Nota técnica trata os aspectos ligados à dimensão territorial da pandemia nas metrópoles brasileiras, reconhecendo a relação existente entre contaminação, infraestrutura e densidade demográfica para identificar os territórios mais propensos à disseminação da Covid-19.

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Os pesquisadores apontam o uso intensivo de tecnologias da informação e comunicação (TICs) como um dos fatores para os melhores resultados no controle da disseminação do novo coronavírus em alguns países asiáticos.  

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O documento produzido pelo sistema MonitoraCovid-19, da Fiocruz, tem o intuito de contribuir no enfrentamento da Covid-19, adicionando uma perspectiva regional de planejamento.

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Nota técnica estima quantos são e onde moram os mais vulneráveis com maior dificuldade de acessar equipamentos de saúde e aponta os estabelecimentos que terão maior estrangulamento de demanda com base na capacidade de oferta de leitos de UTI.

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Diante da inexistência de tratamento ou vacina com eficácia comprovada para a Covid-19, especialistas das áreas da saúde e da economia defendem a manutenção do isolamento social para preservar a vida dos brasileiros, advertindo que seria “uma catástrofe” abandonar esta estratégia. Este foi um dos pontos levantados durante o debate Desafios para o Brasil diante da Pandemia Covid-19, realizado no ambiente virtual do Portal da Inovação. Os debatedores apontaram a necessidade do aporte de recursos públicos para enfrentar a pandemia e os efeitos econômicos e sociais da crise que o país atravessa.

REVOLUÇÃO 4.0

quinta-feira, 20, fevereiro , 2020 por

A Revolução 4.0, impulsionada pela inteligência artificial, indica que estamos diante de um “novo ciclo tecnológico que está apenas começando”, cujos impactos ainda não podem ser previstos, diz o sociólogo Glauco Arbix, diretor da área de Ciências Humanas do Centro de Inteligência Artificial da Universidade de São Paulo – USP. “Ninguém tem clareza exatamente de que proporções esse ciclo vai tomar, quais as configurações que vai assumir”. Por enquanto, menciona, “o que estamos vendo é que a inteligência artificial está se configurando como uma tecnologia de propósito geral, aquela sem a qual as outras [tecnologias] têm dificuldade de viver”.

REVOLUÇÃO 4.0

quinta-feira, 20, fevereiro , 2020 por

A Revolução 4.0, impulsionada pela inteligência artificial, indica que estamos diante de um “novo ciclo tecnológico que está apenas começando”, cujos impactos ainda não podem ser previstos, diz o sociólogo Glauco Arbix, diretor da área de Ciências Humanas do Centro de Inteligência Artificial da Universidade de São Paulo – USP. “Ninguém tem clareza exatamente de que proporções esse ciclo vai tomar, quais as configurações que vai assumir”. Por enquanto, menciona, “o que estamos vendo é que a inteligência artificial está se configurando como uma tecnologia de propósito geral, aquela sem a qual as outras [tecnologias] têm dificuldade de viver”.

Entrevista com Cecília Minayo

quinta-feira, 13, fevereiro , 2020 por

Graduada em Sociologia, com mestrado em Antropologia Social (UFRJ) e doutorado em Saúde Pública (Fiocruz), Cecília Minayo é pesquisadora emérita da Fundação Oswaldo Cruz e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), e coordena, desde 1998, o grupo de pesquisa “Violência em Saúde”. A primeira entrevistada de 2020 do Observatório de Análise Política em Saúde (OAPS) já recebeu prêmios como a “Medalha de Mérito da Saúde Oswaldo Cruz” (Ministério da Saúde – 2009) e o Prêmio de Direitos Humanos (Presidência da República – 2014). Na entrevista, a professora aborda os estudos acerca dos efeitos da violência sobre a saúde da população, a Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violência (PNRMAV) e a incorporação da violência na agenda da saúde, políticas de armamento e as relações entre desigualdade e violência: “A desigualdade, a meu ver, é o maior calcanhar de Aquiles da sociedade brasileira. Seu acirramento pode sim impactar o quadro de violência no país por diminuir as oportunidades das pessoas progredirem, por restringir o acesso aos bens materiais, culturais e simbólicos, por isso, estreitar as possibilidades de desenvolvimento das crianças e jovens, as maiores vítimas da violência interpessoal, comunitária e armada”.

O Brasil deve registrar cerca de 625 mil novos casos de câncer por ano de 2020 a 2022. A estimativa foi divulgada hoje (4) pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). Somente entre a população infantojuvenil são esperados 8.460 novos casos por ano no mesmo período.

Opas cria plano por bem-estar nas Américas

quinta-feira, 17, outubro , 2019 por

Temas estratégicos para a saúde nas Américas foram tratados na 57º Reunião do Conselho Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e 71ª Sessão do Comitê Regional da OMS para as Américas, realizadas na primeira semana de outubro de 2019, em Washington, na sede da organização. Os eventos contaram com a presença maciça dos 35 Estados-membros, representados pelos ministros ou vice-ministros da Saúde.

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