SUS em debate

quinta-feira, 24, novembro , 2016 por

Em entrevista à Revista Consensus, o Ministro da Saúde, Marcelo Castro, fala sobre como o momento econômico que o país atravessa afeta o SUS e também sobre os desafios e as prioridades da sua gestão. Entre os outros temas, ele debate o financiamento, judicialização, recursos humanos do SUS, gestão tripartite e controle social. Saiba quais são os planos do gestor para melhorar o nível de saúde da população brasileira.

Sistemas de saúde devem ser resilientes

segunda-feira, 21, novembro , 2016 por

Uma das principais lições da recente epidemia de ebola na África Ocidental foi a de que os sistemas de saúde fracos – aqueles que não podem atender às necessidades de saúde das pessoas em tempos normais — não conseguem lidar efetivamente com epidemias ou outras emergências de saúde, afirmou a Diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, no quarto Simpósio Global de Pesquisas sobre Sistemas de Saúde, no Canadá. “Preparação requer mais do que planos de emergência e exercícios de simulação”, declarou Etienne. “Significa fortalecer os aspectos centrais dos sistemas de saúde, desde os recursos humanos e o acesso aos medicamentos até os sistemas de informação e as medidas legais para apoiar a ação de saúde pública”.






Regionalização deve diminuir desigualdades

segunda-feira, 14, novembro , 2016 por

A regionalização está avançando no Brasil, mas ainda muito lentamente. É o que afirma a pesquisadora da ENSP/Fiocruz, Ligia Giovanella, em entrevista à Região e Redes. Um desafio importante para acelerar o processo é encontrar uma forma efetiva de cogestão entre estados e municípios. Outro, é colocar os gestores municipais para pensarem juntos, de um modo mais cooperativo e operativo, a oferta e a organização de serviços em saúde. Segundo ela, isso melhorará a oferta pública de serviços de saúde que no Brasil é muito privatizada: 65% dos leitos hoje são particulares.






O Brasil, representado pela USP, passou a integrar a Iniciativa Global de Reabilitação em Câncer, somando esforços na busca por estabelecer diretrizes de atendimento com o objetivo de otimizar a reabilitação e promover melhor qualidade de vida aos pacientes oncológicos. A iniciativa surgiu nos Estados Unidos, liderada pelo National Institutes of Health, e favorece a articulação entre diversos setores e a formação de redes multidisciplinares, capazes de oferecer amplos níveis de assistência, ao longo de todo o processo terapêutico.






Envelhecimento e políticas públicas

segunda-feira, 31, outubro , 2016 por

Especialistas debateram, em seminário na Fiocruz, a implementação da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa em médio e longo prazo. Entre os desafios, estão a qualificação de gestores, profissionais, técnicos e auxiliares, além de cuidadores, e o acesso amplo às Políticas de Saúde do Idoso. Os pesquisadores mostraram o que já vem sendo desenvolvido pela Fiocruz para superar os gargalos hoje existentes e garantir um futuro com melhor atendimento ao idoso. Alguns exemplos são o trabalho do Grupo de Informação em Saúde e Envelhecimento e o curso on-line “Informação e indicadores para a gestão de saúde do idoso no Rio de Janeiro”.






A solução para o SUS não é um Brazilcare

segunda-feira, 10, outubro , 2016 por

Em artigo publicado na Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde (Reciis), a pesquisadora Isabela Soares Santos, da Ensp/Fiocruz, discute a proposta de planos de saúde acessíveis e sua relação com os enfrentamentos que o Sistema Único de Saúde vem sofrendo desde sua criação. Intitulado “A solução para o SUS não é um Brazilcare”, o artigo tem o intuito de contribuir para o debate sobre o tamanho do SUS e das políticas públicas diante da solução apresentada pelo atual governo de cortar os gastos sociais. “Esse artigo reforça o porquê de a criação de planos acessíveis não ser a melhor solução para resolver o problema da saúde pública”, afirma a pesquisadora. O texto foi publicado no volume 3, número 10 da Reciis.






As regras para a construção da Agenda Regulatória da Anvisa para o quadriênio 2017/2020 foram aprovadas pela Diretoria Colegiada da Agência dia 27 de setembro. Além das normas, o documento que recebeu a chancela dos diretores estabelece a estrutura, as diretrizes estratégicas e as etapas do processo. A Agenda Regulatória terá dois blocos: temas anuais e temas cuja complexidade da regulação ultrapassam o prazo de um ano. O documento contará com uma etapa de Diálogos Internos e Setoriais, para promover a participação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e da sociedade na identificação de problemas regulatórios relacionados ao marco legal existente, às inovações relacionadas à atuação regulatória da Anvisa e a doenças e agravos que exigem ações de vigilância sanitária na esfera federal.






Uso racional de medicamentos

segunda-feira, 26, setembro , 2016 por

Novo fascículo da série “Uso Racional de Medicamentos: fundamentação em condutas terapêuticas e nos macroprocessos da Assistência Farmacêutica”, da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), aborda o tema “Dispensação: dispensar e entregar não são sinônimos”. O artigo foi escrito pelo farmacêutico e mestre em Saúde Pública José Miguel do Nascimento Júnior, com colaboração de Maria Ondina Paganelli, Noemia Urruth Leão Tavares, Orlando Mário Soeiro e Karen Sarmento Costa. A dispensação de medicamentos pode ocorrer durante a consulta farmacêutica ou diretamente nos pontos de acesso da Rede de Unidades de Saúde. Neste momento, é fundamental assegurar que o medicamento seja entregue ao usuário certo, na dose prescrita, na quantidade adequada e com orientações sobre seu uso racional.






ANS lança projeto Idoso Bem Cuidado

segunda-feira, 12, setembro , 2016 por

O modelo de cuidado que está sendo proposto pela ANS às operadoras e prestadores é composto por cinco níveis de cuidado: acolhimento, núcleo integrado de cuidado, ambulatório geriátrico, cuidados complexos de curta duração e cuidados longa duração. O maior destaque está nos três primeiros níveis, ou seja, nas instâncias leves de cuidado. “O reconhecimento precoce do risco reduz o impacto das condições crônicas na funcionalidade do idoso, fazendo com que seja possível monitorar a saúde e não a doença.






Além das fronteiras municipais

segunda-feira, 01, agosto , 2016 por

Coordenadora do estudo que resultou no livro Atenção Primária à Saúde na Coordenação do Cuidado em Regiões de Saúde, a professora do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal Fluminense, Patty Fidelis de Almeida, adianta em entrevista ao portal Regiões e Redes, alguns resultados de sua pesquisa. Realizada em três regiões de saúde da Bahia, o trabalho identifica, entre outras coisas, a existência de “diferentes racionalidades trabalhando para construir ou para inviabilizar as redes, por meio de embates explícitos e de lógicas ocultas, como disputas de poder e de espaços”.






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