A Presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, reuniu-se dia 24 de janeiro com uma delegação britânica, composta pelo encarregado de negócios do Reino Unido, Wasim Mir, e pela diretora da rede de Ciência e Inovação do Reino Unido, Julia Knights. Na primeira visita oficial desde sua posse, a presidente tratou de acordos de cooperação já existentes entre a Fundação e o Reino Unido, assim como de possíveis novas colaborações entre a instituição e o país europeu.

Brasil gasta menos que outros países com P&D

segunda-feira, 23, janeiro , 2017 por

Em 2015, o governo federal gastou R$ 37,1 bilhões com ciência e tecnologia (C&T). Isso significa 0,63% do Produto Interno Bruto (PIB). O dado está no artigo Dispêndios do Governo Federal em C&T e P&D: esforços e perspectivas recentes, que faz parte da 48ª edição do Boletim Radar, publicado pelo Ipea. Os autores, Priscila Koeller,

Desigualdades em saúde no Brasil

segunda-feira, 28, novembro , 2016 por

O International Journal of Equity in Health publicou, neste mês de novembro, uma coletânea de 14 artigos que traça um panorama das desigualdades em saúde no Brasil com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013. A edição contém também três comentários com acesso aberto que abordam temas relacionados ao acesso e utilização de serviços de saúde, doenças crônicas, saúde materna, saúde mental e violência. Segundo a publicação, foram usados dados de mais de 60 mil pessoas e selecionados trabalhos que tocam temas-chave das desigualdades no Brasil e exploram as diferentes maneiras pelas quais as condições sociais refletem aspectos das desigualdades na saúde.






Delegações estrangeiras e de estados brasileiros que estiveram em Curitiba semana passada conhecendo o projeto “A Hora é Agora” demonstraram interesse pelo projeto-piloto de autotestagem voltado para o público gay e HSH, realizado na capital do Paraná pela filial brasileira do CDC, em parceria com a prefeitura local, a Fiocruz e o Grupo Dignidade, e com apoio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.






O Ipea reuniu no dia 10 de setembro, em Brasília, os organizadores do livro “O Direito à Água como Política Pública na América Latina: uma exploração teórica e empírica”, para um seminário sobre o tema. Idealizadora e uma das editoras da publicação, a técnica de planejamento e pesquisa do Ipea Maria da Piedade Morais, falou que são 27 autores que, em 13 capítulos, analisam a questão do direito à água em algumas de suas muitas dimensões e expressões concretas, as diferentes realidades e as políticas públicas destinadas a implementar esse direito nas últimas duas décadas em seis países latinos: Brasil, Argentina, México, Nicarágua, Peru, Uruguai e Venezuela. “O interessante é que o livro traz algumas das linhas de trabalho da Rede Waterlat”, observou a pesquisadora.






Discutir os possíveis cenários para o setor Saúde a médio e longo prazo no país é o desafio do seminário Brasil Saúde Amanhã: horizontes para os próximos 20 anos, realizado entre os dias 17 e 18 de setembro, no campus da Fundação Oswaldo Cruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro. O reuniu os pesquisadores que compõem o grupo multidisciplinar de pesquisa da rede Brasil Saúde Amanhã, resultado da parceria da Fiocruz com a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), o Ministério da Saúde e o Instituto de Pesquisa Econômica Apli-cada (Ipea).






Os impactos da crise econômica e política na saúde da população brasileira são tema da oitava edição do boletim informativo do Observatório de Análise Política em Saúde. Analisam os efeitos da crise e as alternativas para mitigá-los os pesquisadores Cesar Victora, epidemiologista e professor emérito da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel); Maurício Barreto, pesquisador da Fiocruz Bahia; e Fabiola Sulpino Vieira, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).






Debate promovido pelo CEE/Fiocruz aponta para a importância de se elaborar um projeto nacional de desenvolvimento, construído a partir da participação popular. O momento de crise torna ainda mais relevantes os esforços prospectivos de futuro e o planejamento estratégico de longo prazo, como ressaltam o economista Carlos Gadelha, da Fiocruz, e o cientista político Luis Fernandes, da UFRJ.






Desenvolvimento sem pobreza

segunda-feira, 24, outubro , 2016 por

Nas últimas décadas, a pobreza extrema foi reduzida significativamente em todo o mundo. Um relatório recente do Banco Mundial (Poverty and Shared Prosperity 2016: Taking on Inequality) mostra que entre 1990 e 2013, a taxa de pobreza extrema, que mede a proporção da população vivendo com renda abaixo da linha internacional de pobreza extrema (US$1,90 por dia) foi reduzida em aproximadamente 70%, passando de 35% para 10.7% da população global. O número total de pobres extremos no mundo decresceu em quase 60%, passando de 1.85 bilhões em 1990 para 767 milhões em 2013. Ou seja, o mundo tem hoje mais de um bilhão de pobres a menos do que tinha a duas décadas e meia atrás, apesar da população global ser 36% maior.






SUS: o que é e o que poderá ser

segunda-feira, 19, setembro , 2016 por

“Há um risco de que, pela primeira vez, desde a constituição de 1988, tenhamos um governo com a postura anti-SUS”. A frase do médico sanitarista e ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão guiou os debates ocorridos durante a mesa redonda SUS: o que é e o que poderá ser, organizada pela Casa de Oswaldo Cruz, para refletir sobre avanços e paradoxos do projeto de saúde pública brasileiro, principalmente em meio à conjuntura política, social e econômica pela qual o país vem passando. Ao lado de Temporão, o vice-presidente da Abrasco, Nilton Pereira Junior, e Ruben de Araújo Mattos, do Instituto de Medicina Social da UERJ, analisaram a trajetória do SUS em seus quase 30 anos de existência, desde os primeiros movimentos em defesa de um sistema de saúde universal e integral, à luta pela garantia constitucional e a inserção de instrumentos de controle social na sua estrutura.






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