Você sabia que, nos últimos 10 anos, o Brasil baixou pela metade as emissões de gases causadores do efeito estufa (foi a única grande economia global a fazê-lo), reduziu o desmatamento na Amazônia em 82%, iniciou diversos programas para recuperar florestas, criou regulações importantes para o uso da terra, como o Código Florestal, e ainda liderou as discussões globais sobre clima e meio-ambiente? Todas essas conquistas são reconhecidas e discutidas no novo Diagnóstico Sistemático de País (SCD, na sigla em inglês), estudo que marca o início da construção da nova estratégia de parceria do Banco Mundial com o Brasil pelos próximos quatro anos. O documento aponta diversas políticas do país como fundamentais para a construção de um modelo de desenvolvimento verde para o planeta.

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Florestas públicas de administração privada

segunda-feira, 19, setembro , 2016 por

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), houve um aumento da proporção de florestas públicas administradas por entidades privadas, que passaram de 3% em 1990 para 15% em 2010. Segundo oficial florestal da FAO, as concessões têm enorme potencial para trazer benefícios econômicos, sociais e ambientais às populações locais e à sociedade como um todo, mas precisam ser bem administradas e fazer parte de acordos de governança transparentes para ter êxito.






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Se a população global de fato chegar a 9,6 bilhões em 2050, serão necessários quase três planetas Terra para proporcionar os recursos naturais necessários a fim de manter o atual estilo de vida da humanidade, segundo o Banco Mundial. A voracidade com que se utiliza tais recursos fez as Nações Unidas incluírem o consumo em sua discussão sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para 2030.






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