Conferência da ONU debate desigualdade

segunda-feira, 13, outubro , 2014 por

A conferência “Desigualdade: mensuração, tendências, impactos e políticas”, realizada em setembro na Finlândia, discutiu os mais recentes avanços na mensuração da desigualdade de renda, riqueza e do desenvolvimento humano. Foi discutido o impacto da desigualdade no desenvolvimento, assim como o impacto do desenvolvimento sobre a desigualdade, buscando extrair implicações para políticas de redução da desigualdade e pobreza, como sistemas de proteção social e tributários eficientes e equitativos que busquem a redistribuição.

Brasil reduz a pobreza extrema em 75%, diz FAO

segunda-feira, 29, setembro , 2014 por

O Mapa da Fome 2013, apresentado em setembro, em Roma, pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) mostra que o Brasil conseguiu reduzir a pobreza extrema – classificada com o número de pessoas que vivem com menos de US$ 1 ao dia – em 75% entre 2001 e 2012. No mesmo período, a pobreza foi reduzida em 65%. Apresentado como um dos casos mundiais de sucesso na redução da fome, o Brasil, no entanto, ainda tem mais de 16 milhões de pessoas vivendo na pobreza: 8,4% da população brasileira vive com menos de US$ 2 por dia.






O Brasil é o oitavo país entre os com maior número de suicídios registrados, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em 2012, no Brasil foram registradas 11.821 mortes por suicídio, sendo 9.918 de homens e 2.623 de mulheres, uma taxa de 6% para cada 100.000. A maioria das pessoas que cometem suicídio no mundo tem mais de 50 anos e o suicídio afeta duas vezes mais os homens do que as mulheres, de acordo com este relatório da OMS publicado em Genebra, o primeiro de seu tipo.






Em matéria publicada pelo jornal Correio Braziliense, o pesquisador da Universidade de Brasilía e integrante do projeto Brasil Saúde Amanhã fala sobre a tendência de crescimento das doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, câncer e hipertensão. Os dados mostram que a taxa de mortes a cada 100 mil habitantes por isquemias, a exemplo do infarto do miocárdio, deve crescer em 52%. O mesmo deve ocorrer com o diabetes, com aumento do índice de óbitos em 58,2%.






Está disponível online o livro digital “Pesquisa Nacional sobre o Uso de Crack – Quem são os usuários de crack e/ou similares do Brasil? Quantos são nas capitais brasileiras?”, organizado por pesquisadores da Fiocruz, em parceria entre a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad). A pesquisa é considerada a maior do mundo na temática e traz uma ampla investigação, que buscou delinear o perfil dos usuários de crack no Brasil e estimar a proporção dessa população nas 26 capitais e no Distrito Federal.






Com base no trabalho desenvolvido por pesquisadores ingleses, matéria jornalística publicada pelo portal DSS Brasil aponta os prós e os contras de duas abordagens no cuidado à saúde: a individual, voltada para pacientes de alto risco, e a de base populacional, direcionada para um maior número de indivíduos da população que inclui aqueles de médio e baixo risco.






A proibição, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do uso de aditivos que conferem aroma e sabor aos produtos derivados do tabaco foi objeto de estudo de pesquisadoras da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Em uma análise do processo regulatório, o trabalho aponta uma interferência direta da indústria fumageira e de grupos de interesse na tomada de decisão e na implementação da Resolução 14/2012.






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