Um panorama dos projetos de Reforma Tributária em tramitação no Congresso Nacional, traçado pelos economistas Sulamis Dain e Eduardo Fagnani, foi o ponto de partida para a discussão entre pesquisadores e parlamentares sobre os impactos de um novo modelo fiscal para o desenvolvimento nacional e o financiamento da Saúde. O debate aconteceu durante o seminário on-line “Reforma Tributária e Financiamento da Saúde”, promovido no dia 14 de setembro pela iniciativa Brasil Saúde Amanhã, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no contexto da Estratégia Fiocruz para Agenda 2030.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) acaba de lançar uma pesquisa pública sem precedentes para obter ideias a respeito dos principais desafios que, atualmente, ameaçam a paz em todo o mundo, bem como acerca das soluções necessárias para enfrentá-los.

Diante dos diferentes projetos de reforma do sistema tributário em circulação no Congresso Nacional, a iniciativa Brasil Saúde Amanhã promove o seminário on-line “Reforma Tributária e Financiamento da Saúde”, dia 14 de setembro, das 10h às 12h30. O evento, que será transmitido pelo canal da VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz no YouTube, reunirá pesquisadores e parlamentares para

sexta-feira, 14, agosto , 2020 por

Os resultados de um estudo que apurou as fontes de financiamento da Saúde, a origem dos recursos empregados e os gastos com produtos e serviços, a fim de compreender a relação do público e do privado na área, foram o mote do seminário on-line “Espaço fiscal e fluxos financeiros no setor da Saúde”, promovido dia 10 de agosto pela rede Brasil Saúde Amanhã. O evento foi pautado pelo recente Texto para Discussão da iniciativa – TD nº 43, “Os fluxos financeiros no financiamento e no gasto em Saúde no Brasil”, dos autores Fernando Gaiger Silveira, Gustavo Souto de Noronha, Francisco Funcia, Roberto Luís Olinto Ramos, Ricardo Montes de Moraes, Leonardo Costa de Castro e José Carvalho de Noronha. “Convidamos sanitaristas e economistas para debater os mecanismos de financiamento setorial apurados na pesquisa que resultou na publicação do TD nº 43, com o objetivo de apontar caminhos viáveis para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) no horizonte dos próximos 20 anos”, enfatizou o coordenador executivo da iniciativa Brasil Saúde Amanhã, José Carvalho de Noronha, pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz).

Economistas e sanitaristas participam, na próxima segunda-feira, 10 de agosto, às 10h, do seminário virtual “Espaço fiscal e fluxos financeiros no setor da Saúde”, promovido pela iniciativa Brasil Saúde Amanhã, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O evento é pautado pelo mais recente Texto para Discussão da rede Brasil Saúde Amanhã: “Os fluxos financeiros no financiamento e no gasto em Saúde no Brasil”, de Fernando Gaiger Silveira, Gustavo Souto de Noronha, Francisco R. Funcia, Roberto Luís Olinto Ramos, Ricardo Montes de Moraes, Leonardo Costa de Castro e José Carvalho de Noronha. O debate propõe a reflexão sobre os mecanismos financeiros dos setores público e privado da Saúde, na busca de respostas para as seguintes questões: quem financia a Saúde brasileira e como? Em que se gasta e por meio de quem? A transmissão on-line será feita pelo canal da VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz no YouTube. Assista em www.saudeamanha.fiocruz.br.

Livro “Brasil: Estado social contra a barbárie”, recém-lançado pela Fundação Perseu Abramo, dedica capítulo aos rumos da Saúde Pública brasileira.

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Novo livro da Fundação Perseu Abramo tem capítulo dedicado ao sistema de saúde brasileiro, de autoria de pesquisadores da iniciativa Brasil Saúde Amanhã “O sistema de saúde brasileiro: rumo à universalidade ou à segmentação?”. Com esta questão norteadora, os pesquisadores José Carvalho de Noronha e Leonardo Castro, da rede Brasil Saúde Amanhã, trazem reflexões sobre

A polarização política e a disputa pelo poder em plena crise de saúde pública, provocada pela pandemia do novo coronavírus é o que poderá levar o Brasil ao colapso em diversos setores importantes para o funcionamento e prosperidade do País, a exemplo da saúde pública, da economia e do emprego. Essa é uma das conclusões

Nota técnica do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS), de março de 2020, busca identificar as áreas de maior carência de leitos, respiradores e ocupação hospitalar.

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“Pela primeira vez, temos uma agenda para o desenvolvimento sustentável que amplia o debate no âmbito do direito à saúde universal, em especial, ao acesso a medicamentos. É uma grande oportunidade para todos nós”. A afirmação é da representante da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) no Brasil, Socorro Gross Galiano, que ministrou palestra magna durante o lançamento do livro “Desafios do acesso a medicamentos no Brasil”, pela iniciativa Brasil Saúde Amanhã, dia 25 de junho. Intitulada “Acesso a medicamentos no mundo contemporâneo: perspectivas para as próximas décadas”, a apresentação abordou os mecanismos existentes para promover o acesso a medicamentos, os desafios na área, as perspectivas para as próximas décadas e as oportunidades de atuação da OPAS frente à pandemia de Covid-19.

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