Desafios ao combate da diabetes

segunda-feira, 05, dezembro , 2016 por

Mesmo que avanços tecnológicos tenham ampliado a oferta de insulina, o produto ainda custa caro por causa de patentes, aponta novo fascículo da série “Uso Racional de Medicamentos”, uma publicação da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Segundo a farmacêutica Tacila Pires Mega, a descoberta da insulina em 1921 foi um marco para a saúde pública no século XX, revolucionando o tratamento da diabetes. Avanços tecnológicos posteriores aumentaram a oferta, além de tornar o produto mais eficiente, seguro e fácil de conservar. As contínuas descobertas da ciência, porém, tiveram seu preço. O insumo ficou mais caro, sobretudo por conta da proteção do tratamento por patentes, que ainda são um obstáculo à redução dos custos da terapia.

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Unicamp entra em grupo global de pesquisa

segunda-feira, 17, outubro , 2016 por


Resumo / chamada: Em maio, a Unicamp divulgou o início de uma parceria com a Structural Ge-nomics Consortium, um consórcio internacional de empresas e cientistas voltado para o desenvolvimento de novos fármacos. Nove das maiores indústrias farmacêuticas do mundo — como Pfizer, Bayer e GSK — participam do grupo, que tem duas bases de operação: a Universidade de Toronto, no Canadá, e a Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha. O plano, agora, é incluir a Unicamp nesta lista, como o primeiro centro da rede no Hemisfério Sul.






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Os pedidos de patentes no mundo registraram recorde em 2013, apesar da recuperação econômica global desigual, segundo um relatório da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) emitido em 16/12. Dentre os 100 países estudados, a China liderou a lista, com 825 mil pedidos, seguida pelos Estados Unidos, com 571 mil. O Brasil também está entre os 20 países que mais pediram registros de patentes em 2013 – com 30 mil solicitações e alta de 1,5% em relação ao ano anterior.






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Inovação para autonomia científica nacional

terça-feira, 11, outubro , 2016 por

No primeiro dia oficial do 11º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva – Abrascão 2015, no campus Samambaia, na Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia, Carlos Médicis Morel, coordenador Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz) palestrou sobre a Autonomia e Dependência do Brasil em Ciência, Tecnologia e Inovação em saúde.






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A Escola Nacional de Administração Pública e o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão realizaram, dia 20 de setembro, a solenidade de premiação do 20º Concurso Inovação na Gestão Pública Federal. Na ocasião, foi anunciada a classificação das 10 iniciativas vencedoras – e do destaque Sustentabilidade – e os prêmios a elas atribuídos, além do lançamento da 21ª edição do Concurso Inovação. O projeto “Parcerias para o desenvolvimento produtivo de insumos estratégicos do SUS”, do Ministério da Saúde, foi contemplado com o primeiro lugar.






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O Ministério da Saúde incorporou um procedimento rápido e pouco invasivo para tratar o ceratocone, doença que pode causar deformidade da córnea. A nova técnica, conhecida como crosslinking corneano, tem capacidade de deter a evolução da doença. Ceratocone é degenerativa pode levar a progressiva perda do campo de visão, comprometendo a qualidade de vida da pessoa. Estima-se que, por ano, 2.434 pessoas acometidas por ceratocone podem ser tratadas com a técnica incorporada ao SUS. O método é uma possibilidade terapêutica para conter o avanço da doença progressiva, com o objetivo de retardar a perda da visão do paciente e evitar ou adiar a necessidade de transplante de córnea.






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O acesso da população mundial a medicamentos sofre restrições exorbitantes: a cada três pessoas, uma não dispõe dos medicamentos essenciais de que precisa. Cerca de 5,5 bilhões de pessoas não têm acesso a analgésicos, sofrendo ou morrendo de dor. O problema afeta países pobres e ricos, sendo causado, principalmente, pelos crescentes custos das tecnologias de saúde e pela falta de novas ferramentas para solucionar recentes ameaças, como o ebola, zika e a resistência antimicrobiana. A solução para este problema envolve um trabalho conjunto entre governos e indústria, desvinculando o custo de pesquisa e desenvolvimento do valor final dos produtos. É esta a principal conclusão de um relatório do Painel de Alto Nível da ONU sobre Acesso a Medicamentos, divulgado dia 14 de setembro em Nova York.






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Biotecnologia, Saúde e Economia

segunda-feira, 05, setembro , 2016 por

Os medicamentos produzidos por rota biotecnológica figuram, atualmente, entre os produtos mais vendidos no mundo e têm expandido expressivamente sua participação relativa no mercado farmacêutico global. As oportunidades presentes e futuras deste cenário para o Brasil, o Complexo Econômico e Industrial da Saúde (CEIS) e o Sistema Único de Saúde (SUS) foram tema de oficina de pesquisa promovida pela rede Brasil Saúde Amanhã dia 30 de agosto, na Fiocruz. Intitulado “Incorporação da rota biotecnológica na indústria farmacêutica brasileira: desafios, perspectivas e implicações para políticas”, o evento reunir representantes da academia, do setor produtivo nacional e de agências de fomento.






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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) dará início aos estudos clínicos de Fase II da vacina brasileira para esquistossomose, chamada de Vacina Sm14, em etapa realizada em parceria com a empresa Orygen Biotecnologia S.A. A vacina é um dos projetos de pesquisa e desenvolvimento em saúde priorizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), visando garantir o acesso da população dos países pobres a ferramentas de medicina coletiva com tecnologia de última geração. Uma das doenças parasitárias mais devastadoras socioeconomicamente, atrás apenas da malária, a esquistossomose infecta mais de 200 milhões de pessoas, de acordo com a OMS, essencialmente em países pobres. No Brasil, 19 estados apresentam casos, especialmente os da região Nordeste, além de Minas Gerais e Espírito Santo.






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Uma abordagem prospectiva para as PDPs

segunda-feira, 22, agosto , 2016 por

Os cenários futuros para a política industrial da Saúde no Brasil estiveram em pauta na última terça-feira, 16 de agosto, durante reunião da rede Brasil Saúde Amanhã que discutiu, na Fiocruz, o contexto atual das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) e as tendências de longo prazo. Mediado pelo coordenador executivo do projeto, José Carvalho de Noronha, o debate foi norteado por estudo encomendado ao economista Marco Vargas, membro do Grupo de Pesquisa em Inovação e Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz).






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