O pesquisador Carlos Saldanha, do Laboratório de Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Licts)/Icict, juntamente com o pesquisador da UniRio – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rodrigo Vilani, lançou em dezembro/2016, o livro “Temas e problemas da vida em sociedade no Brasil”, que aborda o papel das ciências na direção da governança ambiental democrática e participativa, analisando grandes problemas nacionais ligados ao meio ambiente, em busca da sustentatibilidade como um modelo de justiça social.

As políticas para controlar o uso do tabaco, entre elas impostos sobre esses produtos e aumento de preços, podem gerar receitas governamentais significativas para o trabalho em saúde e desenvolvimento, segundo novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do National Cancer Institute of the United States of America. Essas medidas podem também reduzir bastante o uso do tabaco e proteger a saúde das pessoas contra os principais assassinos do mundo, como os cânceres e as doenças cardíacas.






O novo mapa da desigualdade brasileira

segunda-feira, 26, dezembro , 2016 por

O Brasil tem um dos mais injustos sistemas tributários do mundo e uma das mais altas desigualdades socioeconômicas entre todos os países. Além disso, os mais ricos pagam proporcionalmente menos impostos do que os mais pobres, criando uma das maiores concentrações de renda e patrimônio do planeta. Essa relação direta entre tributação injusta e desigualdade e concentração de renda e patrimônio é investigada no estudo “Perfil da Desigualdade e da Injustiça Tributária”, produzido pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos com apoio da Oxfam Brasil, Christian Aid e Pão Para o Mundo.






As diferenças socioeconômicas que ocorrem entre as diferentes regiões brasileiras impactam diretamente a saúde dos brasileiros. Um indicador que mostra isso claramente é a expectativa de vida saudável. Por meio de dados da Pesquisa Nacional de Saúde, pesquisadores da Fiocruz analisaram a diferença entre a expectativa de vida saudável entre os brasileiros a partir das desigualdades regionais. Para homens e mulheres de 20 anos de idade, o número esperado de anos de vida com boa saúde entre os residentes das regiões Sul e Sudeste supera em 6 anos o número esperado para os residentes das regiões Norte e Nordeste.






Doenças crônicas não transmissíveis, acidentes de trânsito, violências, desigualdades socioeconômicas e iniquidades no acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS). Esses são os principais desafios para o setor Saúde no horizonte dos próximos 20 anos, de acordo com os resultados da última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em 2013 pela Fiocruz e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os resultados, publicados em novembro em um suplemento especial do International Journal for Equity in Health, foram apresentados na última quarta-feira, 07 de dezembro, no Centro de Estudos do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz).






Democracia: qual futuro?

segunda-feira, 12, dezembro , 2016 por

“A democracia representativa deve se tornar o sistema político com o falecimento mais prematuro já registrado entre as formas de organização e cooperação humana ao longo dos milênios”, disparou o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos durante o debate “Democracia: qual futuro?”, realizado pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz como parte da série Futuros do Brasil. Na conferência, transmitida on-line na quarta-feira, dia 7 de dezembro, o pesquisador titular do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ contextualizou historicamente a construção da democracia e analisou o atual momento vivido no Brasil e no mundo, qualificando-o como “ameaçador e imprevisível”. O evento também foi oportunidade para discutir os cenários futuros para o Brasil e o SUS.






Compromisso com a Agenda 2030

segunda-feira, 28, novembro , 2016 por

Líderes governamentais e organizações das Nações Unidas, governantes de cidades e especialistas em saúde de todo o mundo firmaram dois compromissos marcantes para promover a saúde pública e erradicar a pobreza. A Declaração de Xangai sobre Promoção da Saúde representa o comprometimento com escolhas políticas audaciosas para saúde, enfatizando as ligações entre saúde, bem-estar e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e seus Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Já o Consenso dos Prefeitos de Cidades Saudáveis de Xangai contém o compromisso de mais de 100 prefeitos para avançar em relação à saúde por meio da melhor gestão dos ambientes urbanos.






Após dois dias de troca de experiências em políticas públicas relacionadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, à erradicação da pobreza e à redução das desigualdades, representantes da América Latina e do Caribe, reunidos no VIII Fórum Ministerial para o Desenvolvimento, assinaram a “Declaração de Santo Domingo”, um compromisso para buscar os meios mais eficientes e sustentáveis de promover o avanço da Agenda 2030 de forma integrada e de acordo com as prioridades de cada país. Os ministros, vice-ministros e altos funcionários de governos da região destacaram a necessidade de encontrar medidas para o bem-estar e o progresso multidimensional, as quais complementem as formas tradicionais de mensurar a pobreza para além da renda, com foco no fortalecimento e ampliação dos sistemas de proteção social que reduzem as desigualdades e a exclusão.






Em busca da igualdade de gênero até 2030

segunda-feira, 07, novembro , 2016 por

Delegados de 38 Estados-membros e associados da Cepal aprovaram, no encerramento da XIII Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e Caribe, a Estratégia de Montevidéu para alcançar a igualdade de gênero na região, até 2030. O documento prevê 10 eixos para a implementação da agenda: igualdade e Estado de direito; institucionalidade: políticas multidimensionais e integrais de igualdade de gênero; participação popular e cidadã: democratização da política e da sociedade; construção e fortalecimento das capacidades estatais: gestão pública baseada na igualdade e a não discriminação; e financiamento: mobilização de recursos suficientes e sustentáveis para a igualdade de gênero.






Álcool, Saúde e Sociedade

segunda-feira, 31, outubro , 2016 por

Reunindo especialistas nacionais e internacionais, gestores públicos e representantes de organizações internacionais, o Seminário Internacional Álcool, Saúde e Sociedade, sediado na Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) e no Museu da Vida, da Fiocruz, abordou de modo científico e totalmente baseado em evidências aspectos epidemiológicos, históricos e culturais do consumo de álcool, assim como as políticas públicas para controlar o abuso da bebida no Brasil e na América Latina.






Página 3 de 9
TOP