Agenda 2030 e o olhar estratégico para o futuro

segunda-feira, 18, setembro , 2017 por

O Brasil caminha a passos lentos para o cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, o conjunto de metas assumidas em 2015 pelos 193 países signatários das Nações Unidas, cujo objetivo é integrar o desenvolvimento econômico, o social e a sustentabilidade, em âmbito global, nacional e local. Ainda assim, o compromisso representa oportunidade ímpar para discutir – e defender – a universalidade e a equidade de políticas sociais, dentre elas, o Sistema Único de Saúde (SUS). Essas são algumas das conclusões do seminário “Saúde, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável”, promovido pela rede Brasil Saúde Amanhã nos dias 11 e 12 de setembro, no Salão de Leitura da Biblioteca de Manguinhos, na Fiocruz. O evento reuniu pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e de diversas unidades e áreas estratégicas da Fiocruz, dentre eles três ex-presidentes da Fundação, em torno de quatro painéis temáticos: Desenvolvimento e Sustentabilidade; Saúde, Ambiente e Sustentabilidade; Desenvolvimento, Saúde e Proteção Social; e Perspectivas e Desafios da Agenda 2030.

Economistas e sanitaristas participam, na próxima segunda-feira, 10 de agosto, às 10h, do seminário virtual “Espaço fiscal e fluxos financeiros no setor da Saúde”, promovido pela iniciativa Brasil Saúde Amanhã, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O evento é pautado pelo mais recente Texto para Discussão da rede Brasil Saúde Amanhã: “Os fluxos financeiros no financiamento e no gasto em Saúde no Brasil”, de Fernando Gaiger Silveira, Gustavo Souto de Noronha, Francisco R. Funcia, Roberto Luís Olinto Ramos, Ricardo Montes de Moraes, Leonardo Costa de Castro e José Carvalho de Noronha. O debate propõe a reflexão sobre os mecanismos financeiros dos setores público e privado da Saúde, na busca de respostas para as seguintes questões: quem financia a Saúde brasileira e como? Em que se gasta e por meio de quem? A transmissão on-line será feita pelo canal da VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz no YouTube. Assista em www.saudeamanha.fiocruz.br.

Livro “Brasil: Estado social contra a barbárie”, recém-lançado pela Fundação Perseu Abramo, dedica capítulo aos rumos da Saúde Pública brasileira.

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Novo livro da Fundação Perseu Abramo tem capítulo dedicado ao sistema de saúde brasileiro, de autoria de pesquisadores da iniciativa Brasil Saúde Amanhã “O sistema de saúde brasileiro: rumo à universalidade ou à segmentação?”. Com esta questão norteadora, os pesquisadores José Carvalho de Noronha e Leonardo Castro, da rede Brasil Saúde Amanhã, trazem reflexões sobre

A polarização política e a disputa pelo poder em plena crise de saúde pública, provocada pela pandemia do novo coronavírus é o que poderá levar o Brasil ao colapso em diversos setores importantes para o funcionamento e prosperidade do País, a exemplo da saúde pública, da economia e do emprego. Essa é uma das conclusões

“Pela primeira vez, temos uma agenda para o desenvolvimento sustentável que amplia o debate no âmbito do direito à saúde universal, em especial, ao acesso a medicamentos. É uma grande oportunidade para todos nós”. A afirmação é da representante da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) no Brasil, Socorro Gross Galiano, que ministrou palestra magna durante o lançamento do livro “Desafios do acesso a medicamentos no Brasil”, pela iniciativa Brasil Saúde Amanhã, dia 25 de junho. Intitulada “Acesso a medicamentos no mundo contemporâneo: perspectivas para as próximas décadas”, a apresentação abordou os mecanismos existentes para promover o acesso a medicamentos, os desafios na área, as perspectivas para as próximas décadas e as oportunidades de atuação da OPAS frente à pandemia de Covid-19.

Acesso a medicamentos em pauta

quinta-feira, 18, junho , 2020 por

Os empecilhos à universalidade e à equidade no acesso a medicamentos é tema do novo livro da iniciativa Brasil Saúde Amanhã, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com lançamento on-line dia 25 de junho, às 17h, em www.saudeamanha.fiocruz.br. Editado pela Edições Livres, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), a obra “Desafios do Acesso a Medicamentos no Brasil” percorre os 30 anos do Sistema Único de Saúde (SUS) e projeta o futuro da assistência farmacêutica no horizonte da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Enquanto a pandemia da COVID-19 continua a evidenciar a importância do distanciamento seguro nas cidades, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) lançam conjuntamente a publicação “Integrando Saúde ao Planejamento Urbano e Territorial” (Integrating Health in Urban and Territorial Planning, em inglês).

Fontes de dados para estudos sobre Covid-19

quarta-feira, 10, junho , 2020 por

Em nota técnica, Ipea reúne 27 fontes de dados sobre a pandemia, incluindo órgãos de governo, organismos multilaterais, universidades e instituições privadas.

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Nem só de Covid-19 adoecem as populações. O mundo, no entanto, encontra-se diante de uma crise sanitária que parece acabar deixando em segundo plano outras necessidades de saúde – algumas delas, inclusive, se não atendidas, podendo mesmo agravar um possível quadro da Covid. Acomodar rotina e emergência, no entanto, vem sendo um desafio para os sistemas de saúde, mesmo os mais estruturados. Para o SUS brasileiro, fragilizado, em especial, nos últimos anos, por medidas como a Emenda Constitucional 95/2016, que congelou os gastos governamentais com saúde por vinte anos, o desafio é ainda maior.

Os efeitos da poluição e da contaminação por produtos químicos sobre a saúde da população estiveram em pauta, dia 1º de junho, durante o seminário on-line “Mortalidade e doenças por produtos químicos perigosos, contaminação e poluição do ar e água do solo”, promovido pela inciativa Brasil Saúde Amanhã no contexto da Estratégia Fiocruz para Agenda 2030. O debate foi organizado em quatro painéis temáticos, que abordaram a
epidemiologia das doenças crônicas, os riscos da exposição a substâncias químicas para a saúde ambiental, a contaminação do solo e de mananciais e estratégias para prevenção de acidentes industriais ampliados.

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