Crise econômica e austeridade

quinta-feira, 13, fevereiro , 2020 por

Um estudo inédito conduzido por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia) detectou um aumento nas taxas de suicídio e homicídio após o Brasil ter sido afetado pela crise econômica e adotado medidas de austeridade, em 2014.

Aos 77 anos, faleceu em 19 de dezembro a antropóloga Alba Zaluar, fundadora do Núcelo de Pesquisa em Violências da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (NUPEVI/UERJ). Aposentada desde 2012, atuava ainda como pesquisadora visitante do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP/UERJ), coordenando pesquisas sobre violências em diversos contextos. Como legado, a pesquisadora deixa dezenas de artigos, livros e capítulos sobre segurança pública, violência urbana, violência doméstica, tráfico de drogas, dentre outros temas, além de estudantes formados em centros de pesquisas como o Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ) e a Universidade de Campinas (Unicamp).

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa (CABSIn) firmaram na sexta-feira (22), em São Paulo (SP), um acordo para promoção de iniciativas em diversas áreas da saúde pública.

O Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz traz para o Brasil o economista americano Randall Wray, pesquisador do conceituado Levy Economics Institute do Bard College e um dos principais autores da Teoria Moderna da Moeda (MMT, na sigla em inglês). Wray participará de seminário Políticas sociais e pleno emprego: A Teoria Moderna da Moeda como alternativa, no dia 26 de novembro, apresentando os conceitos-chaves da teoria que ajudou a construir e suas implicações na construção de uma abordagem alternativa para o financiamento de políticas sociais. A apresentação de Randall Wray será realizada no Centro de Convenções Sul América, no Rio de Janeiro, às 9h. Ao seu lado, na mesa, estarão os economistas e professores Pedro Rossi, da Universidade de Campinas (Unicamp) e José Márcio Camargo, da PUC-Rio, com mediação do pesquisador Carlos Gadelha, coordenador das Ações de Prospecção da Fiocruz. O evento terá transmissão online.

A (in)seguridade social do futuro

quarta-feira, 06, novembro , 2019 por

Artigo publicado na revista Conjuntura Econômica avalia riscos do cenário de inseguridade social que se impõe ao Brasil.

Leia na íntegra.

Brasil busca redução de mortes materno-infantis

quinta-feira, 19, setembro , 2019 por

O Brasil reviu as metas de redução da mortalidade materna e mortalidade neonatal e na infância estabelecidas no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 3, relativo à saúde e bem-estar, para adequá-las à realidade nacional. A meta referente à mortalidade materna, por exemplo, foi ajustada para até 30 mortes por 100 mil nascidos vivos, enquanto a meta global para 2030 é de menos de 70 óbitos. Em 2010, essa meta já tinha sido superada, mas o indicador permanece em níveis elevados, tendo registrado 64,4 óbitos por 100 mil nascidos vivos em 2016.

O número de países com estratégias nacionais de prevenção ao suicídio aumentou nos cinco anos desde a publicação do primeiro relatório global da OMS sobre suicídio, afirma a Organização Mundial da Saúde (OMS) à véspera do Dia Mundial para Prevenção do Suicídio, 10 de setembro. No entanto, o número total de países com estratégias (38) ainda é baixo e os governos precisam se comprometer a estabelecê-las.

Após circularem declarações levianas como as de que não há fome no Brasil; não há desmatamentos na Amazônia; não há necessidade de produção pública de medicamentos; e agrotóxicos são defensivos agrícolas, vemos na imprensa que um grupo de deputados de dez partidos políticos considera não haver necessidade de regulação sanitária no país. Tentam nos levar a uma ponte para o passado.

Novas orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicadas nesta terça-feira (14) revelam que as pessoas podem reduzir o risco de desenvolver demência ao praticar exercícios regularmente, não consumir tabaco, evitar o uso nocivo de álcool, controlar seu peso, ter uma dieta saudável e manter níveis saudáveis de pressão arterial, colesterol e açúcar no sangue.

Em reunião dos ministros da Agricultura do G20, em Niigata, no Japão, o chefe da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, alertou na sexta-feira (11) para o que descreveu como uma “globalização da obesidade”. Atualmente, mais de 2 bilhões de pessoas no mundo estão acima do

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