Biotecnologia, Saúde e Economia

segunda-feira, 05, setembro , 2016 por

Os medicamentos produzidos por rota biotecnológica figuram, atualmente, entre os produtos mais vendidos no mundo e têm expandido expressivamente sua participação relativa no mercado farmacêutico global. As oportunidades presentes e futuras deste cenário para o Brasil, o Complexo Econômico e Industrial da Saúde (CEIS) e o Sistema Único de Saúde (SUS) foram tema de oficina de pesquisa promovida pela rede Brasil Saúde Amanhã dia 30 de agosto, na Fiocruz. Intitulado “Incorporação da rota biotecnológica na indústria farmacêutica brasileira: desafios, perspectivas e implicações para políticas”, o evento reunir representantes da academia, do setor produtivo nacional e de agências de fomento.

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) dará início aos estudos clínicos de Fase II da vacina brasileira para esquistossomose, chamada de Vacina Sm14, em etapa realizada em parceria com a empresa Orygen Biotecnologia S.A. A vacina é um dos projetos de pesquisa e desenvolvimento em saúde priorizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), visando garantir o acesso da população dos países pobres a ferramentas de medicina coletiva com tecnologia de última geração. Uma das doenças parasitárias mais devastadoras socioeconomicamente, atrás apenas da malária, a esquistossomose infecta mais de 200 milhões de pessoas, de acordo com a OMS, essencialmente em países pobres. No Brasil, 19 estados apresentam casos, especialmente os da região Nordeste, além de Minas Gerais e Espírito Santo.






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Uma abordagem prospectiva para as PDPs

segunda-feira, 22, agosto , 2016 por

Os cenários futuros para a política industrial da Saúde no Brasil estiveram em pauta na última terça-feira, 16 de agosto, durante reunião da rede Brasil Saúde Amanhã que discutiu, na Fiocruz, o contexto atual das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) e as tendências de longo prazo. Mediado pelo coordenador executivo do projeto, José Carvalho de Noronha, o debate foi norteado por estudo encomendado ao economista Marco Vargas, membro do Grupo de Pesquisa em Inovação e Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz).






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Biológico aumenta déficit comercial

domingo, 24, julho , 2016 por

Estudo produzido pelo Grupo FarmaBrasil (GFB), que reúne grandes farmacêuticas brasileiras com investimento em inovação, mostra que a importação de medicamentos biológicos cresceu mais de cinco vezes na última década, para quase US$ 2 bilhões. Em 2015, esses produtos responderam por pouco menos de um terço do déficit comercial do setor, de US$ 6,6 bilhões.






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Farmanguinhos conta com a colaboração de seus trabalhadores para mais um desafio: pré-qualificar o antimalárico artesunato+mefloquina (ASMQ) junto à Organização Mundial da Saúde (OMS). A auditoria às instalações do Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) está agendada para o início de setembro (de 5 a 9). Se confirmada a aprovação, a unidade poderá ofertar o produto no mercado internacional.






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A Fiocruz e o Consórcio BMK, formado pelas empresas Blanver Farmoquímica, Microbiológica Química e Farmacêutica e Karin Bruning assinaram um acordo de cooperação técnico-científica que permitirá o desenvolvimento do medicamento Sofosbuvir (400mg), indicado para o tratamento da hepatite C. O produto tem efeito curativo, quando utilizado sozinho e/ou associado a outros inibidores de protease, num esquema terapêutico (administração oral) de 12 semanas (84 comprimidos/tratamento), evitando o uso do interferon.






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O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) acaba de obter o registro do Oseltamivir pediátrico na concentração de 45mg. Neste caso, o medicamento é indicado para o tratamento da gripe provocada pelo vírus Influenza A (H1N1) em crianças a partir de um ano de idade. Concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o registro foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) do dia 11 de abril.






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A busca por um medicamento contra o câncer e a transferência de tecnologia que possibilitará a fabricação nacional de um remédio inovador no combate à isquemia cardíaca. Essas foram duas das parcerias entre a Fiocruz e o Grupo Servier anunciadas no último dia 06 de abril, no evento que comemorou os 40 anos do laboratório francês no Brasil. Durante o encontro, na sede da empresa em Jacarepaguá, foi lançado ainda o Prêmio Servier-Fiocruz para incentivar, pelos próximos três anos, a pesquisa na área de neurociências.






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Em 2060, o Brasil abrigará 58,4 milhões de idosos – 26,7% do total da população. Este cenário, indicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), traz desafios diretos para o setor Saúde, especialmente para a atenção ortopédica e cardiovascular, devido ao aumento do número de quedas. A partir dessas tendências, pesquisadores da rede Brasil Saúde Amanhã discutiram no dia 15 de dezembro, o futuro do Complexo Econômico e Industrial da Saúde (CEIS) e os caminhos para a inovação no país, com ênfase no desenvolvimento e na produção de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME).






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No ano passado, do total de medicamentos comprados pelo Ministério da Saúde, 88% foram de remédios de síntese química (como o ácido acetilsalicílico, por exemplo) e 12% de biofármacos. Esses últimos, porém, pesaram mais no orçamento: representaram 61% dos gastos. O motivo é que são drogas caras e importadas. Conhecidos como medicamentos biológicos, são fabricados a partir de células geneticamente modificadas ou de microorganismos, órgãos e tecidos de origem vegetal ou animal. Estão entre os mais modernos para tratar doenças como câncer, esclerose múltipla e artrite reumatoide.






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