As perspectivas de crescimento e desenvolvimento econômico no Brasil nos próximos vinte anos estarão em debate na Fiocruz na próxima sexta-feira, 16 de dezembro, durante o seminário “Desenvolvimento, Espaço Fiscal e Financiamento Setorial”, promovido pelo projeto Brasil Saúde Amanhã em parceria com o Centro de Estudos Estratégicos (CEE). Com transmissão on-line através do site do CEE, o evento, que acontecerá das 10h às 13h, discutirá os impactos de médio e longo prazo da economia nacional na capacidade de financiamento das políticas públicas, especialmente do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Prospectar o futuro é ter um programa de ação. É criar elementos para articulação e indução de políticas econômicas e sociais, no interesse do desenvolvimeto, com equidade, fomentando o acesso e a inclusão”, define o coordenador executivo da rede Brasil Saúde Amanhã, José Carvalho de Noronha, pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz). Resultados da iniciativa, que desde 2010 vem investigando os cenários futuros do sistema de saúde brasileiro, estão no livro “Brasil Saúde Amanhã: População, Economia e Gestão”, a ser lançado pela Editora Fiocruz na próxima quinta-feira, dia 15, às 18h, na ONG Viva Rio (Rua do Russel, 76). Outras obras serão lançadas na ocasião, confira a programação completa.






Saúde do Idoso: velhas e novas questões

segunda-feira, 07, novembro , 2016 por

Os avanços e os desafios que persistem à Política Nacional do Idoso (PNI) são analisados em livro recém-lançado pelo Ipea. A publicação trata de aspectos como renda, direitos, saúde e educação e, ao mesmo tempo, propõe novas questões a serem debatidas em prol do envelhecimento digno da população. Se, por um lado, houve ganhos do ponto de vista da proteção social, na área da Saúde a política ainda pode ser aprimorada. O livro, que contou com a contribuição de 32 pesquisadores, está organizado em quatro partes: histórico da PNI, implementação, novas questões e perspectivas.






A Saúde sempre utilizou dados de seus sistemas de informação para planejar, corrigir e redirecionar políticas públicas. Nas últimas décadas, com o advento da internet e das tecnologias da informação, esse corpus se multiplicou, trazendo uma nova complexidade para as pesquisas na área. O conhecimento dos estatísticos passou a ser combinado com a expertise da computação, para que o big data – o imenso volume de dados que produzimos hoje – pudesse ser decodificado. Para isso, é imprescindível o uso de ferramentas tecnológicas que mensurem e interpretem as informações disponíveis. Neste sentido, um importante passo foi dado pela Fiocruz, com o lançamento da plataforma Ciência de Dados aplicada à Saúde, fruto de parceria do Laboratório de Informação em Saúde do Icict com o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e a Dell EMC.






Um estudo publicado na revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz mapeia o potencial de disseminação global do vírus zika e aponta os fatores que mais impactam no risco de transmissão, com precisão para áreas de 25 km². O trabalho mostra que diversos países reúnem as principais condições para propagação da doença. Na Ásia, além de Cingapura, onde um surto de zika já alcança cerca de 400 casos, territórios com grande população, como Tailândia, sul da China, Índia e Bangladesh, estão em risco. O mapa não apenas aponta o potencial para a propagação do zika nessas áreas, mas também identifica os principais motores da transmissão em todo o mundo.






“Pensar e construir o futuro: Saúde Amanhã”

segunda-feira, 19, setembro , 2016 por

O exercício da prospecção do futuro e a experiência do projeto Brasil Saúde Amanhã são tema do artigo “Pensar e construir o futuro: Saúde Amanhã”, dos pesquisadores Paulo Gadelha, presidente da Fiocruz, e José Carvalho de Noronha, coordenador-executivo da iniciativa. Publicado na seção Opinião do Boletim de Análise Político-Institucional nº 9 do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o artigo reforça o protagonismo da Fiocruz como instituição estratégica de Estado e a importância da realização de estudos se futuro.






A Fiocruz na Agenda 2030

segunda-feira, 12, setembro , 2016 por

A Fiocruz, enquanto instituição estratégica de Estado, por sua história e pelas particularidades de sua atuação, tem importância fundamental para o cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, assim como para assegurar que sua implantação seja participativa, comprometida ao máximo com as causas sociais e orientada por uma visão de desenvolvimento solidária e plural. Foram estas algumas das conclusões do seminário A Fiocruz na Agenda 2030, realizado dia 1° de setembro na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz).






A divulgação do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais (SCNT), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 31 de agosto, confirmou a projeção do Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo para o segundo trimestre do ano. Segundo o IBGE, os investimentos cresceram 0,4% no período, em relação ao primeiro trimestre, na comparação livre de efeitos sazonais. O Grupo de Conjuntura (Gecon) do Ipea havia anunciado em 26 de agosto, a elevação de 0,38% no indicador. “Os dados mais recentes indicam uma possível mudança de tendência dos investimentos, com destaque para as máquinas e equipamentos, cuja recuperação tem se mostrado mais significativa”, explica o coordenador do Gecon, José Ronaldo de Souza Jr.






Em artigo, a pesquisadora do Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz, Erica Kastrup, debate o tema, afirmando que “adotar os ODS significará incorporar questões sociais e ambientais como centrais ao desenvolvimento, construindo, no campo das políticas públicas, um olhar criativo, intersetorial, para que se desvendem sinergias entre diferentes setores e trade-offs envolvidos nas opções políticas”. Leia a íntegra do artigo.






Projeto Brasil 2035 apresenta resultados

segunda-feira, 22, agosto , 2016 por

Com o objetivo de apresentar resultados de uma consulta sobre as incertezas e críticas para o desenvolvimento brasileiro, o Ipea realizou na segunda semana de agosto, em Brasília, o seminário Projeto Brasil 2035 – Questões para o Desenvolvimento. “Nós fizemos 12 workshops sobre diversos temas e conseguimos identificar quais são as grandes questões ainda sem resposta, mas que impactam e poderiam contribuir muito para o desenvolvimento do país”, disse a coordenadora do projeto, Elaine Marcial, lembrando que na primeira fase a discussão foi sobre as tendências.






Página 3 de 7
TOP