A região conta com 80% de população urbana e viveu, nos últimos seis anos, um quadro de desaceleração econômica que prejudicou os orçamentos locais e os investimentos em infraestrutura. Ainda assim, a criação de prioridades e soluções simples fez surgir novidades interessantes, como mostrado no recente evento Transformando o Transporte, em Washington, promovido pelo Banco Mundial e o World Resources Institute.

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Durante a COP-13, 170 países discutiram estratégicas para subsidiar a implementação da Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade, no período de 2011 a 2020. A Fiocruz participou da reunião, representada pela Vice-Presidência de Pesquisa e de Coleções Científicas.






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Desmatamento na Amazônia cresceu em 2016

segunda-feira, 16, janeiro , 2017 por

O desmatamento na Amazônia em 2016 foi o maior registrado nos últimos oito anos, mas o perfil fundiário de onde ele aconteceu permaneceu o mesmo pelo menos nos últimos quatro anos – incluindo propriedades privadas, onde mais houve derrubada, apesar do avanço do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Além disso, o ranking dos dez municípios que mais desmataram mudou pouco nos últimos anos. Esse são alguns dos resultados de uma análise feita pelo IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) sobre os dados oficiais divulgados pelo governo federal no fim de 2016.






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Rumo às Cidades Sustentáveis

segunda-feira, 09, janeiro , 2017 por

O lançamento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) pela Organização das Nações Unidas, em setembro de 2015, representa um importante sinal de convergência para o futuro do planeta. Os ODS, também conhecidos como Agenda 2030, são uma evolução dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), uma parceria global entre os países-membros da ONU para a

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No Mato Grosso do Sul, a porção norte do estado poderá apresentar um aumento de até 5,8°C graus na temperatura e uma redução de até 19% no volume de chuvas nos próximos 25 anos. Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita sobre o Mato Grosso do Sul, que identificou a vulnerabilidade à mudança do clima nos 79 municípios do estado. Coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o estudo é uma das atividades realizadas no âmbito do projeto Vulnerabilidade à Mudança do Clima, feito em parceria com o Ministério do Meio Ambiente.






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Assistência social e mudanças climáticas

segunda-feira, 28, novembro , 2016 por

Para preparar comunidades para as mudanças climáticas, o Centro RIO+ das Nações Unidas está elaborando um guia metodológico sobre como incluir riscos ambientais em programas de transferência de renda. O objetivo é ampliar os esforços de adaptação às transformações do clima, que ainda respondem por uma fatia pequena dos investimentos de países para lidar com as consequências do aquecimento global. Dados da Iniciativa de Política do Clima indicam que os recursos destinados ao enfrentamento das mudanças climáticas já chegaram à soma de 391 bilhões de dólares anuais. Desse montante, porém, apenas 25 bilhões irão para iniciativas de adaptação.






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Brasil estimula mercado de biocombustíveis

segunda-feira, 21, novembro , 2016 por

O Governo Federal inaugurou dia 16/11 um mecanismo para promover o uso de biocombustíveis no Brasil e no mercado internacional. O lançamento da Plataforma para o Biofuturo ocorreu na 22ª Conferência das Partes sobre Mudança do Clima (COP 22), em Marrocos. A medida inclui um total de 20 países, entre os mais relevantes para o setor. O objetivo é promover o corte de emissões na área de transporte e, com isso, conter o aquecimento global. A plataforma atrairá as atenções do mundo para iniciativas brasileiras, como o desenvolvimento de biocombustíveis de segunda geração produzidos em território nacional.






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Os 217 municípios do Maranhão poderão ficar, progressivamente, mais quentes e mais secos até 2070. A parte oeste do estado, por exemplo, poderá ter um aumento de mais de 5°C e uma diminuição de até 32% no volume de chuvas no período indicado. As informações fazem parte de uma pesquisa inédita que avaliou a vulnerabilidade das cidades maranhenses à mudança do clima. Coordenado pela Fiocruz em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o estudo faz parte das atividades do projeto Vulnerabilidade à Mudança do Clima.






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A mesa-redonda “O Futuro Tecnológico e Ambiental da América Latina”, na USP, debateu como os países podem aproveitar de maneira sustentável os seus recursos naturais. A América Latina reúne grandes reservas de minerais estratégicos e de petróleo, fronteiras agriculturáveis de proporções continentais, aliando disponibilidade de terras, sol e recursos hídricos, os maiores aquíferos de água doce e potável, entre outras riquezas. Essas fontes podem ser aproveitadas em benefício do desenvolvimento da região e de sua população.






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Futuro exige produção sustentável de alimentos

segunda-feira, 24, outubro , 2016 por

Um grande problema relacionado às alterações do clima é a segurança alimentar. As pessoas mais pobres do mundo – muitas das quais são agricultores e pescadores – são as mais afetadas pelas altas temperaturas e o aumento da frequência de desastres naturais ligados às mudanças no clima. Segundo o mais novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), as três principais fontes de emissão de gases de efeito estufa da agricultura na América Latina e Caribe, em 2014, foram o gás produzido nos sistemas digestivos dos ruminantes (58%), o estrume deixado nas pastagens (23%) e os fertilizantes sintéticos (6%). O relatório ressalta que nos próximos anos haverá maior salinização e desertificação em áreas áridas do Brasil e do Chile. Os dados apontam também que a temperatura no país terá um aumento 1,0 a 3,5 graus célsius.






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