Inédito no Simpósio, os movimentos sociais tiveram participação importante nas discussões com pesquisadores no eixo que discutiu o desenvolvimento e os conflitos territoriais, a luta pela saúde e ambiente nos territórios Pesquisadores e movimentos sociais estiveram reunidos na tarde do primeiro dia de programação do 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente da Abrasco, em

Retratar a situação de saúde e das doenças transmissíveis relacionadas à pobreza dos brasileiros. Este é o objetivo da 10ª edição do livro Saúde Brasil 2013, lançada pelo secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, em 29/10, durante a abertura da 14ª Expoepi. A nova edição do ‘Saúde Brasil’ traz uma análise sobre a situação de saúde dos brasileiros. A cada ano o livro aborda uma temática específica. Este ano, a maior parte dos capítulos estão associados à questão da saúde e a pobreza no Brasil.






Não é uma falácia quando se afirma que os conflitos ambientais e sociais no campo, nas florestas e cidades provocam impactos na vida das populações. Como afirmou Cristiane Faustino, durante o 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente da Abrasco, em Belo Horizonte, os projetos econômicos demandam da terra, dos territórios, da água, dos recursos da natureza, e esse movimento do que chamam de “desenvolvimento” acaba criando um consenso social sobre essa necessidade.






Um estudo do Ministério da Saúde revela que a frequência de adultos que dirigem após o consumo abusivo de álcool foi reduzida em 45% em sete anos. O índice passou de 2% em 2007, para 1,1% em 2013. A redução mostra uma mudança significativa nos hábitos da população após a aprovação das duas edições da lei seca (2008-2012), tornando mais rígida a proibição do consumo de álcool associado à direção. De acordo com o estudo, houve uma queda de 47% no consumo de bebidas alcóolicas associado à direção entre os homens.






Começa Consulta Pública para normas sobre parto

segunda-feira, 20, outubro , 2014 por

Já estão disponíveis para análise as duas propostas de normativos colocadas em consulta pública pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre parto. Ambas visam à redução de cesarianas desnecessárias entre consumidoras de planos de saúde. O envio das contribuições ocorrerá de 24 de outubro a 23 de novembro e deverá ser feito exclusivamente em formulário disponível no portal da ANS






Conferência da ONU debate desigualdade

segunda-feira, 13, outubro , 2014 por

A conferência “Desigualdade: mensuração, tendências, impactos e políticas”, realizada em setembro na Finlândia, discutiu os mais recentes avanços na mensuração da desigualdade de renda, riqueza e do desenvolvimento humano. Foi discutido o impacto da desigualdade no desenvolvimento, assim como o impacto do desenvolvimento sobre a desigualdade, buscando extrair implicações para políticas de redução da desigualdade e pobreza, como sistemas de proteção social e tributários eficientes e equitativos que busquem a redistribuição.






Brasil reduz a pobreza extrema em 75%, diz FAO

segunda-feira, 29, setembro , 2014 por

O Mapa da Fome 2013, apresentado em setembro, em Roma, pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) mostra que o Brasil conseguiu reduzir a pobreza extrema – classificada com o número de pessoas que vivem com menos de US$ 1 ao dia – em 75% entre 2001 e 2012. No mesmo período, a pobreza foi reduzida em 65%. Apresentado como um dos casos mundiais de sucesso na redução da fome, o Brasil, no entanto, ainda tem mais de 16 milhões de pessoas vivendo na pobreza: 8,4% da população brasileira vive com menos de US$ 2 por dia.






O Brasil é o oitavo país entre os com maior número de suicídios registrados, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em 2012, no Brasil foram registradas 11.821 mortes por suicídio, sendo 9.918 de homens e 2.623 de mulheres, uma taxa de 6% para cada 100.000. A maioria das pessoas que cometem suicídio no mundo tem mais de 50 anos e o suicídio afeta duas vezes mais os homens do que as mulheres, de acordo com este relatório da OMS publicado em Genebra, o primeiro de seu tipo.






Em matéria publicada pelo jornal Correio Braziliense, o pesquisador da Universidade de Brasilía e integrante do projeto Brasil Saúde Amanhã fala sobre a tendência de crescimento das doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, câncer e hipertensão. Os dados mostram que a taxa de mortes a cada 100 mil habitantes por isquemias, a exemplo do infarto do miocárdio, deve crescer em 52%. O mesmo deve ocorrer com o diabetes, com aumento do índice de óbitos em 58,2%.






Está disponível online o livro digital “Pesquisa Nacional sobre o Uso de Crack – Quem são os usuários de crack e/ou similares do Brasil? Quantos são nas capitais brasileiras?”, organizado por pesquisadores da Fiocruz, em parceria entre a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad). A pesquisa é considerada a maior do mundo na temática e traz uma ampla investigação, que buscou delinear o perfil dos usuários de crack no Brasil e estimar a proporção dessa população nas 26 capitais e no Distrito Federal.






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