A avaliação mais abrangente e rigorosa sobre o estado do meio ambiente, desenvolvida pela ONU Meio Ambiente durante os últimos cinco anos, foi publicada hoje (13) com um alerta de que os danos ao planeta são tão desastrosos que a saúde das pessoas será cada vez mais ameaçada se ações urgentes não forem tomadas.

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Novo relatório aponta que países não cumprirão a meta global de minimizar os impactos adversos de substâncias químicas e resíduos até 2020.






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AGENDA 2030 PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

segunda-feira, 25, fevereiro , 2019 por

Observatório de Clima e Saúde entrevista o secretário executivo da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030, Guilherme Franco Netto.






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Complementando a série Clima e Saúde, veiculada no site do Icict, Fábio Evangelista, consultor de Desenvolvimento Sustentável da representação da Organização Pan-Americana da Saúde – OPAS/OMS, no Brasil, falou sobre um dos temas abordados na série – a seca na região Nordeste e seus impactos na saúde. Para ele, “os efeitos na saúde podem ser potencializados diante de várias condições já existentes como condições de nutrição e socioeconômicas da população”.






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Mudança do clima e contas públicas

segunda-feira, 23, outubro , 2017 por

Como incluir emissões de gases de efeito estufa no conjunto de contas nacionais? E por que é importante alinhar dados de inventários de emissões nacionais com o sistema de contas-satélites? Para debater essas questões, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) recebeu pesquisadores e autoridades de diversas instituições no “Seminário Internacional – Relacionando Mudança do Clima e Contas Públicas”. O encontro ocorreu em Brasília, nesta terça-feira (17).






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Reforma fiscal ambiental

segunda-feira, 09, outubro , 2017 por

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) defende uma reforma fiscal nos países da região que leve em conta a questão ambiental, disse na quarta-feira (4) Carlos Mussi, representante do órgão das Nações Unidas no Brasil. Tal reforma não se restringiria à tributação verde — ações que oneram ou desoneram atividades econômicas mais ou menos limpas —, mas incluiria de forma mais ampla as questões de finanças e políticas públicas, assim como de planejamento de longo prazo.






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A produção de soja, carne e óleo de palmeira é atualmente o principal condutor do desmatamento tropical. Em vista disso, algumas das maiores organizações de conservação, desenvolvimento e finanças do mundo, assim como países produtores, lançaram nesta quarta-feira (6) uma parceria inovadora em Nova York. Com o principal financiamento proveniente do Fundo Global para o Meio Ambiente (‘Global Environment Facility’, GEF) e com o ‘Green Commodities Programme’ do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) à frente, a tão aguardada “Parceria para o Bom Desenvolvimento” sairá do papel graças à colaboração com a Conservation International, a Corporação Financeira Internacional, a ONU Meio Ambiente, o World Wildlife Fund e os governos de Brasil, Indonésia, Libéria e Paraguai.






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Políticas para o futuro

segunda-feira, 04, setembro , 2017 por

O Programa Cisternas, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), conquistou, nessa terça-feira (22), o segundo lugar no Prêmio Internacional de Política para o Futuro 2017, da organização alemã World Future Council, em parceria com a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação. A Etiópia ganhou a premiação como melhor política do mundo. O programa brasileiro e a China conquistaram o prêmio prata. Já Austrália e Jordânia, o bronze. No total, 27 iniciativas de 18 países – selecionadas por um grupo de organizações internacionais e especialistas em políticas públicas – concorreram na 10ª edição do prêmio. A cerimônia de entrega será promovida em setembro, em Ordos, na China.






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O fosso do saneamento no Brasil

segunda-feira, 07, agosto , 2017 por

Foi lançado recentemente o primeiro relatório sobre o monitoramento das metas relativas a água e esgotos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Estas metas adotam um conceito de acesso aos serviços mais exigente que o adotado no período dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio ODM/ ONU. Por essa razão, o quadro global exibido, para praticamente todos os países, é muito mais pessimista que aquele apontado em 2015, ano final dos ODM. A mensagem é que nos próximos 15 anos (agora já seriam 13) os países necessitarão se esforçar muito para o cumprimento das metas.






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Saúde, Ambiente e Sustentabilidade

segunda-feira, 31, julho , 2017 por

O Programa Institucional de Saúde e Ambiente, da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS/Fiocruz), promoverá o VI Seminário Nacional de Saúde, Ambiente e Sustentabilidade entre os dias 31 de julho e 3 de agosto. O seminário tem por objetivo avaliar os progressos alcançados pela instituição, identificar lacunas e definir estratégias para o enfrentamentos dos desafios futuros. “A relações entre saúde, ambiente e desenvolvimento acompanham a trajetória da Fiocruz desde sua origem. No contexto da Rio-92, esse campo incorporou o conceito de sustentabilidade resultando no fortalecimento da produção técnico científica da instituição”, explica Guilherme Franco Netto, assessor em Ambiente da VPAAPS, no texto de apresentação do evento. Em sua abertura, a atividade contará com a participação da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, do vice-presidente de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde, Marco Menezes, e do diretor da ENSP, Hermano Castro. O seminário será dividido em dois blocos, que compreenderão mesas-redondas, exposições, debates e oficinas de trabalho. Os interessados em participar do seminário devem se inscrever on-line.






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