Determinantes Sociais da Saúde

segunda-feira, 16, outubro , 2017 por

A análise epidemiológica precisa ser capaz de antecipar problemas, orientar a tomada de decisões pelos gestores públicos e oferecer alternativas e soluções. A afirmação foi feita na noite deste domingo (8) pelo representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Joaquín Molina, durante a abertura do 10º Congresso Brasileiro de Epidemiologia. “É preciso integrar os determinantes sociais da saúde nas nossas análises. Defender e incorporar o enfoque de gênero no nosso dia a dia. E intensificar ainda mais a luta contra a desigualdade e as inequidades em saúde e bem estar, que tanto lastima a todos nós”, disse.

Américas sem tabaco até 2020

segunda-feira, 02, outubro , 2017 por

Autoridades de saúde de alto nível de todas as Américas concordaram nesta quarta-feira (27) em adotar legislação para criar ambientes 100% livres do consumo de tabaco em todos os países da região até 2022. Essa é uma das medidas que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera mais eficaz para o controle da epidemia de tabagismo e prevenção de doenças associadas. Nas Américas, cerca de 17% da população adulta consome tabaco. O controle do tabagismo é um poderoso instrumento para melhorar a saúde e promover os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em particular o Objetivo 3.4, que visa reduzir a mortalidade prematura por doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT) em um terço até 2030. O uso de tabaco é um fator de risco importante para essas enfermidades, incluindo as cardiovasculares e respiratórias crônicas, vários tipos de câncer e diabetes. Na região, as DCNT são responsáveis por 80% de todas as mortes, sendo 35% delas prematuras.






“Mapa da Motorização Individual no Brasil”

segunda-feira, 25, setembro , 2017 por

A crise econômica instalada nos últimos anos não impediu que a motorização individual continuasse crescendo no Brasil, principalmente no conjunto de suas áreas metropolitanas, onde, em 2016, o número de automóveis somou mais de 28,8 milhões e o de motos, 6,6 milhões. Na Semana da Mobilidade e do Dia Mundial sem Carro (22 de setembro), o INCT Observatório das Metrópoles lança a edição atualizada do “Mapa da Motorização Individual no Brasil” a fim de chamar atenção para a persistente primazia das políticas urbanas orientadas para o uso do automóvel, que historicamente relegam as políticas de transporte público de massa. No país como um todo, a frota de automóveis já passa de 61 milhões, quase duas vezes e meia a quantidade que o Brasil tinha em 2001.






Arquitetura para a Saúde

segunda-feira, 28, agosto , 2017 por

A atual lacuna no investimento em infraestrutura de saúde na América Latina e no Caribe é estimada em cerca de 37 bilhões de dólares, e a construção física neste setor deteriora-se a uma taxa maior do que o investimento, segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Além disso, há desafios na capacidade técnica e institucional dos governos para a criação de novas infraestruturas públicas em resposta a uma demanda que excede a capacidade financeira e logística.






Saúde, Trabalho e Ambiente em debate

quarta-feira, 26, julho , 2017 por

Mudança climática, crise hídrica, doenças re-emergentes, trabalho agrícola, violência ocupacional, insalubridade: não são poucos os desafios que o atual sistema produtivo coloca para o campo da Saúde. Eles estão em pauta no número temático da revista Saúde em Debate – Saúde, Trabalho e Ambiente, lançado pelo Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) na última segunda-feira, 24 de julho, na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). Durante o evento, que contou com transmissão on-line pelo Centro de Estudos Estratégicos (CEE-Fiocruz), o debate foi norteado pelas perguntas propostas pelo editorial da publicação: Qual a possibilidade de um pacto social que tire o Brasil da crise? Como construir caminhos alternativos para o país, com justiça social?






Saúde na América Latina

segunda-feira, 24, julho , 2017 por

Repetidas descontinuidades, tendências a pensar a curto prazo para apenas conter emergências, uma relação às vezes tensa e às vezes complementar entre diferentes culturas e, em meio a isso, uma série de práticas e de esforços para se criar uma saúde inclusiva e igualitária: são essas as quatro principais características da história da Saúde na América Latina segundo um de seus maiores especialistas, o historiador peruano Marcos Cueto, professor do Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).






Mulheres negras rumo a um planeta 50-50 em 2030

segunda-feira, 10, julho , 2017 por

A representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman, apresentou no fim de junho (27) em Brasília a estratégia de comunicação e ação política “Mulheres Negras Rumo a Um Planeta 50-50 em 2030” para organizações brasileiras de mulheres negras. Na ocasião, foi discutida a parceria com o movimento de mulheres negras para fortalecer o desenvolvimento da iniciativa, composta por ações de comunicação e advocacy político para as afro-brasileiras, no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e da Década Internacional de Afrodescendentes (2015–2024).






Panorama Social da América Latina

segunda-feira, 26, junho , 2017 por

A sede do Ipea, em Brasília, recebeu nesta terça-feira, 20, a diretora da Divisão de Desenvolvimento Social da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), Laís Abramo, que debateu os resultados do mais novo documento informativo da entidade: o Panorama Social 2016. Com participação de Carlos Mussi, diretor de Escritório do Cepal em Brasília, e Lenita Maria Turchi, diretora de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, o seminário discutiu os principais desafios para o desenvolvimento latino-americano.






Saúde da Família reduz iniquidades

terça-feira, 20, junho , 2017 por

Quase 130 anos após a abolição da escravidão no Brasil, a desigualdade racial continua estruturalmente enraizada no país. O índice de mortalidade por condições sensíveis à atenção primária (mortes evitáveis) é entre 17% e 23% maior em brasileiros que se autodeclaram negros ou pardos. Entretanto, a expansão da atenção primária possui um papel importante na redução de iniquidades sociais em saúde e pode ajudar a reverter estes números.






Atlas da Violência 2017

segunda-feira, 12, junho , 2017 por

O Brasil registrou, em 2015, 59.080 homicídios. Isso significa 28,9 mortes a cada 100 mil habitantes. Os números representam uma mudança de patamar nesse indicador em relação a 2005, quando ocorreram 48.136 homicídios. As informações estão no Atlas da Violência 2017, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O estudo analisa os números e as taxas de homicídio no país entre 2005 e 2015 e detalha os dados por regiões, Unidades da Federação e municípios com mais de 100 mil habitantes. Apenas 2% dos municípios brasileiros (111) respondiam, em 2015, por metade dos casos de homicídio no país, e 10% dos municípios (557) concentraram 76,5% do total de mortes.






Página 1 de 10
TOP