, do Ministério da Saúde, mostram que, enquanto o índice geral no Brasil é de 5,3 suicídios por 100 mil habitantes, a incidência sobe para acima de 30 em alguns municípios com população indígena. Na região Norte, os suicídios passaram de 390 em 2002 para 693 em 2012: aumento de 77,7%.






Neste artigo, o doutor em saúde coletiva e consultor da Unasul Carlos Octávio Ocké-Reis aponta que para viabilizar um projeto de capitalismo de Estado, que promova crescimento com desconcentração de renda, riqueza e poder, é necessário se debruçar sobre questões relacionadas à soberania, ao desenvolvimento, à inovação tecnológica, ao modelo de proteção social e à sustentabilidade ambiental.






Não é uma falácia quando se afirma que os conflitos ambientais e sociais no campo, nas florestas e cidades provocam impactos na vida das populações. Como afirmou Cristiane Faustino, durante o 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente da Abrasco, em Belo Horizonte, os projetos econômicos demandam da terra, dos territórios, da água, dos recursos da natureza, e esse movimento do que chamam de “desenvolvimento” acaba criando um consenso social sobre essa necessidade.






A partir de novembro de 2014, publicaremos resumos de artigos que integram a coleção “A Saúde no Brasil em 2030 – Diretrizes para a Prospecção Estratégica do Sistema de Saúde Brasileiro”. No texto do primeiro volume abertura do volume, “Cenários Macroeconômicos no Horizonte 2022/2030”, Teixeira e Vianna (2013) apresentam a atual situação macroeconômica do Brasil e, com base na prospecção, trabalham as suas possibilidades de cenários futuros em um horizonte de 20 anos.






Entrevista com Luis Eugênio Portela, presidente da Abrasco e professor do Instituto de Saúde Coletiva (UFBA) sobre os entraves para o avanço do sistema público de saúde brasileiro nos próximos anos e décadas. Ele aborda temas como o do subfinanciamento e fala da importância do esforço para retomar o conceito ampliado de saúde, como proposto em 1986, na 8ª Conferência Nacional de Saúde realizada.






Um estudo do Ministério da Saúde revela que a frequência de adultos que dirigem após o consumo abusivo de álcool foi reduzida em 45% em sete anos. O índice passou de 2% em 2007, para 1,1% em 2013. A redução mostra uma mudança significativa nos hábitos da população após a aprovação das duas edições da lei seca (2008-2012), tornando mais rígida a proibição do consumo de álcool associado à direção. De acordo com o estudo, houve uma queda de 47% no consumo de bebidas alcóolicas associado à direção entre os homens.






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