No dia 13 de novembro, o projeto Brasil Saúde Amanhã deu mais um passo em direção à orientação de políticas públicas na área de saúde, com a realização da oficina de trabalho Desafios Metodológicos nas Estimativas da Força de Trabalho de Médicos Especialistas em Cenários de Longo Prazo. O encontro reuniu pesquisadores da rede de conhecimento que compõe o projeto. Saiba como foi a oficina.

Mudanças políticas e econômicas impactaram fortemente a capacidade de financiamento do sistema público de saúde brasileiro e a ampliação da oferta de ações e serviços públicos, impulsionando o alto grau de mercantilização e privatização existente hoje. Confira a entrevista com Eduardo Fagnani, economista doutor em políticas sociais pela Universidade de Campinas (Unicamp), sobre os desafios a serem enfrentados nos próximos anos e décadas para garantir o pleno direito à saúde no Brasil.






Os sistemas de saúde terão que fazer frente ao desafio que representa o envelhecimento da população, em particular nos países mais pobres, adverte a Organização Mundial da Saúde (OMS), em uma série de estudos publicados na respeitada revista médica The Lancet. Em 2020, pela primeira vez na História, o número de pessoas com 60 anos ou mais no mundo superará o de crianças com menos de cinco anos. Uma em cada sete pessoas será idosa. Em 2050, a população acima dos 60 anos será de dois bilhões de pessoas.






Inédito no Simpósio, os movimentos sociais tiveram participação importante nas discussões com pesquisadores no eixo que discutiu o desenvolvimento e os conflitos territoriais, a luta pela saúde e ambiente nos territórios Pesquisadores e movimentos sociais estiveram reunidos na tarde do primeiro dia de programação do 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente da Abrasco, em

A partir de novembro passamos a divulgar nesta seção resumos de artigos que integram o livro “A Saúde no Brasil em 2030 – Diretrizes para a Prospecção Estratégica do Sistema de Saúde Brasileiro”. O segundo artigo do segundo volume do livro, de autoria de Salomão, Cardoso Jr. e Santos (2013), aponta que é “crucial voltar a discutir o tema da natureza, alcances e limites do Estado, planejamento e das políticas públicas no capitalismo brasileiro contemporâneo”. Eles discutem o papel do Estado no desenvolvimento.






“Para um médico clínico, o importante é o paciente à sua frente. Para o diretor do hospital , o importante é a qualidade dos serviços e também a lista de espera que se acumula. Para o gerente, o pesadelo é como ajustar o orçamento à demanda saturada por serviços. Ninguém parece se importar com as necessidades não atendidas”. A análise é do chefe do departamento de Planejamento e Economia da Saúde da Escola Nacional de Saúde da Espanha (Instituto de Salud Carlos III), José Ramón Repullo Labrador. Confora a entrevista completa.






Cada vez mais brasileiras estão esperando chegar até os 30 anos ou mais para ter o primeiro filho, principalmente as que possuem mais anos de estudo. A conclusão é do estudo “Saúde Brasil”, que aponta tendências em áreas como taxa de natalidade e fecundidade, mortalidade, surtos, epidemias e doenças. Segundo a pesquisa, o percentual de mães na faixa etária de 30 anos cresceu na última década, passando de 22,5% em 2000 para 30,2% em 2012.






Retratar a situação de saúde e das doenças transmissíveis relacionadas à pobreza dos brasileiros. Este é o objetivo da 10ª edição do livro Saúde Brasil 2013, lançada pelo secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, em 29/10, durante a abertura da 14ª Expoepi. A nova edição do ‘Saúde Brasil’ traz uma análise sobre a situação de saúde dos brasileiros. A cada ano o livro aborda uma temática específica. Este ano, a maior parte dos capítulos estão associados à questão da saúde e a pobreza no Brasil.






Para o economista Marcio Pochmann, transformações demográficas, como o envelhecimento e aumento da expectativa de vida população, impõem novos desafios à prestação de serviços públicos de saúde aos brasileiros. Como resposta, ele aponta a necessidade de aprofundamento da integração entre as três esferas de governo – União, estados e municípios – no âmbito do Sistema Único de Saúde, bem como a articulação com políticas industriais, de trabalho, transporte e educação.






O suicídio de índios no Brasil chega a ser seis vezes maior do que a taxa nacional e preocupa especialistas. Dados do Mapa da Violência, do Ministério da Saúde, mostram que, enquanto o índice geral no Brasil é de 5,3 suicídios por 100 mil habitantes, a incidência sobe para acima de 30 em alguns municípios com população indígena. Na região Norte, os suicídios passaram de 390 em 2002 para 693 em 2012: aumento de 77,7%.






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