A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) dará início aos estudos clínicos de Fase II da vacina brasileira para esquistossomose, chamada de Vacina Sm14, em etapa realizada em parceria com a empresa Orygen Biotecnologia S.A. A vacina é um dos projetos de pesquisa e desenvolvimento em saúde priorizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), visando garantir o acesso da população dos países pobres a ferramentas de medicina coletiva com tecnologia de última geração. Uma das doenças parasitárias mais devastadoras socioeconomicamente, atrás apenas da malária, a esquistossomose infecta mais de 200 milhões de pessoas, de acordo com a OMS, essencialmente em países pobres. No Brasil, 19 estados apresentam casos, especialmente os da região Nordeste, além de Minas Gerais e Espírito Santo.

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Uma abordagem prospectiva para as PDPs

segunda-feira, 22, agosto , 2016 por

Os cenários futuros para a política industrial da Saúde no Brasil estiveram em pauta na última terça-feira, 16 de agosto, durante reunião da rede Brasil Saúde Amanhã que discutiu, na Fiocruz, o contexto atual das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) e as tendências de longo prazo. Mediado pelo coordenador executivo do projeto, José Carvalho de Noronha, o debate foi norteado por estudo encomendado ao economista Marco Vargas, membro do Grupo de Pesquisa em Inovação e Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz).

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Biológico aumenta déficit comercial

domingo, 24, julho , 2016 por

Estudo produzido pelo Grupo FarmaBrasil (GFB), que reúne grandes farmacêuticas brasileiras com investimento em inovação, mostra que a importação de medicamentos biológicos cresceu mais de cinco vezes na última década, para quase US$ 2 bilhões. Em 2015, esses produtos responderam por pouco menos de um terço do déficit comercial do setor, de US$ 6,6 bilhões.

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Farmanguinhos conta com a colaboração de seus trabalhadores para mais um desafio: pré-qualificar o antimalárico artesunato+mefloquina (ASMQ) junto à Organização Mundial da Saúde (OMS). A auditoria às instalações do Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) está agendada para o início de setembro (de 5 a 9). Se confirmada a aprovação, a unidade poderá ofertar o produto no mercado internacional.

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A Fiocruz e o Consórcio BMK, formado pelas empresas Blanver Farmoquímica, Microbiológica Química e Farmacêutica e Karin Bruning assinaram um acordo de cooperação técnico-científica que permitirá o desenvolvimento do medicamento Sofosbuvir (400mg), indicado para o tratamento da hepatite C. O produto tem efeito curativo, quando utilizado sozinho e/ou associado a outros inibidores de protease, num esquema terapêutico (administração oral) de 12 semanas (84 comprimidos/tratamento), evitando o uso do interferon.

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O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) acaba de obter o registro do Oseltamivir pediátrico na concentração de 45mg. Neste caso, o medicamento é indicado para o tratamento da gripe provocada pelo vírus Influenza A (H1N1) em crianças a partir de um ano de idade. Concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o registro foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) do dia 11 de abril.

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A busca por um medicamento contra o câncer e a transferência de tecnologia que possibilitará a fabricação nacional de um remédio inovador no combate à isquemia cardíaca. Essas foram duas das parcerias entre a Fiocruz e o Grupo Servier anunciadas no último dia 06 de abril, no evento que comemorou os 40 anos do laboratório francês no Brasil. Durante o encontro, na sede da empresa em Jacarepaguá, foi lançado ainda o Prêmio Servier-Fiocruz para incentivar, pelos próximos três anos, a pesquisa na área de neurociências.

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Em 2060, o Brasil abrigará 58,4 milhões de idosos – 26,7% do total da população. Este cenário, indicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), traz desafios diretos para o setor Saúde, especialmente para a atenção ortopédica e cardiovascular, devido ao aumento do número de quedas. A partir dessas tendências, pesquisadores da rede Brasil Saúde Amanhã discutiram no dia 15 de dezembro, o futuro do Complexo Econômico e Industrial da Saúde (CEIS) e os caminhos para a inovação no país, com ênfase no desenvolvimento e na produção de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME).

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No ano passado, do total de medicamentos comprados pelo Ministério da Saúde, 88% foram de remédios de síntese química (como o ácido acetilsalicílico, por exemplo) e 12% de biofármacos. Esses últimos, porém, pesaram mais no orçamento: representaram 61% dos gastos. O motivo é que são drogas caras e importadas. Conhecidos como medicamentos biológicos, são fabricados a partir de células geneticamente modificadas ou de microorganismos, órgãos e tecidos de origem vegetal ou animal. Estão entre os mais modernos para tratar doenças como câncer, esclerose múltipla e artrite reumatoide.

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“Reconhecemos a Saúde como um setor promissor para a inovação científica e tecnológica e defendemos que as questões de Ciência e Tecnologia são, sim, questões de saúde pública”. A afirmação é do economista Carlos Gadelha, secretário de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e colaborador da rede Brasil Saúde Amanhã.

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