O Brasil possui a maior reserva terrestre de águas superficiais, além de duas das maiores áreas úmidas do mundo – o Pantanal Mato-Grossense e a Bacia Amazônica – e vastos reservatórios de água subterrânea. Essa abundância de água, porém, não garante a segurança hídrica do país. O recurso natural está distribuído de forma bastante desigual pelo território nacional e, sem investimentos em infraestrutura para garantir o abastecimento, 74 milhões de brasileiros podem sofrer com a falta d’água até 2035.

Editorias

O Brasil possui a maior reserva terrestre de águas superficiais, além de duas das maiores áreas úmidas do mundo – o Pantanal Mato-Grossense e a Bacia Amazônica – e vastos reservatórios de água subterrânea. Essa abundância de água, porém, não garante a segurança hídrica do país. O recurso natural está distribuído de forma bastante desigual pelo território nacional e, sem investimentos em infraestrutura para garantir o abastecimento, 74 milhões de brasileiros podem sofrer com a falta d’água até 2035.






Editorias

Acesse, em inglês, o Sumário para Formuladores de Políticas do Relatório de Avaliação Global sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos.

Leia na íntegra.






Editorias

As taxas de extinção de espécies animais e vegetais estão aumentando em uma escala sem precedentes. A abundância média de espécies nativas na maioria dos principais hábitats terrestres caiu em, pelo menos, 20%, principalmente desde 1900. Mais de 40% das espécies de anfíbios, quase 33% dos corais e mais de um terço de todos os mamíferos estão ameaçados.






Editorias

A poluição do ar não é um problema novo. Estamos preocupados com nevoeiros contaminados com fumaças há séculos, das conhecidas “smogs” de Londres no século 19 aos nevoeiros que frequentemente encobrem cidades como Pequim e Délhi nos dias atuais. A novidade, no entanto, é a noção do quão exatamente isso é ruim para nossa saúde.






Editorias

Bruno Latour e a mudança climática

quinta-feira, 04, abril , 2019 por

Bruno Latour (Beaune, 1947) é um dos filósofos franceses mais influentes da atualidade. Acaba de publicar Down to Earth. Politics in the New Climatic Regime(Com os pés no chão. Política no novo regime climático, em tradução livre). O livro faz um diagnóstico sobre um mundo onde tudo é perturbado pela mudança climática e permite compreender fenômenos que vão das desigualdades até a globalização, passando pela ascensão do populismo. A obra também é um pedido de ação e um manifesto europeísta. E, finalmente, uma síntese do pensamento de um precursor de disciplinas como a sociologia da ciência sobre os fatos e a verdade.






Editorias

O Brasil possui mais água doce que qualquer outro país do mundo – 12% do volume total do Planeta. Isso cria uma falsa premissa de que o suprimento estável de água de boa qualidade estará sempre disponível. No Brasil, embora haja abundância de água, em comparação com outros países, existe uma grande variedade de riscos relacionados a água, o que representa uma grande incerteza na disponibilidade de água doce para a população. Além disso, os desafios relacionados a água causam múltiplos efeitos sobre o meio ambiente e a economia.






Editorias

A avaliação mais abrangente e rigorosa sobre o estado do meio ambiente, desenvolvida pela ONU Meio Ambiente durante os últimos cinco anos, foi publicada hoje (13) com um alerta de que os danos ao planeta são tão desastrosos que a saúde das pessoas será cada vez mais ameaçada se ações urgentes não forem tomadas.






Editorias

Novo relatório aponta que países não cumprirão a meta global de minimizar os impactos adversos de substâncias químicas e resíduos até 2020.






Editorias

AGENDA 2030 PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

segunda-feira, 25, fevereiro , 2019 por

Observatório de Clima e Saúde entrevista o secretário executivo da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030, Guilherme Franco Netto.






Editorias
Página 1 de 5
TOP