Na busca de uma vacina contra a dengue, a pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Ada Alves sempre trafegou na contramão de outros cientistas. Ela lidera, desde 2008, o único estudo no mundo que combina duas estratégias de imunização contra a doença em uma mesma vacina: a abordagem de vacina de DNA e o uso de um vírus quimérico de febre ama-rela contendo genes de dengue.

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A Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma) passará a fornecer para o SUS o medicamento cabergolina 0,5 mg – indicado para o tratamento da acromegalia (alteração hormonal que promove crescimento de nariz e orelhas) e distúrbios hormonais relacionados à prolactina, que afetam o mecanismo do leite materno. O fornecimento é destinado aos 26 estados e o Distrito Federal e envolve mais de dois milhões de comprimidos somente em 2015.






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Com o intuito de analisar os avanços, os principais problemas e traçar uma agenda de prioridades na área de medicamentos The Lancet organizou uma comissão de 19 especialistas de diferentes partes do mundo. A comissão fará recomendações para políticas de medicamentos essenciais globais para as próximas duas décadas, e ainda, abordará a necessidade de ampliar políticas para atingir as metas de saúde global e de desenvolvimento sustentável, especialmente a cobertura universal de saúde.






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“Política Industrial na Saúde e a Construção do Setor de Biotecnologia Moderna no Brasil” será o tema de seminário promovido pela AFBNDES no dia 26 de março, das 10h às 13h, no Rio de Janeiro. O seminário terá como palestrantes: Pedro Palmeira, chefe do Defarma/BNDES; Reinaldo Guimarães, ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde; e David Kupfer, especialista em política industrial e assessor da Presidência do BNDES.






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O Estado tem importante papel no fortalecimento das bases produtivas da indústria farmacêutica no país – nicho de mercado que tende a aproveitar janelas de oportunidade e render bons resultados no futuro. Essa é a opinião do economista Marco Antonio Vargas, pesquisador associado do Grupo de Inovação em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca e colaborador do projeto Brasil Saúde Amanhã.






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Foi publicada no dia 20 de janeiro a lei 13.097/15 que traz uma série de inovações que vão alterar a forma de se fazer a regulação sanitária no país, dando mais flexibilidade à Anvisa e ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária para priorizar as situações de risco que mais impactam na vida do cidadão e no desenvolvimento do setor produtivo. Um exemplo é o registro de produtos que poderá ter sua validade variável e com prazo máximo de 10 anos. O prazo dos registros era de cinco anos para qualquer produto.






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O Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (ReBEC), plataforma virtual que concentra informação de estudos envolvendo recrutamento de seres humanos para testes de novos fármacos e procedimentos clínicos, completou neste mês quatro anos de funcionamento contínuo. Para comemorar, o Rebec está lançando duas plataformas em código aberto que poderão ser usadas e adaptadas por registros, indústrias e demais interessados do mundo todo.






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Evolução na biotecnologia é vagarosa

quarta-feira, 17, dezembro , 2014 por

A expansão da indústria química no Brasil e no mundo passa necessariamente pelo desenvolvimento da biotecnologia, a aplicação de tecnologia a organismos vivos e derivados para criar ou modificar produtos e processos de produção. Segundo a reportagem, no estágio atual da indústria brasileira, o foco maior está na substituição de processos químicos tradicionais por biotecnológicos, que permitem fazer os mesmos produtos com maior eficiência, menor custo e impacto no meio ambiente.






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Inovação e dependência: desafios para o SUS

segunda-feira, 08, dezembro , 2014 por

Nesta artigo, os autores apontam que o SUS tem sido alvo de muitas críticas com relação às suas atuais insuficiências e distorções e recentes pesquisas de opinião vêm constatando que, na percepção da sociedade brasileira, a saúde aparece como prioridade primeira a ser enfrentada em caráter emergencial. Segundo eles, um aspecto nem sempre valorizado nessas análises é a impor-tância decisiva para o SUS das tecnologias preventivas e terapêuticas de alto impacto e baixo custo, como vacinas, kits para diagnóstico e monitoramento e biofármacos.






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O Brasil passará a produzir medicamentos de última geração para o tratamento de doenças reumáticas e tuberculose. A transferência de tecnologia será feita por meio de Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDP), política do governo federal voltada à produção de tecnologias inovadoras e estratégicas para a rede pública de saúde, e prevê investimentos de mais de R$ 213 milhões no primeiro ano.






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