Abrascão 2018

segunda-feira, 30, outubro , 2017 por

O Abrascão 2018 acontecerá num momento muito particular da história do Brasil: um contexto difícil. Direitos, liberdade, democracia, Universidade Pública e o Sistema Único de Saúde estão submetidos a ataques cerrados. O principal recurso à nossa disposição para organizarmos a resistência e impedir retrocessos à liberdade e aos direitos sociais somos nós mesmos. O Abrascão 2018 é um dos meios pelos quais podemos ecoar nossa voz. Precisamos organizar um Congresso que demonstre a conexão entre a Ciência produzida pela Saúde Coletiva e a defesa da vida e do bem-estar. Precisamos de um Congresso Político que ao final publique o Caderno da Abrasco pelo fortalecimento do SUS, dos direitos e da democracia. Precisamos de um Congresso que consiga combinar a crítica, a mais extensa liberdade de expressão, com a solidariedade e com a determinação de vivermos de maneira ética e democrática desde sempre.

O risco das Parcerias Público-Privadas na Saúde

segunda-feira, 30, outubro , 2017 por

As Parcerias Público-Privadas (PPP) deverão desempenhar um papel cada vez mais relevante nos próximos anos, despontando como uma importante alternativa de financiamento de projetos e de infraestrutura no cenário de serviços públicos. Mas, para a Saúde Pública, as PPP nem sempre são uma boa alternativa, uma vez que pode haver distorção da agenda que define as necessidades da saúde, favorecendo os interesses das empresas. Essa é a posição adotada pelos pesquisadores da ENSP Vera Luiza da Costa e Silva, Silvana Rubano Barretto Turci, Ana Paula Natividade de Oliveira e Ana Paula Richter em artigo publicado pela revista Cadernos de Saúde Pública. Segundo o trabalho acadêmico, os órgãos públicos podem se beneficiar da colaboração com o setor privado em áreas em que há falta de especialização, tais como desenvolvimento de pesquisas e tecnologias, mesmo assim, os papéis de cada instituição devem ser bem definidos, para que não haja conflito de interesses. “Envolver-se com o setor privado, sem comprometer a integridade das ações governamentais, exige ampla discussão por parte dos atores da saúde pública, por motivos claros de conflito das visões e escopos entre corporações e saúde pública. Alia-se a isso a necessidade de abordagens multissetoriais, alta carga de investimentos financeiros das várias dimensões das políticas de controle de doenças mais prevalentes, sobretudo as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT)”, alertam.






Avaliação e desempenho de sistemas de saúde

segunda-feira, 30, outubro , 2017 por

Com o título “Avaliação do desempenho do sistema nas Regiões de Saúde a partir da metodologia do Proadess”, o Centro de Estudos do Icict realiza mais um seminário. Desta vez, no dia 31 de outubro, das 9h30 as 12h30 , na Sala Multimídia do Icict. O evento é voltado para pesquisadores e estudantes que se interessam pelo tema – o desempenho do SUS, das políticas em saúde, regionalização e outras temáticas relacionadas, afirma Ricardo Dantas, coordenador do Centro de Estudos e que fará a abertura do evento. Segundo Dantas, serão apresentados não só os novos indicadores do Projeto, como também as ferramentas de visualização e as séries históricas com dados de projeções populacionais, a partir da palestra “Desdobramentos recentes do Proadess”, do pesquisador e coordenador do Proadess, Francisco Viacava.






Envelhecimento saudável sem SUS?

segunda-feira, 30, outubro , 2017 por

A defesa de uma agenda baseada na seguridade social e de enfrentamento da desigualdade, que garanta bem estar a todos, em todas as etapas da vida, esteve em pauta no seminário Envelhecimento saudável sem estado de bem estar e sem SUS?, resultado de parceria entre Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz e o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz). O evento, da série Futuros do Brasil, foi realizado em 17/10/2017, no Salão de Leitura da Biblioteca de Manguinhos, contando, na mesa de abertura, com o vice-presidente de Pesquisa e Coleções Científicas, Rodrigo Correa de Oliveira, o diretor do Icict, Rodrigo Murtinho, e a pesquisadora Dalia Romero, coordenadora do Grupo de Estudos em Saúde e Envelhecimento (Gise/Icict/Fiocruz).






Mudança do clima e contas públicas

segunda-feira, 23, outubro , 2017 por

Como incluir emissões de gases de efeito estufa no conjunto de contas nacionais? E por que é importante alinhar dados de inventários de emissões nacionais com o sistema de contas-satélites? Para debater essas questões, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) recebeu pesquisadores e autoridades de diversas instituições no “Seminário Internacional – Relacionando Mudança do Clima e Contas Públicas”. O encontro ocorreu em Brasília, nesta terça-feira (17).






Editorias

Políticas públicas para uma vida saudável

segunda-feira, 23, outubro , 2017 por

As Américas apresentam os maiores níveis de sobrepeso e obesidade do mundo e os níveis mais baixos de atividade física. Esses fatores aumentam o risco de desenvolver doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), principais causas de morte na região.
Para reverter essa tendência e salvar vidas, é necessário que todos os setores do governo — responsáveis por agricultura, comércio e desenvolvimento urbano —promovam políticas públicas coerentes que facilitem ambientes para que a opção saudável seja a mais fácil de se tomar.






Erradicar a fome até 2030?

segunda-feira, 23, outubro , 2017 por

O número total de pessoas que sofrem com a fome na América Latina e no Caribe aumentou, revertendo décadas de progresso. Enquanto isso, o sobrepeso afeta homens e mulheres de todas as faixas etárias e constitui um grande problema de saúde em todos os países da região das Américas. Essas estatísticas fazem parte do documento Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional na América Latina e no Caribe 2017, publicado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).






A 29ª Conferência Pan-Americana de Saúde da Opas, aprovou, na semana de sua realização (22 a 26 de setembro de 2017), uma nova agenda de saúde para as Américas, além de uma série de estratégias e planos de ação em diversas áreas de trabalho. As decisões foram tomadas pelos ministros de Estado da Saúde que representam os 35 Estados-membros da organização. Criada em 1902, a Organização Pan-Americana da Saúde é também o Escritório de Representação da Organização Mundial da Saúde para a Região das Américas (AMRO) e órgão máximo de deliberações e da diplomacia da saúde no continente.






A distância que nos une

quinta-feira, 19, outubro , 2017 por

No mundo, oito pessoas detém o mesmo patrimônio que a metade mais pobre da população. Ao mesmo tempo, mais de 700 milhões de pessoas vivem com menos de US$ 1,90 por dia. No Brasil, a situação é pior: apenas seis pessoas possuem riqueza equivalente ao patrimônio dos 100 milhões de brasileiros mais pobres. E mais: os 5% mais ricos detém a mesma fatia de renda que os demais 95%. Nesse cenário de desigualdades, a Oxfam Brasil lança o relatório “A distância que nos une”.

Leia na íntegra.






Tema de discussões na rede Brasil Saúde Amanhã desde o lançamento da iniciativa, em 2010, as questões que orbitam a proteção social em Saúde também estão refletidas na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU), em seus 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os desafios desse campo estiveram em pauta no painel “Desenvolvimento, Saúde e Proteção Social”, o terceiro do seminário “Saúde, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável”, realizado na Fiocruz nos dias 11 e 12 de setembro.






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