Nota técnica trata os aspectos ligados à dimensão territorial da pandemia nas metrópoles brasileiras, reconhecendo a relação existente entre contaminação, infraestrutura e densidade demográfica para identificar os territórios mais propensos à disseminação da Covid-19.

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Relatório analisa o potencial de exposição de populações indígenas à Covid-19 no território brasileiro e busca identificar os segmentos da população indígena que apresentam maior vulnerabilidade.

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A alta-comissária da ONU para direitos humanos, Michelle Bachelet, e o alto-comissário da ONU para refugiados, Filippo Grandi, apresentam os desafios da pandemia para o mundo e ressaltam a importância de ações que incluam os mais vulneráveis e marginalizados.

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O documento destaca que a pandemia de Covid-19 colocou em xeque todo o arcabouço de políticas econômicas neoliberais e do capitalismo desregulado dos últimos 40 anos, desafiando respostas amplas do Estado e das políticas de proteção social.

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Enquanto a pandemia da COVID-19 continua a evidenciar a importância do distanciamento seguro nas cidades, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) lançam conjuntamente a publicação “Integrando Saúde ao Planejamento Urbano e Territorial” (Integrating Health in Urban and Territorial Planning, em inglês).

O estudo foi realizado a partir de simulações dos impactos diretos e indiretos de variações dos quatro componentes da demanda final – exportações, consumo das famílias, formação bruta de capital fixo das famílias e das empresas e gastos do governo.

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A crise econômica e trabalhista deflagrada pela pandemia do COVID-19 pode aumentar o desemprego global em quase 25 milhões pessoas, segundo uma nova avaliação da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A crise econômica e trabalhista deflagrada pela pandemia do COVID-19 pode aumentar o desemprego global em quase 25 milhões pessoas, segundo uma nova avaliação da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA

quinta-feira, 20, fevereiro , 2020 por

Na última década, as taxas de assassinatos de jovens no Brasil cresceram 17%. Quase metade do total de homicídios do país em 2018 (56 mil) corresponde à morte de homens negros, com idade entre 15 e 29 anos. Os dados foram compilados no estudo “Prevenção da violência juvenil no Brasil: uma análise do que funciona”, produzido pelo Instituto Igarapé com apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA

quinta-feira, 20, fevereiro , 2020 por

Na última década, as taxas de assassinatos de jovens no Brasil cresceram 17%. Quase metade do total de homicídios do país em 2018 (56 mil) corresponde à morte de homens negros, com idade entre 15 e 29 anos. Os dados foram compilados no estudo “Prevenção da violência juvenil no Brasil: uma análise do que funciona”, produzido pelo Instituto Igarapé com apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

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