Rumo às Cidades Sustentáveis

segunda-feira, 09, janeiro , 2017 por

O lançamento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) pela Organização das Nações Unidas, em setembro de 2015, representa um importante sinal de convergência para o futuro do planeta. Os ODS, também conhecidos como Agenda 2030, são uma evolução dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), uma parceria global entre os países-membros da ONU para a

Editorias

No Mato Grosso do Sul, a porção norte do estado poderá apresentar um aumento de até 5,8°C graus na temperatura e uma redução de até 19% no volume de chuvas nos próximos 25 anos. Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita sobre o Mato Grosso do Sul, que identificou a vulnerabilidade à mudança do clima nos 79 municípios do estado. Coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o estudo é uma das atividades realizadas no âmbito do projeto Vulnerabilidade à Mudança do Clima, feito em parceria com o Ministério do Meio Ambiente.






Editorias

Assistência social e mudanças climáticas

segunda-feira, 28, novembro , 2016 por

Para preparar comunidades para as mudanças climáticas, o Centro RIO+ das Nações Unidas está elaborando um guia metodológico sobre como incluir riscos ambientais em programas de transferência de renda. O objetivo é ampliar os esforços de adaptação às transformações do clima, que ainda respondem por uma fatia pequena dos investimentos de países para lidar com as consequências do aquecimento global. Dados da Iniciativa de Política do Clima indicam que os recursos destinados ao enfrentamento das mudanças climáticas já chegaram à soma de 391 bilhões de dólares anuais. Desse montante, porém, apenas 25 bilhões irão para iniciativas de adaptação.






Editorias

Brasil estimula mercado de biocombustíveis

segunda-feira, 21, novembro , 2016 por

O Governo Federal inaugurou dia 16/11 um mecanismo para promover o uso de biocombustíveis no Brasil e no mercado internacional. O lançamento da Plataforma para o Biofuturo ocorreu na 22ª Conferência das Partes sobre Mudança do Clima (COP 22), em Marrocos. A medida inclui um total de 20 países, entre os mais relevantes para o setor. O objetivo é promover o corte de emissões na área de transporte e, com isso, conter o aquecimento global. A plataforma atrairá as atenções do mundo para iniciativas brasileiras, como o desenvolvimento de biocombustíveis de segunda geração produzidos em território nacional.






Editorias

Os 217 municípios do Maranhão poderão ficar, progressivamente, mais quentes e mais secos até 2070. A parte oeste do estado, por exemplo, poderá ter um aumento de mais de 5°C e uma diminuição de até 32% no volume de chuvas no período indicado. As informações fazem parte de uma pesquisa inédita que avaliou a vulnerabilidade das cidades maranhenses à mudança do clima. Coordenado pela Fiocruz em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o estudo faz parte das atividades do projeto Vulnerabilidade à Mudança do Clima.






Editorias

A mesa-redonda “O Futuro Tecnológico e Ambiental da América Latina”, na USP, debateu como os países podem aproveitar de maneira sustentável os seus recursos naturais. A América Latina reúne grandes reservas de minerais estratégicos e de petróleo, fronteiras agriculturáveis de proporções continentais, aliando disponibilidade de terras, sol e recursos hídricos, os maiores aquíferos de água doce e potável, entre outras riquezas. Essas fontes podem ser aproveitadas em benefício do desenvolvimento da região e de sua população.






Editorias

Futuro exige produção sustentável de alimentos

segunda-feira, 24, outubro , 2016 por

Um grande problema relacionado às alterações do clima é a segurança alimentar. As pessoas mais pobres do mundo – muitas das quais são agricultores e pescadores – são as mais afetadas pelas altas temperaturas e o aumento da frequência de desastres naturais ligados às mudanças no clima. Segundo o mais novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), as três principais fontes de emissão de gases de efeito estufa da agricultura na América Latina e Caribe, em 2014, foram o gás produzido nos sistemas digestivos dos ruminantes (58%), o estrume deixado nas pastagens (23%) e os fertilizantes sintéticos (6%). O relatório ressalta que nos próximos anos haverá maior salinização e desertificação em áreas áridas do Brasil e do Chile. Os dados apontam também que a temperatura no país terá um aumento 1,0 a 3,5 graus célsius.






Editorias

A América Latina é a região com mais água doce no planeta. Apesar disso, 106 milhões de latino-americanos ainda não dispõem de banheiro em casa e 34 milhões não têm acesso constante a água potável, segundo estudo do Banco Mundial. A instituição aponta, ainda, que 20% da população latino-americana ainda não têm saneamento melhorado, que, de forma higiênica, separa os dejetos humanos do meio ambiente. Mais de 70% das águas são despejadas sem tratamento nos rios e oceanos da região. As estatísticas dão uma ideia do desafio que será alcançar o sexto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, que busca, até 2030, proporcionar acesso universal e equitativo à água potável, a um preço acessível a todos.






Editorias

Você sabia que, nos últimos 10 anos, o Brasil baixou pela metade as emissões de gases causadores do efeito estufa (foi a única grande economia global a fazê-lo), reduziu o desmatamento na Amazônia em 82%, iniciou diversos programas para recuperar florestas, criou regulações importantes para o uso da terra, como o Código Florestal, e ainda liderou as discussões globais sobre clima e meio-ambiente? Todas essas conquistas são reconhecidas e discutidas no novo Diagnóstico Sistemático de País (SCD, na sigla em inglês), estudo que marca o início da construção da nova estratégia de parceria do Banco Mundial com o Brasil pelos próximos quatro anos. O documento aponta diversas políticas do país como fundamentais para a construção de um modelo de desenvolvimento verde para o planeta.






Editorias

Florestas públicas de administração privada

segunda-feira, 19, setembro , 2016 por

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), houve um aumento da proporção de florestas públicas administradas por entidades privadas, que passaram de 3% em 1990 para 15% em 2010. Segundo oficial florestal da FAO, as concessões têm enorme potencial para trazer benefícios econômicos, sociais e ambientais às populações locais e à sociedade como um todo, mas precisam ser bem administradas e fazer parte de acordos de governança transparentes para ter êxito.






Editorias
Página 3 de 4
TOP