EUA: novas infecções por HIV caem 18%

sexta-feira, 24, fevereiro , 2017 por

Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pediu iniciativas para atender grupos mais suscetíveis à epidemia. De 2008 a 2014, o número de novas infecções por HIV teve uma queda de 18% nos Estados Unidos. Entre pessoas que usam drogas injetáveis no país, a redução foi ainda maior — 56%. No mesmo período, contudo,

No Dia Internacional do Preservativo, 13 de fevereiro, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pediu que os países eliminem as barreiras que dificultam o acesso e o uso de preservativos. Os preservativos são um meio eficaz de prevenir o HIV e doenças sexualmente transmissíveis. Em 2015, ocorreram 2,1 milhões de novas infecções por HIV em todo o mundo. O aumento do acesso a preservativos é um elemento fundamental para reduzir novas infecções por HIV para menos de 500 mil até 2020 — um marco importante nos esforços para acabar com a epidemia de AIDS até 2030.






Envelhecer não é um fardo

domingo, 12, fevereiro , 2017 por

Como sustentar a Previdência Social no futuro se a população brasileira está envelhecendo? Essa pergunta, que está no centro do debate sobre a Reforma da Previdência, tem um aspecto que não está sendo levado em conta, como enfatizou à revista Radis o economista do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e especialista em mudanças demográficas, Frederico Melo: até o presente, no Brasil, o envelhecimento populacional foi impulsionado principalmente pela redução dos nascimentos de filhos por mulher e não pelo fato de que as pessoas estão vivendo por mais tempo. “Não há ligação automática entre o envelhecimento da população e a necessidade de reforma previdenciária”, explica. Segundo ele, o aumento da proporção de idosos no Brasil tem ocorrido por conta da redução da fecundidade, em razão da queda no ritmo de nascimentos. Com isso, como nascem menos crianças, cresce o número proporcional de idosos em relação aos extratos mais jovens.






Estabelecido há quase 40 anos, o atual esquema de tratamento para a hanseníase, uma poliquimioterapia que combina diferentes antibióticos para combater a bactéria Mycobacterium leprae, possibilitou a cura da doença e é um dos pilares da busca pela eliminação do agravo. Para que essa conquista não seja ameaçada, a vigilância das bactérias resistentes aos medicamentos foi destacada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na mais recente Estratégia Global para Hanseníase, publicada em 2016. Em entrevista, o chefe do Laboratório de Hanseníase do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Milton Ozório Moraes, relata que estudos indicam que 8% dos casos de recidiva, quando a doença retorna após a conclusão do tratamento, se devem justamente a bactérias resistentes. Como não há levantamentos amplos para dimensionar o problema, os dados podem estar subestimados. “Controlar a disseminação da resistência é fundamental para evitar que medicamentos usados com sucesso por décadas se tornem ineficazes, gerando um grave problema de saúde pública”, afirma o pesquisador. O cientista destaca ainda a importância do diagnóstico precoce da infecção para evitar danos irreversíveis e garantir a interrupção da transmissão do agravo.






Enfrentando a Aids

segunda-feira, 09, janeiro , 2017 por

“Take the challenge. End AIDS” (“Aceite o desafio. Acabe com a aids”, em Português) é o slogan da campanha realizada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) para o Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado neste 1º de dezembro. A iniciativa insta os governos e a sociedade a intensificarem as nove medidas para acabar com a epidemia de aids até 2030.






Pesquisadora da Fiocruz Pernambuco, Celina Turchi foi eleita uma das 10 personalidades do ano na Ciência pela revista britânica Nature¸ por seu trabalho para o estabelecimento da relação entre o vírus zika e a microcefalia em bebês. A revista destaca que Turchi integrou uma rede de epidemiologistas, pediatras, neurologistas e biólogos que levou a resultados “formidáveis”. Segundo a publicação, quando Turchi e seus colegas começaram suas pesquisas, o conhecimento sobre o zika era extremamente limitado. A revista afirma ainda que a médica ajudou a produzir uma quantidade suficiente de evidências para demonstrar o vínculo entre o vírus e malformações fetais.






Novo protocolo sobre microcefalia

segunda-feira, 19, dezembro , 2016 por

O Ministério da Saúde divulgou dia 12 de dezembro o documento “Orientações Integradas de Vigilância e Atenção à Saúde no âmbito da Emergência de Saúde Pública”, elaborado pelas Secretarias de Atenção à Saúde (SAS) e Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS). Seu objetivo principal é integrar e ampliar as ações e serviços relacionados ao monitoramento das alterações no desenvolvimento, identificadas da gestação até a primeira infância, que podem ter relação com infecções pelos vírus zika, sífilis, toxoplasmose, citomegalovírus e herpes simplex, além de outras etiologias infecciosas.






A rubéola e a síndrome da rubéola congênita estão oficialmente eliminadas no Brasil e nos demais países das Américas. No último dia 02 de dezembro, o Ministério da Saúde (MS) brasileiro recebeu o Certificado de Eliminação da doença da Organização Mundial da Saúde (OMS) em uma cerimônia realizada em Brasília. Os últimos casos de transmissão da rubéola e da síndrome da rubéola congênita no país ocorreram em 2008 e 2009, respectivamente.






Aids: avanços, desafios e retrocessos

segunda-feira, 05, dezembro , 2016 por

O Brasil, que já esteve na posição de modelo para o mundo na resposta à epidemia do HIV e da Aids, atualmente, na opinião de alguns especialistas, perdeu a capacidade de construir uma resposta à epidemia utilizando o seu maior trunfo: a experiência dos movimentos sociais. Para a Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), o país deixou de lado a expertise para o amplo diálogo intersetorial, a articulação da saúde com os direitos humanos e a capacidade de atenção aos princípios da universalidade, da justiça e da participação social. Para a OPAS, a solução está na intensificação de nove medidas, que juntas podem acabar com a doença até 2030.






Representantes dos países das Américas participaram, em 1º de dezembro, do encerramento da “Reunião Regional de pólio: próximos passos para certificação e contenção”, em Brasília. O evento, organizado pela Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), teve por objetivo atualizar os comitês nacionais de certificação dos países das Américas sobre seus papeis e responsabilidades na fase final de erradicação da pólio.






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