Bruno Latour e a mudança climática

quinta-feira, 04, abril , 2019 por

Bruno Latour (Beaune, 1947) é um dos filósofos franceses mais influentes da atualidade. Acaba de publicar Down to Earth. Politics in the New Climatic Regime(Com os pés no chão. Política no novo regime climático, em tradução livre). O livro faz um diagnóstico sobre um mundo onde tudo é perturbado pela mudança climática e permite compreender fenômenos que vão das desigualdades até a globalização, passando pela ascensão do populismo. A obra também é um pedido de ação e um manifesto europeísta. E, finalmente, uma síntese do pensamento de um precursor de disciplinas como a sociologia da ciência sobre os fatos e a verdade.

Editorias

Em Espanhol, “Envejecimiento, personas mayores y Agenda 2030 para el Desarrollo Sostenible: perspectiva regional y de derechos humanos”, aborda a megatendência mundial de transição demográfica e seus efeitos sobre a implementação dos ODS

Leia na íntegra.

As Américas podem alcançar a meta de acabar com a tuberculose na próxima década se os países da região conseguirem acelerar os progressos alcançados até o momento, reduzindo ainda mais o número de mortes e novos casos por ano, adverte a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional para as Américas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

O Brasil possui mais água doce que qualquer outro país do mundo – 12% do volume total do Planeta. Isso cria uma falsa premissa de que o suprimento estável de água de boa qualidade estará sempre disponível. No Brasil, embora haja abundância de água, em comparação com outros países, existe uma grande variedade de riscos relacionados a água, o que representa uma grande incerteza na disponibilidade de água doce para a população. Além disso, os desafios relacionados a água causam múltiplos efeitos sobre o meio ambiente e a economia.

Editorias

A avaliação mais abrangente e rigorosa sobre o estado do meio ambiente, desenvolvida pela ONU Meio Ambiente durante os últimos cinco anos, foi publicada hoje (13) com um alerta de que os danos ao planeta são tão desastrosos que a saúde das pessoas será cada vez mais ameaçada se ações urgentes não forem tomadas.

Editorias

Novo relatório aponta que países não cumprirão a meta global de minimizar os impactos adversos de substâncias químicas e resíduos até 2020.

Editorias

Em Texto para Discussão do Ipea, Samuel Alves Soares e autores apresentam um levantamento bibliográfico acerca de métodos e técnicas de prospectiva, com o propósito de atualizar o debate e colocar em evidência as abordagens mais contemporâneas da área.

Leia na íntegra.

Disponível em Inglês, o relatório “Panorama Global de Substâncias Químicas II: De legados a soluções inovadoras – Implementando a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável” foi preparado pela ONU Meio Ambiente ao longo dos últimos três anos por meio de um processo envolvendo mais de 400 cientistas e especialistas de todo o mundo. O relatório completo será lançado em 1º de abril de 2019 na terceira reunião do Grupo de Trabalho Aberto para a Abordagem Estratégica da Gestão de Químicos, no Uruguai.

Leia na íntegra.

Editorias

Texto para Discussão do Ipea, de autoria de Luciana Jaccoud e Fabiola Sulpino Vieira, analisa a mudança ocorrida em 2017 sobre a forma como são feitos os repasses federais no SUS. O estudo sublinha que os resultados da descentralização podem ser negativos para a eficiência na gestão e a equidade no acesso aos serviços de saúde. Enfatiza, ainda, a relevância dos arranjos e mecanismos de coordenação para a melhoria do resultado da política de saúde e da efetividade na gestão dos sistemas.

Leia na íntegra.

Trabalhar temas transversais é um desafio para qualquer organização. Mesmo que tradicionalmente exista uma tendência à organização do trabalho a partir de objetivos específicos e funções circunscritas a departamentos, há um conjunto de temas e atividades que devem perpassar todas as áreas da instituição, seja por sua natureza ampla, seja porque são estratégicos para o alcance de objetivos comuns. Os temas transversais da OPAS/OMS ampliam esse desafio, pois tratam de aspectos essenciais para o seu mandato, como a promoção dos direitos humanos, da equidade em saúde e da inclusão da perspectiva de gênero e de etnicidade e raça no conjunto de suas ações, tendo como propósito a promoção da justiça social, a redução de iniquidades e o combate a todas as formas de discriminação. Para enfrentar esse desafio, a OPAS/OMS estabeleceu uma área programática específica no seu Plano Estratégico 2014-2019. A implementação dessa área programática e de seus respectivos objetivos e indicadores pressupõe a definição de ações práticas e de compromisso de diversas pessoas na Organização.

Leia na íntegra.

Página 2 de 82
TOP