Os 217 municípios do Maranhão poderão ficar, progressivamente, mais quentes e mais secos até 2070. A parte oeste do estado, por exemplo, poderá ter um aumento de mais de 5°C e uma diminuição de até 32% no volume de chuvas no período indicado. As informações fazem parte de uma pesquisa inédita que avaliou a vulnerabilidade das cidades maranhenses à mudança do clima. Coordenado pela Fiocruz em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o estudo faz parte das atividades do projeto Vulnerabilidade à Mudança do Clima.

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A mesa-redonda “O Futuro Tecnológico e Ambiental da América Latina”, na USP, debateu como os países podem aproveitar de maneira sustentável os seus recursos naturais. A América Latina reúne grandes reservas de minerais estratégicos e de petróleo, fronteiras agriculturáveis de proporções continentais, aliando disponibilidade de terras, sol e recursos hídricos, os maiores aquíferos de água doce e potável, entre outras riquezas. Essas fontes podem ser aproveitadas em benefício do desenvolvimento da região e de sua população.






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Futuro exige produção sustentável de alimentos

segunda-feira, 24, outubro , 2016 por

Um grande problema relacionado às alterações do clima é a segurança alimentar. As pessoas mais pobres do mundo – muitas das quais são agricultores e pescadores – são as mais afetadas pelas altas temperaturas e o aumento da frequência de desastres naturais ligados às mudanças no clima. Segundo o mais novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), as três principais fontes de emissão de gases de efeito estufa da agricultura na América Latina e Caribe, em 2014, foram o gás produzido nos sistemas digestivos dos ruminantes (58%), o estrume deixado nas pastagens (23%) e os fertilizantes sintéticos (6%). O relatório ressalta que nos próximos anos haverá maior salinização e desertificação em áreas áridas do Brasil e do Chile. Os dados apontam também que a temperatura no país terá um aumento 1,0 a 3,5 graus célsius.






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A América Latina é a região com mais água doce no planeta. Apesar disso, 106 milhões de latino-americanos ainda não dispõem de banheiro em casa e 34 milhões não têm acesso constante a água potável, segundo estudo do Banco Mundial. A instituição aponta, ainda, que 20% da população latino-americana ainda não têm saneamento melhorado, que, de forma higiênica, separa os dejetos humanos do meio ambiente. Mais de 70% das águas são despejadas sem tratamento nos rios e oceanos da região. As estatísticas dão uma ideia do desafio que será alcançar o sexto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, que busca, até 2030, proporcionar acesso universal e equitativo à água potável, a um preço acessível a todos.






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Você sabia que, nos últimos 10 anos, o Brasil baixou pela metade as emissões de gases causadores do efeito estufa (foi a única grande economia global a fazê-lo), reduziu o desmatamento na Amazônia em 82%, iniciou diversos programas para recuperar florestas, criou regulações importantes para o uso da terra, como o Código Florestal, e ainda liderou as discussões globais sobre clima e meio-ambiente? Todas essas conquistas são reconhecidas e discutidas no novo Diagnóstico Sistemático de País (SCD, na sigla em inglês), estudo que marca o início da construção da nova estratégia de parceria do Banco Mundial com o Brasil pelos próximos quatro anos. O documento aponta diversas políticas do país como fundamentais para a construção de um modelo de desenvolvimento verde para o planeta.






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Florestas públicas de administração privada

segunda-feira, 19, setembro , 2016 por

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), houve um aumento da proporção de florestas públicas administradas por entidades privadas, que passaram de 3% em 1990 para 15% em 2010. Segundo oficial florestal da FAO, as concessões têm enorme potencial para trazer benefícios econômicos, sociais e ambientais às populações locais e à sociedade como um todo, mas precisam ser bem administradas e fazer parte de acordos de governança transparentes para ter êxito.






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Se a população global de fato chegar a 9,6 bilhões em 2050, serão necessários quase três planetas Terra para proporcionar os recursos naturais necessários a fim de manter o atual estilo de vida da humanidade, segundo o Banco Mundial. A voracidade com que se utiliza tais recursos fez as Nações Unidas incluírem o consumo em sua discussão sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para 2030.






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