O futuro do trabalho em Saúde dependerá do papel do Estado, do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e da adoção de políticas públicas cidadãs. Essa é a conclusão do seminário “O Brasil depois da pandemia: transformações do trabalho em Saúde”, promovido dia 12 de julho pela iniciativa Brasil Saúde Amanhã, com transmissão on-line

“Se há um tema sobre o qual é urgente se pensar na área de saúde, esse tema é o das tecnologias digitais e seus impactos sobre as formas de produzir saúde”. A afirmação é do antropólogo Leonardo Castro, pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) e coordenador do projeto de pesquisa “Implicações

Em todas as projeções para o futuro, o Brasil é o país que menos aumentará o gasto público per capita com serviços de saúde – e mudar esse cenário é imprescindível para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS), reduzir as desigualdades sociais e se aproximar dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Organização

As consequências  da atual crise sanitária na economia global, seus impactos sobre a economia brasileira e as transformações tecnológicas, econômicas e sociais no pós-pandemia estarão em debate no seminário on-line “O Brasil depois da pandemia: horizontes econômicos no mundo e no Brasil e o Complexo da Saúde”, dia 29 de março, das 10h ao meio-dia.

Retrospectiva 2020

segunda-feira, 28, dezembro , 2020 por

No ano em que a humanidade e os sistemas de saúde de todo o mundo foram desafiados pela pandemia de Covid-19, a iniciativa Brasil Saúde Amanhã atualizou sua produção científica de forma a incluir os impactos da emergência sanitária causada pelo novo coronavírus nos cenários prospectados para o futuro do Brasil e do Sistema Único de Saúde (SUS) no horizonte móvel dos próximos 20 anos. A rede interdisciplinar de pesquisa, que é pioneira na prospecção de futuros para o setor Saúde, completou uma década de atividades em 2020. Confira nesse especial os principais destaques do ano. Todo conhecimento produzido está disponível em acesso aberto no portal Saúde Amanhã.

Lançado pelo selo Porto Livre, do Icict/Fiocruz, o livro está disponível em acesso aberto. Confira.

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2010: Década perdida para desigualdade e pobreza

quinta-feira, 10, dezembro , 2020 por

Em nota técnica, Ipea analisa distribuição de renda no país a partir de dados da PNAD Contínua de 2012 a 2018.

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Universidade Federal de Pelotas propõe debate sobre renovação crítica e utópica das Ciências Sociais na América Latina, em especial no Brasil.

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Pesquisadores da Ufes dissertam, na perspectiva darcyniana, sobre geopolítica do conhecimento e afirmação da América Latina como lugar de enunciação de saberes legítimos.

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Iniciativa pioneira na prospecção de cenários futuros para o setor Saúde no Brasil, a rede Brasil Saúde Amanhã, que completa 10 anos em 2020, promove mais um seminário on-line no dia 15 de dezembro, terça-feira, das 10h às 12h30, com transmissão pelo canal da VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz no YouTube. Intitulado “Pensando o Futuro da Saúde no Brasil: População, Segurança Alimentar e Desigualdades”, o evento discutirá as tendências mapeadas por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para os próximos 20 anos. A discussão adianta os resultados registrados nos próximos três Relatórios de Pesquisa a serem publicados no portal Saúde Amanhã: “Dinâmica Demográfica e Distribuição Espacial da População: Cenários para 2040, um Olhar Socioeconômico”, de Antônio Tadeu Ribeiro de Oliveira e Mônica O´Neill; “Terra, Segurança e Soberania Alimentar, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a Covid-19”, de Gustavo Souto de Noronha; e “Desigualdades e Vulnerabilidades em Saúde”, de Wanessa Debôrtoli de Miranda, Fabrício Silveira e Rômulo Paes-Sousa.

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