Laboratórios tipo exportação

segunda-feira, 21, agosto , 2017 por

Terminou nesta quinta-feira (17) o workshop de capacitação de laboratórios farmacêuticos e empresas de dispositivos médicos e equipamentos hospitalares brasileiros para a inclusão de seus produtos nos catálogos de insumos de saúde adquiridos por meio de agências das Nações Unidas para os países que solicitam apoio. O evento, que teve início em 15 de agosto, é uma parceria entre Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e Ministério da Saúde do Brasil.

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Brasil produzirá medicamento para câncer

segunda-feira, 14, agosto , 2017 por

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), do Governo do Estado, passará a produzir e fornecer ao Sistema Único de Saúde (SUS) o Trastuzumabe, medicamento usado para o tratamento do câncer e que hoje é importado pelo Brasil. O acordo para a transferência de tecnologia foi assinado nesta segunda-feira (7) pelo governador Beto Richa, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, e o secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, João Carlos Gomes, com o laboratório Roche e a empresa brasileira Axis Biotec. Até 2019, o Tecpar será o único fornecedor nacional da medicação. Depois disso, fornecerá 40% da demanda do SUS.






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Busca por alvos moleculares

segunda-feira, 31, julho , 2017 por

Em um prédio histórico do Instituto Butantan, localizado entre o Museu de Microbiologia e a Biblioteca Central, foi inaugurada nesta sexta-feira (21/07) a sede do Centro de Excelência para Descoberta de Alvos Moleculares (Centre of Excellence in New Target Discovery – CENTD). Apoiado pela FAPESP e pela farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK), o CENTD tem como objetivo identificar novos alvos terapêuticos para doenças de base inflamatória, como osteoartrite, artrite reumatoide, câncer e doenças neurodegenerativas. O Centro foi concebido no modelo parceria público-privada (PPP) e aprovado no final de 2015, no âmbito do Programa FAPESP de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE). As atividades do grupo coordenado pela pesquisadora Ana Marisa Chudzinski-Tavassi tiveram início em fevereiro de 2016.






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O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) vai produzir um importante medicamento para tratamento de isquemia cardíaca, o Vastarel, na concentração 80 mg. Com o objetivo de abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS), a fabricação no Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) será viabilizada a partir de uma parceria entre a unidade da Fiocruz e o laboratório francês Servier. O diferencial deste acordo está na internalização da tecnologia de micropellets, modo de encapsulamento que possibilita liberação diferenciada dos fármacos, prolongando a ação do medicamento. Incorporada, tal tecnologia poderá ser usada, futuramente, para o desenvolvimento de outros medicamentos de interesse do SUS.






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Ciência made in Brasil


segunda-feira, 26, junho , 2017 por

O ano era 1985. Trabalhadores rurais, crianças e turistas — as principais vítimas de acidentes com animais peçonhentos — sofriam com a falta de soro antiofídico (contra o veneno de cobra) nos postos de saúde e hospitais de todo o país. O problema chamou a atenção da imprensa, que relatava casos de pessoas que ficavam sem assistência, sofriam amputações ou até chegavam à morte pela falta do produto nas unidades de saúde. Para suprir a ausência desse insumo, o governo brasileiro iniciou a importação emergencial do soro, mas esbarrou em outro impasse: os antígenos produzidos a partir do veneno de cobras existentes em outros países não se adaptavam bem às espécies brasileiras.A origem deste problema de saúde pública estava no fechamento de uma única empresa, a Syntex do Brasil, responsável por boa parte da produção de soro antiofídico no país e de outros imunobiológicos. Depois que o Ministério da Saúde apontou irregularidades em amostras da vacina DPT (a chamada “tríplice bacteriana”, que previne contra difteria, tétano e coqueluche), fabricadas pela empresa, a multinacional simplesmente fechou as portas e interrompeu a produção de vacinas, soros e outros antígenos — com prejuízo para a saúde da população, que ficou sem acesso a um insumo essencial para salvar as vítimas de picadas de cobras.






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Atuação global

segunda-feira, 12, junho , 2017 por

Autoridades do complexo industrial da saúde, associações e membros de instituições parceiras participaram nesta quinta-feira (1) de encontro na sede da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), em Brasília, para conhecer novas oportunidades de inserção de seus produtos no mercado internacional. O evento foi organizado pela OPAS/OMS, Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e Ministério da Saúde do Brasil.






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O pesquisador Samuel Goldenberg, diretor do Instituto Carlos Chagas (ICC/Fiocruz Paraná), recebeu na noite da última terça-feira (9/5) o prêmio Almirante Álvaro Alberto. Considerada a mais importante honraria em ciência e tecnologia do país, a homenagem é concedida anualmente pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a Fundação Conrado Wessel e a Marinha do Brasil.






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O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) lançou novoboletim sobre as Metas de tratamento 90-90-90 para todos. O objetivo é de que, até 2020, 90% das pessoas vivendo com HIV estejam diagnosticadas; que destas, 90% estejam em tratamento; e que 90% das pessoas neste grupo tenham carga viral indetectável.






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A indispensável reindustrialização do Brasil

segunda-feira, 13, março , 2017 por

Agência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD) registrou que o Brasil apresenta um processo de “desindustrialização precoce”. Historicamente, desde o período de Vargas nos anos 40 até a segunda metade dos anos 80, o Brasil adotou políticas industriais especificamente visando incentivar a fabricação local de produtos estratégicos para o desenvolvimento econômico e social soberano do País.






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A Organização Mundial da Saúde (OMS) está trabalhando para que instituições públicas sejam capazes de fornecer vacinas contra influenza para o mundo em caso de possíveis pandemias. O Brasil, maior produtor global desses imunobiológicos na esfera pública, é um dos que está se desenvolvendo para atender também à demanda internacional.






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