Farmanguinhos conta com a colaboração de seus trabalhadores para mais um desafio: pré-qualificar o antimalárico artesunato+mefloquina (ASMQ) junto à Organização Mundial da Saúde (OMS). A auditoria às instalações do Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) está agendada para o início de setembro (de 5 a 9). Se confirmada a aprovação, a unidade poderá ofertar o produto no mercado internacional.

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A Fiocruz e o Consórcio BMK, formado pelas empresas Blanver Farmoquímica, Microbiológica Química e Farmacêutica e Karin Bruning assinaram um acordo de cooperação técnico-científica que permitirá o desenvolvimento do medicamento Sofosbuvir (400mg), indicado para o tratamento da hepatite C. O produto tem efeito curativo, quando utilizado sozinho e/ou associado a outros inibidores de protease, num esquema terapêutico (administração oral) de 12 semanas (84 comprimidos/tratamento), evitando o uso do interferon.






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O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) acaba de obter o registro do Oseltamivir pediátrico na concentração de 45mg. Neste caso, o medicamento é indicado para o tratamento da gripe provocada pelo vírus Influenza A (H1N1) em crianças a partir de um ano de idade. Concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o registro foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) do dia 11 de abril.






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A busca por um medicamento contra o câncer e a transferência de tecnologia que possibilitará a fabricação nacional de um remédio inovador no combate à isquemia cardíaca. Essas foram duas das parcerias entre a Fiocruz e o Grupo Servier anunciadas no último dia 06 de abril, no evento que comemorou os 40 anos do laboratório francês no Brasil. Durante o encontro, na sede da empresa em Jacarepaguá, foi lançado ainda o Prêmio Servier-Fiocruz para incentivar, pelos próximos três anos, a pesquisa na área de neurociências.






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Em 2060, o Brasil abrigará 58,4 milhões de idosos – 26,7% do total da população. Este cenário, indicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), traz desafios diretos para o setor Saúde, especialmente para a atenção ortopédica e cardiovascular, devido ao aumento do número de quedas. A partir dessas tendências, pesquisadores da rede Brasil Saúde Amanhã discutiram no dia 15 de dezembro, o futuro do Complexo Econômico e Industrial da Saúde (CEIS) e os caminhos para a inovação no país, com ênfase no desenvolvimento e na produção de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME).






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No ano passado, do total de medicamentos comprados pelo Ministério da Saúde, 88% foram de remédios de síntese química (como o ácido acetilsalicílico, por exemplo) e 12% de biofármacos. Esses últimos, porém, pesaram mais no orçamento: representaram 61% dos gastos. O motivo é que são drogas caras e importadas. Conhecidos como medicamentos biológicos, são fabricados a partir de células geneticamente modificadas ou de microorganismos, órgãos e tecidos de origem vegetal ou animal. Estão entre os mais modernos para tratar doenças como câncer, esclerose múltipla e artrite reumatoide.






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“Reconhecemos a Saúde como um setor promissor para a inovação científica e tecnológica e defendemos que as questões de Ciência e Tecnologia são, sim, questões de saúde pública”. A afirmação é do economista Carlos Gadelha, secretário de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e colaborador da rede Brasil Saúde Amanhã.






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Fiocruz produzirá o Betainterferona 1ª

segunda-feira, 14, setembro , 2015 por

O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos / Fiocruz) produzirá a Betainterferona 1a subcutânea, biofármaco indicado para o tratamento da esclerose múltipla, nas apresentações 22 mcg e 44 mcg. A novidade foi possível devido a acordo de transferência de tecnologia assinado em 9 de setembro com o laboratório alemão Merck, que também envolve a produtora nacional Bionovis, em uma das 14 Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), estabelecidas pelo Governo Federal, da qual Bio






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Artigo: Uma sensível diferença

segunda-feira, 20, julho , 2015 por

Em artigo publicado pelo jornal Folha de São Paulo no último dia 17, o médico e pesquisador do Hospital Israelita Albert Einstein, Morton Scheinberg, faz um panorama sobre a possível produção de biossimilares no Brasil. Segundo o especialista, a produção dos medicamentos biológicos no país poderão reduzir custos e desenvolver a indústria farmacêutica no país.






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Os medicamentos biológicos, produzidos a partir de organismos vivos, foram os produtos que despertaram o maior interesse por parte de laboratórios públicos e privados na fase de apresentação de propostas da seleção de 2015 das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP). Foram 23 projetos dos 39 apresentados, até 30 de abril desde ano.






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