O Ministério da Saúde assinou, no início do mês de agosto, memorando de cooperação na área de saúde com o governo do Japão. O objetivo é fortalecer as relações com o país asiático, um dos mais tradicionais parceiros do Brasil no continente, trazendo resultados positivos para ambos os países. O acordo abrange as áreas de regulação farmacêutica e compartilhamento de conhecimentos e experiência em sistemas públicos de saúde.

De 1980 a 2013, o IDH do Brasil foi o que mais cresceu entre os países da América Latina e do Caribe, com alta acumulada de 36,4%, um crescimento médio anual de 0,95% no período, confirmando uma trajetória de crescimento constante durante as últimas três décadas. Os dados fazem parte do Relatório do Desenvolvimento Humano 2014, lançado pelo PNUD nesta quinta-feira (24/7) em Tóquio, no Japão.

O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, e o reitor da Universidade de Yale (Estados Unidos), Peter Salovey, assinaram no dia 29 de julho, um acordo de cooperação para a criação de uma Aliança para a Saúde Global. O objetivo é a promoção da saúde e da equidade nas Américas e em outras regiões por meio da educação. A iniciativa deve ajudar no enfrentamento dos principais desafios para a saúde, além de desenvolver soluções inovadoras e educar a próxima geração de líderes em Saúde Global.

A proibição, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do uso de aditivos que conferem aroma e sabor aos produtos derivados do tabaco foi objeto de estudo de pesquisadoras da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Em uma análise do processo regulatório, o trabalho aponta uma interferência direta da indústria fumageira e de grupos de interesse na tomada de decisão e na implementação da Resolução 14/2012.

Nesta entrevista, o médico de família e coordenador de Relações Internacionais da Associação Nacional de Unidades de Saúde da Família de Portugal, Henrique Botelho, comenta as grandes transformações ocorridas na Atenção Primária do sistema de saúde lusitano e suas relações com as lutas pela democratização do país.

Políticas públicas para a equidade

segunda-feira, 28, julho , 2014 por

No Brasil para o lançamento do relatório “As origens políticas das iniquidades em saúde: perspectivas de mudança”, a Comissão The Lancet — Universidade de Oslo sobre Governança Global em Saúde reafirma que as iniquidades em saúde têm origem política. Para o presidente da Comissão, reitor da Universidade de Oslo, na Noruega, Ole Petter Ottersen, “As iniquidades não são acidentes. Grande parte delas pode ser resolvida a partir de escolhas políticas. Este é o momento de se discutir e entender as raízes das desigualdades”.

Novas regras para funcionamento de farmácias

segunda-feira, 21, julho , 2014 por

A Câmara dos Deputados aprovou, no início do mês, projeto de lei que disciplina a assistência farmacêutica, determinando a presença de farmacêutico responsável durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento. A matéria, agora, segue novamente para o Senado.

Divulgado na semana passada, relatório da UNAIDS aponta que a taxa de novas infecções pelo HIV teve aceleração de 11% entre 2005 e 2013 no Brasil. Para a agência da ONU, o retorno ao aumento de novas infecções aponta a necessidade de novas estratégias para promover o uso do preservativo e, assim, a prevenção da contaminação.

Em entrevista à revista Facto Abifina, o ex-Ministro da Saúde e atual diretor executivo do Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (Isags), José Gomes Temporão, analisa a política industrial brasileira para o desenvolvimento do complexo da química fina. Para ele, não há “qualquer força que se coloque claramente contra” a política em andamento.

Editorias

Uma casa de saúde em Minas Gerais vem conquistando resultados promissores na Atenção Secundária Especializada. O trabalho utiliza o modelo de condição crônica (MACC) no cuidado dos usuários com diabetes, hipertensão e doenças renais crônicas para detecção precoce de lesões percussoras de câncer de mama e de colo uterino, em gestantes e crianças de alto e muito alto risco.

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