Diabetes caminha para uma epidemia em câmera lenta

segunda-feira, 22, setembro , 2014 por

Proferida pela pesquisadora Maria Inês Schmidt, da UFRGS, a conferência “Diabetes: uma epidemia em câmera lenta?” fez parte da programação do IX Congresso Brasileiro de Epidemiologia, realizado em Vitória no início de setembro. Ela apresentou correntes de estudos que colocavam essa afirmativa de epidemia do diabetes ainda como uma incógnita; outros que sinalizam que não há epidemia e, ainda, pesquisas que apontam que estamos realmente estamos vivendo uma epidemia em câmera lenta.

Em palestra no 9º Congresso Brasileiro de Epidemiologia, o Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, falou sobre os desafios presentes no uso das tecnologias para ampliar o controle de doenças em todo o país. Jarbas apresentou dados, que já podem ser acessados no site da SVS, de doenças como a tuberculose, malária, as do-enças sexualmente transmissíveis (DST), assim como as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) e ainda a gravidez na adolescência.






A primeira Conferência Mundial sobre Povos Indígenas promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) acontece este mês, dias 22 e 23 de setembro. A reunião, um marco do direito indígena, será oportunidade para os países compartilharem suas experiências na área e construírem so-luções coletivas para os 370 milhões de povos indígenas pelo mundo. “Estamos cientes de que ainda enfrentamos diversos desafios na efetivação dos direitos dos indígenas”, enfatizou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.






Pesquisa realizada em Salvador e no Rio de Janeiro revela maior vulnerabilidade da mulher nas questões que envolvem o uso de crack – o que pode interferir de modo relevante em sua saúde sexual e reprodutiva, além de apresentar consequências adversas em relação à morbimortalidade materno-fetal e infantil. Publicado no International Journal for Equity in Health, artigo da pesquisadora do Icict/Fiocruz, Neilane Bertoni, aponta que 62,9% das usuárias de crack não utilizam camisinha.






Uma nova pesquisa aponta que usar dois tipos de vacina contra a pólio pode acelerar a erradicação da doença no mundo. A vacina oral vem sendo a principal arma para acabar com a pólio, mas testes feitos na Índia mostraram que a imunidade à doença aumenta quando também é usada uma vacina injetável. A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que os resultados, publicados na revista Science, são históricos.






Apesar dos esforços de todos os envolvidos na luta contra a Aids nos últimos 30 anos, ainda há muito o que ser feito. A conclusão é resultado da 20ª Conferência Internacional de Aids, realizada em junho, na Austrália. “Com o lema Ninguém deve ser deixado pra trás”, o encontro culminou na construção da Declaração de Melbourne, elaborada para dar visibilidade ao impacto das leis discriminatórias e estigmatizantes que aumentam ainda mais a vulnerabilidade de determinados grupos frente ao HIV/Aids.






O número de indígenas autodeclarados cresceu no Brasil, nos últimos 30 anos. É o que indica uma análise sobre os três últimos censos promovidos pelo IBGE, quando este número saltou de 294 mil pessoas, em 1991, para 734 mil, no ano 2000, e 817 mil, em 2010. Desde que a autodeclaração de raça e cor do censo incluiu a categoria “indígena” para toda a população entrevistada, e não apenas em grupos amostrais, em 2010, promoveu-se também uma ampliação nos registros de etnia, língua materna e condições de saúde desta população.






Nascer é normal!

segunda-feira, 18, agosto , 2014 por

Pesquisa da Fiocruz aponta que brasileiras, em sua maioria, perdem autonomia no momento do parto, ficando sujeitas a intervenções desnecessárias. Primeiro levantamento sobre parto e nascimento, o trabalho traz resultados inéditos sobre a forma como as brasileiras dão à luz e confirma que a assistência ao parto vaginal no Brasil é de má qualidade.






O envelhecimento da população brasileira segue em ritmo acelerado, mas a preocupação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) é que esse envelhecimento ocorre conjuntamente com a redução do crescimento populacional. Esse é um dos principais temas abordados no livro recém-lançado pelo Ipea “Novo Regime Demográfico: Uma Nova Relação entre População e Desenvolvimento Econômico”, que inclui 21 artigos de 25 pesquisadores do órgão. Confira a matéria e o acesse o livro.






Elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Rela-tório de Desenvolvimento Humano 2014 convoca os países à prestação uni-versal de serviços sociais básicos e à implementação de políticas mais fortes de proteção social e de pleno emprego. O documento ainda fornece uma nova perspectiva sobre a vulnerabilidade e propõe maneiras de fortalecer a resiliência.






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