População e Saúde - Saúde Amanhã - Page 13

Mais de sete mil toneladas de sódio foram retiradas de produtos alimentícios por meio de compromisso firmado pelo Ministério da Saúde e Associação das Indústrias da Alimentação (Abia). O resultado da segunda etapa do Plano Nacional de Redução de Sódio, que teve início em 2011, foi divulgado no último dia 12 de maio. A meta do governo é que, até 2022, o setor promova a retirada de cerca de 28 mil toneladas de sal dos alimentos do mercado brasileiro e que o consumo de sódio da população diminua da média atual.

Em entrevista para a revista Radis, o infectologista Rivaldo Venâncio Cunha, diretor da Fiocruz Mato Grosso do Sul, reforça que para combater o chikungunya é preciso que as autoridades sanitárias não relutem, como ocorreu com a dengue, em admitir a possibilidade de uma epidemia da doença, menos letal, mas de maior morbidade. Cerca de 4 mil casos já foram registrados no país.

Em 29 de abril de 2015 a Região das Américas foi declarada a primeira do mundo a ser declarada livre da transmissão endêmica da rubéola. O esforço de 15 anos na vacinação contra sarampo, rubéola e caxumba em todo o continente culmina neste resultado histórico, que se une a outros similares como a eliminação da varíola, em 1971, e da poliomielite, em 1994, nos quais o Continente Americano também foi o primeiro em nível mundial.

Mais da metade da população rural no mundo – mais do que o dobro do número observado em áreas urbanas – não tem acesso a serviços de saúde, revela relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgado em 27 de maio. O relatório é o primeiro de gênero a ser publicado pela OIT e revela grandes disparidades no acesso aos cuidados de saúde entre as áreas rurais e urbanas em todo o mundo, especialmente nos países em desenvolvimento.

Está disponível no portal do IBGE a publicação “Mudança Demográfica no Brasil no Início do Século XXI: Subsídios para as projeções da população do Brasil e das Unidades da Federação”. A obra reúne textos analíticos sobre as mudanças demográficas experimentadas pela população brasileira, que embasaram a elaboração das Projeções da População do Brasil e das Unidades da Federação 2000-2060.

A tragédia da mortalidade materna vem atingindo menos mães a cada ano no Brasil. Mas o ritmo de queda não será suficiente para que o país alcan-ce, até o fim do ano, o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) neste quesito pois ele é mais lento do que seria possível e desejável, dizem os especialistas. Em 2013, 1.567 mil mulheres morreram no Brasil por complicações ao dar à luz, durante ou após a gestação, ou causadas por sua interrupção. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem hoje 62 casos a cada 100 mil nascimentos.

Racismo e “branquitude” na sociedade brasileira

segunda-feira, 23, fevereiro , 2015 por

Ao longo do ano passado, manifestações abertas de racismo multiplicaram-se nas redes sociais e nos espaços públicos, pondo em xeque a cômoda ideia da “democracia racial” brasileira. Segundo Lia Vainer Schucman, doutora em Psicologia Social pela USP, as reações recentes são fruto do “medo branco”. “Quando as lutas dos movimentos sociais negros produziram certas conquistas, alguns brancos passaram a se sentir ameaçados. Isso foi claramente perceptível nas entrevistas que fiz”, aponta. Confira a entrevista completa.

Organização Mundial da Saúde, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, Comitê de Sistemas Alimentares da ONU e Gra-duate Institute of International and Development Studies, da Suíça, lançaram oficialmente o Global Nutrition Report 2014. O relatório é um compilado de dados internacionais apresentados durante a Segunda Conferência Internacional de Nutrição, realizada em novembro de 2014. O documento traz ainda estudo de casos de ações nacionais e regionais e as metas das organizações sobre o tema até 2025.

Com altos índices de mortalidade infantil e subnutrição, baixa expectativa de vida e ocorrências de doenças praticamente já erradicadas do restante do país, os xavantes da terra indígena de Parabubure, em Mato Grosso, são um dos desafios para o segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff. Um dos problemas mais graves é a ainda elevada taxa de mortalidade infantil. Só até agosto, 56 crianças morreram no primeiro ano de vida a cada mil nascidas vivas.

Cerca de 40% da população adulta brasileira, o equivalente a 57,4 milhões de pessoas, possui pelo menos uma doença crônica não transmissível (DCNT), segundo dados inéditos da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). O levantamento, realizado pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, revela que essas enfermidades atingem principalmente o sexo feminino (44,5%) – são 34,4 milhões de mulheres e 23 milhões de homens (33,4%) portadores de enfermidades crônicas. Confira a reportagem e a pesquisa completa.

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