Políticas de Inovação

terça-feira, 09, junho , 2015 por

Sem Estado não há inovação, e só uma política integradora e inclusiva é capaz de fazer com que a sociedade como um todo se beneficie das inovações, tornando virtuosa a relação entre as esferas públicas e o setor privado. Leia a íntegra do artigo “Políticas de inovação”, assinado pelo economista Luiz Gonzaga Belluzzo e publicado pela Carta Capital e pelo jornal Valor Econômico.

Os fluxos de investimento estrangeiro direto (IED) para a América Latina e o Caribe reduziram 16% em 2014 até alcançar US$ 158,80 bilhões de dólares, informou, no fim de maio, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL). Segundo a CEPAL, mais do que se orientarem para recuperar os valores do IED dos últimos anos, os países da América Latina e do Caribe deveriam focar em atrair os fluxos que contribuam para a diversificação produtiva. O resultado reverte a tendência de crescimento observada na última década.






O Laboratório de Pesquisa Clínica em DST e AIDS, do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), conduzirá o estudo clínico HPTN077 com um medicamento totalmente novo para prevenção da AIDS. A droga, conhecida como GSK1265744, já mostrou resultados positivos em testes conduzidos para tratamento da AIDS, e agora terá seu potencial testado como parte da estratégia de prevenção da infecção pelo HIV. A pesquisa será realizada simultaneamente na África do Sul, no Brasil, nos EUA e no Malawi.






Na busca de uma vacina contra a dengue, a pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Ada Alves sempre trafegou na contramão de outros cientistas. Ela lidera, desde 2008, o único estudo no mundo que combina duas estratégias de imunização contra a doença em uma mesma vacina: a abordagem de vacina de DNA e o uso de um vírus quimérico de febre ama-rela contendo genes de dengue






Membros da Cepal analisaram o Fórum da América Latina e do Caribe sobre Desenvolvimento Sustentável e sua articulação com o Fórum de Alto Nível Político sobre Desenvolvimento Sustentável. Para Antonio Prado é urgente fortalecer e coordenar os posicionamentos e ações da região para implementar uma agenda de desenvolvimento pós-2015. Para o Secretário Executivo Adjunto da Cepal, Antonio Prado, é urgente fortalecer e coordenar os posicionamentos e ações da região para implementar uma agenda de desenvolvimento pós-2015.






Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES, vivenciou distintos momentos do País enquanto economista, professor, intelectual e cidadão brasileiro. Nessa entrevista à revista da Abifina ele comenta essas diferentes perspectivas e aponta o que falta para o Brasil ter um projeto de Estado que atravesse governos e pavimente o caminho para o desenvolvimento de longo prazo. Para ele, o Brasil precisa, antes de tudo, discutir o que quer para o futuro e ultrapassar um complexo momento de desconstrução da identidade nacional.






A chave territorial do desenvolvimento

segunda-feira, 23, fevereiro , 2015 por

Neste artigo, o doutor em Economia Aplicada pela Unicamp, Antonio Carlos F. Galvão, aponta que não há debate mais urgente para o segundo estágio do projeto de desenvolvimento em curso no País que o de rever e discutir o significado e o papel do território nas políticas públicas nacionais. Segundo ele, no último período, reuniram-se condições excepcionais para que o território emerja como uma referência decisiva para a reorganização do planejamento e das políticas públicas.






Nesta semana publicamos o último resumo de artigo que integra o primeiro volume do livro “A Saúde no Brasil em 2030 – Diretrizes para a Prospecção Estratégica do Sistema de Saúde Brasileiro”. O artigo “Saúde, política externa e cooperação sul-sul em saúde no Brasil” propõe uma reflexão sobre as mudanças na política externa brasileira dos últimos tempos. Para Almeida (2013) esse mecanismo, ao aumentar a abrangência da cooperação internacional, ajudou o Brasil em sua inserção no sistema mundial. Saiba mais e acesse o artigo completo!






A 4ª Reunião de Ministros da Saúde dos países BRICS teve como principais temas, o acesso aos medicamentos de combate à tuberculose nos países BRICS, o enfrentamento à má nutrição e o intercambio de lições aprendidas em relação às ações de prevenção ao ebola e a AIDS. Os países BRICS assinaram um documento que reflete preocupação com saúde global e que prevê a cons-trução de uma proposta para o acesso universal aos medicamentos de primeira linha para pacientes com tuberculose dos países do BRICS e de baixa renda.






Esta semana divulgamos mais um resumo de artigo do livro “A Saúde no Brasil em 2030 – Diretrizes para a Prospecção Estratégica do Sistema de Saúde Brasileiro”. Neste texto, que integra o volume “Desenvolvimento, Estado e Políticas Públicas” e aborda a gestão pública, Carneiro e Menicucci (2013) explicam que “sob essa rubrica se colocam diferentes enfoques e preocupações, desde uma perspectiva mais ampla de entender o formato da relação Estado-sociedade e os mecanismos de definição dos objetivos do governo, até preocupações mais instrumentais”.






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