Crise na Ciência

segunda-feira, 21, agosto , 2017 por

Segundo as informações do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, observamos um expressivo crescimento no número de doutores formados entre 1997 e 2014, passando de 3.500 para 16.729 doutores/ano. Nesse contexto, cabe ressaltar a importância do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) para a formação de jovens pesquisadores, a partir dos cursos de graduação. O incremento qualitativo e quantitativo das pós-graduações e do Pibic relevantemente contribuiu para o pujante aumento da nossa produtividade científica, com destaque para o número de publicações em periódicos internacionais indexados. Como consequência, o Brasil passou a ocupar o 13º lugar no ranking dos países mais produtivos, à frente da Holanda, Rússia, Suíça, Bélgica, México, Argentina e Chile.

Solidariedade para o desenvolvimento sustentável

segunda-feira, 07, agosto , 2017 por

A sabedoria, a experiência, a energia e os ideais dos anciãos e dos jovens são vitais para a realização dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), disse na terça-feira (1) o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmando que juntos eles podem ajudar a quebrar os ciclos de pobreza que têm durado gerações.






A Representação da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil fez uma parceria com a Universidade de Harvard, dos Estados Unidos, para desenvolver estudos sobre os 30 anos do Sistema Único de Saúde (SUS), a serem completados em 2018. Nesta terça-feira (25), em Brasília, o organismo internacional promoveu um seminário, com dois pesquisadores da universidade estadunidense e várias instituições brasileiras, para debater sobre as conquistas, desafios e ameaças ao SUS.






Há 45 anos a sociedade debate quais estratégias adotar para proteger o meio ambiente e garantir o desenvolvimento no planeta. Foi dessa jornada de quase meio século que nasceram os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), tema explorado nessa terça-feira, 18, em mais um ciclo de apresentações da 69ª Reunião Anual da SBPC.






Como falar dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para crianças? A partir desta quinta-feira (13), os educadores do ensino fundamental de todo o país terão à disposição oito vídeos explicando o que são nove dos 17 ODS. Em cada um dos vídeos, a explicação é apresentada por crianças. Também estará disponível a publicação “Educação para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – Objetivos de Aprendizagem”, sobre os todos os ODS. A ideia é aumentar a conscientização da comunidade escolar sobre a importância da Educação para o Desenvolvimento Sustentável.






Colóquio discute desigualdades sociais

quarta-feira, 12, julho , 2017 por

Que fatores políticos, sociais, econômicos e culturais podem explicar os fluxos globais de concentração ou distribuição de riqueza pelos quais passam os países e as populações? O economista Carlos de Aguiar Medeiros aponta as guerras massivas como pontos de inflexão para transformações sociais. O tema foi debatido dia 7 de julho, durante a 11a sessão do colóquio “Sobre a Guerra”, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), intitulada “Desigualdade social e distribuição da riqueza”. A iniciativa é coordenada pelo professor de Economia José Luís Fiori, colaborador da rede Brasil Saúde Amanhã e autor do capítulo “Ontem, hoje e 2030: tendências do sistema mundial — com ênfase na América do Sul”, que integra o volume “Desenvolvimento, Estado e Políticas de Saúde” do livro “A Saúde no Brasil em 2030: Diretrizes para a Prospecção Estratégica do Sistema de Saúde Brasileiro”.






No próximo dia 10 de julho reúne-se em Nova York o Fórum Político de Alto Nível da ONU para mais uma rodada de discussão sobre a Agenda 2030 e seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), acordados por quase 200 países – entre eles o Brasil. O encontro serve para monitorar e avaliar os avanços do acordo, que em sua declaração oficial afirma que os governos devem alcançar um desenvolvimento “sustentável nas suas três dimensões – econômica, social e ambiental – de forma equilibrada e integrada” até 2030. Há, no entanto, questões de fundo sobre modelo de desenvolvimento que não estão sendo observadas e comprometem o cumprimento da Agenda 2030.






Cooperação internacional

segunda-feira, 03, julho , 2017 por

Uma delegação de especialistas em saúde e genômica da China visitou a Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro, nesta semana, com o objetivo de discutir futuras parcerias entre os dois países. Em sessão especial organizada (27/6) em conjunto pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz) e Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris/Fiocruz), pesquisadores chineses e brasileiros compartilharam suas descobertas científicas sobre os vírus zika e ebola e discutiram possibilidades de colaboração para controlar a re-emergência de outros vírus e antecipar novas epidemias.






Políticas agroambientais na América Latina

terça-feira, 20, junho , 2017 por

Em evento sobre políticas agroambientais na América Latina e Caribe, o representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, enfatizou na terça-feira (13) que a produção de alimentos no futuro depende de modelos sustentáveis de crescimento econômico. Encontro reuniu mais de 70 especialistas em Brasília para debater como o uso de estatísticas pode acelerar a implementação de recomendações da agência da ONU sobre o tema.






Agenda 2030: onde estamos hoje?

segunda-feira, 12, junho , 2017 por

O debate sobre as inter-relações entre desenvolvimento e saúde existe, a rigor, desde que pensadores e formuladores de políticas econômicas e sociais e os médicos passaram a se perguntar sobre os efeitos das más condições de vida da população dos trabalhadores e dos pobres sobre sua saúde e a de suas famílias. Transcorridos mais de 170 anos, o debate continua, se aprofunda e se torna prática política institucional pelas mãos das Nações Unidas, que tiveram que responder aos pedidos de providências dos países pobres para a crítica situação econômico-social em que se encontravam a maioria dos países e populações da terra nos anos 80, fruto amargo da globalização neoliberal no mundo.






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