Em encontro de especialistas no México, dia 27 de março, a secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), Alicia Bárcena, defendeu que a região adote políticas como a renda básica universal para “passar de uma cultura de privilégios a uma cultura de igualdade”. Segundo a dirigente, o dinamismo da economia e a inclusão social não devem ser vistos como rivais numa disputa, mas como aliados.

A atual conjuntura econômica e a política fiscal recessiva implementada no país “afetam diretamente os determinantes sociais relacionados à tuberculose”, como renda, acesso a trabalho e emprego, educação e moradia, e “apresentam uma ameaça de retrocesso aos avanços obtidos pelo SUS e demais políticas públicas e programas sociais” no enfrentamento à doença.






Mais de uma em cada quatro mortes de crianças menores de 5 anos são atribuíveis a ambientes insalubres. Todos os anos, os riscos ambientais – como a poluição do ar interior e exterior, fumo passivo, água não segura, falta de saneamento e higiene inadequada – tiram a vida de 1,7 milhão de crianças com menos de 5 anos, destacam dois novos relatórios da Organização Mundial da Saúde (OMS).






Obesidade: metas para 2019

segunda-feira, 20, março , 2017 por

O Brasil assumiu, em evento internacional realizado na sede da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) em Brasília, o compromisso de atingir metas para frear o crescimento do excesso de peso. O Encontro Regional para Enfrentamento da Obesidade Infantil, que contou com a presença de diversos países das Américas e organismos internacionais, foi feita no âmbito da Década de Ação das Nações Unidas para a Nutrição (2016-2025).






O país deu a homens e mulheres o mesmo nível de acesso à educação, melhorou a saúde materna e reduziu os índices de gravidez na adolescência, mas paradoxalmente nem todas as brasileiras se beneficiaram desses avanços. Um novo relatório do Banco Mundial, Retrato do Gênero no Brasil Hoje, mostra as desvantagens que as afrodescendentes e indígenas ainda sofrem, em especial nas regiões mais pobres do país.






Até 2025, 178 milhões de africanos passarão a morar em cidades. O aumento da população urbana — atualmente estimada em 478 milhões — virá acompanhado de uma expansão da extensão de terras ocupadas por municípios e metrópoles. A área total que será acrescida à malha urbana do continente equivale ao território da Nigéria.






Com o tema “O impacto da aprendizagem e da educação de adultos na saúde e no bem-estar, no emprego e no mercado de trabalho, e na vida social, cívica e comunitária”, o 3º Relatório Global sobre Aprendizagem e Educação de Adultos (Grale III, na sigla em inglês) para América Latina e Caribe é apresentado na manhã desta quarta-feira, 15, no auditório do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).






A evidência científica é robusta: a pobreza e a desigualdade social prejudicam seriamente a saúde. No entanto, as autoridades de saúde não dão a esses fatores sociais a mesma atenção que dedicam a outros quando tentam melhorar a saúde dos cidadãos. Um estudo sobre 1,7 milhão de pessoas, publicado pela revista médica The Lancet, traz de volta esse problema negligenciado: a pobreza encurta a vida quase tanto quanto o sedentarismo e muito mais do que a obesidade, a hipertensão e o consumo excessivo de álcool. O estudo é uma crítica às políticas da OMS, que não incluiu em sua agenda este fator determinante da saúde — tão importante ou mais do que outros que fazem parte de seus objetivos e recomendações.






O pesquisador Carlos Saldanha, do Laboratório de Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Licts)/Icict, juntamente com o pesquisador da UniRio – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rodrigo Vilani, lançou em dezembro/2016, o livro “Temas e problemas da vida em sociedade no Brasil”, que aborda o papel das ciências na direção da governança ambiental democrática e participativa, analisando grandes problemas nacionais ligados ao meio ambiente, em busca da sustentatibilidade como um modelo de justiça social.






As políticas para controlar o uso do tabaco, entre elas impostos sobre esses produtos e aumento de preços, podem gerar receitas governamentais significativas para o trabalho em saúde e desenvolvimento, segundo novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do National Cancer Institute of the United States of America. Essas medidas podem também reduzir bastante o uso do tabaco e proteger a saúde das pessoas contra os principais assassinos do mundo, como os cânceres e as doenças cardíacas.






Página 4 de 11
TOP