Populações negligenciadas em foco

segunda-feira, 24, abril , 2017 por

Na OMS, Nísia Trindade Lima afirma que é preciso “pensar em populações negligenciadas e não apenas em doenças negligenciadas”

Depressão: vamos conversar!

segunda-feira, 10, abril , 2017 por

No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta sobre a depressão, doença que atinge 11 milhões de brasileiros e 300 milhões de pessoas em todo o mundo






Segurança no uso de medicamentos

segunda-feira, 03, abril , 2017 por

OMS lança estratégia global para reduzir em 50% os danos graves e evitáveis associados a medicamentos, nos próximos cinco anos






A Previdência Social em 2060

segunda-feira, 27, março , 2017 por

Plataforma Política Social aponta inconsistências do modelo de projeção atuarial do governo brasileiro.






Pesquisa do Cancer Research UK relaciona crescimento do número de tumores femininos ao aumento da obesidade






Depressão cresce em todo o mundo

segunda-feira, 06, março , 2017 por

Estudo da OMS revela que doença aumentou 18% entre 2005 e 2015. No Brasil, 5,8% da população tem depressão.






EUA: novas infecções por HIV caem 18%

sexta-feira, 24, fevereiro , 2017 por

Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pediu iniciativas para atender grupos mais suscetíveis à epidemia. De 2008 a 2014, o número de novas infecções por HIV teve uma queda de 18% nos Estados Unidos. Entre pessoas que usam drogas injetáveis no país, a redução foi ainda maior — 56%. No mesmo período, contudo,

No Dia Internacional do Preservativo, 13 de fevereiro, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pediu que os países eliminem as barreiras que dificultam o acesso e o uso de preservativos. Os preservativos são um meio eficaz de prevenir o HIV e doenças sexualmente transmissíveis. Em 2015, ocorreram 2,1 milhões de novas infecções por HIV em todo o mundo. O aumento do acesso a preservativos é um elemento fundamental para reduzir novas infecções por HIV para menos de 500 mil até 2020 — um marco importante nos esforços para acabar com a epidemia de AIDS até 2030.






Envelhecer não é um fardo

domingo, 12, fevereiro , 2017 por

Como sustentar a Previdência Social no futuro se a população brasileira está envelhecendo? Essa pergunta, que está no centro do debate sobre a Reforma da Previdência, tem um aspecto que não está sendo levado em conta, como enfatizou à revista Radis o economista do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e especialista em mudanças demográficas, Frederico Melo: até o presente, no Brasil, o envelhecimento populacional foi impulsionado principalmente pela redução dos nascimentos de filhos por mulher e não pelo fato de que as pessoas estão vivendo por mais tempo. “Não há ligação automática entre o envelhecimento da população e a necessidade de reforma previdenciária”, explica. Segundo ele, o aumento da proporção de idosos no Brasil tem ocorrido por conta da redução da fecundidade, em razão da queda no ritmo de nascimentos. Com isso, como nascem menos crianças, cresce o número proporcional de idosos em relação aos extratos mais jovens.






Estabelecido há quase 40 anos, o atual esquema de tratamento para a hanseníase, uma poliquimioterapia que combina diferentes antibióticos para combater a bactéria Mycobacterium leprae, possibilitou a cura da doença e é um dos pilares da busca pela eliminação do agravo. Para que essa conquista não seja ameaçada, a vigilância das bactérias resistentes aos medicamentos foi destacada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na mais recente Estratégia Global para Hanseníase, publicada em 2016. Em entrevista, o chefe do Laboratório de Hanseníase do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Milton Ozório Moraes, relata que estudos indicam que 8% dos casos de recidiva, quando a doença retorna após a conclusão do tratamento, se devem justamente a bactérias resistentes. Como não há levantamentos amplos para dimensionar o problema, os dados podem estar subestimados. “Controlar a disseminação da resistência é fundamental para evitar que medicamentos usados com sucesso por décadas se tornem ineficazes, gerando um grave problema de saúde pública”, afirma o pesquisador. O cientista destaca ainda a importância do diagnóstico precoce da infecção para evitar danos irreversíveis e garantir a interrupção da transmissão do agravo.






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