A crise econômica poderá levar até 3,6 milhões de brasileiros para abaixo da linha de pobreza até o fim do ano. A estimativa é do Banco Mundial, que divulgou estudo referente ao impacto da recessão sobre o nível de renda do brasileiro. A projeção considera que a economia encolherá 1% no segundo semestre de 2016 e no primeiro semestre deste ano (ano-fiscal 2016/2017). Num cenário mais otimista, que prevê crescimento de 0,5% da economia nesse período, o total de pobres subiria em 2,5 milhões, segundo o Banco Mundial.

Diretrizes para o Desenvolvimento Sustentável

segunda-feira, 06, fevereiro , 2017 por

A ONU e 19 instituições financeiras e investidores do mundo todo, totalizando 6,6 trilhões de dólares em ativos, lançaram na terça-feira (31/01) um conjunto de diretrizes globais que visa a canalizar investimentos para o desenvolvimento sustentável. Os Princípios para o Financiamento de Impacto Positivo fornece a instituições financeiras e investidores um conjunto de diretrizes globais que poderão ser adotadas por diferentes setores, incluindo crédito para varejo e atacado, empréstimos corporativos e administração de recursos.






A Presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, reuniu-se dia 24 de janeiro com uma delegação britânica, composta pelo encarregado de negócios do Reino Unido, Wasim Mir, e pela diretora da rede de Ciência e Inovação do Reino Unido, Julia Knights. Na primeira visita oficial desde sua posse, a presidente tratou de acordos de cooperação já existentes entre a Fundação e o Reino Unido, assim como de possíveis novas colaborações entre a instituição e o país europeu.






Brasil gasta menos que outros países com P&D

segunda-feira, 23, janeiro , 2017 por

Em 2015, o governo federal gastou R$ 37,1 bilhões com ciência e tecnologia (C&T). Isso significa 0,63% do Produto Interno Bruto (PIB). O dado está no artigo Dispêndios do Governo Federal em C&T e P&D: esforços e perspectivas recentes, que faz parte da 48ª edição do Boletim Radar, publicado pelo Ipea. Os autores, Priscila Koeller,

Desigualdades em saúde no Brasil

segunda-feira, 28, novembro , 2016 por

O International Journal of Equity in Health publicou, neste mês de novembro, uma coletânea de 14 artigos que traça um panorama das desigualdades em saúde no Brasil com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013. A edição contém também três comentários com acesso aberto que abordam temas relacionados ao acesso e utilização de serviços de saúde, doenças crônicas, saúde materna, saúde mental e violência. Segundo a publicação, foram usados dados de mais de 60 mil pessoas e selecionados trabalhos que tocam temas-chave das desigualdades no Brasil e exploram as diferentes maneiras pelas quais as condições sociais refletem aspectos das desigualdades na saúde.






Delegações estrangeiras e de estados brasileiros que estiveram em Curitiba semana passada conhecendo o projeto “A Hora é Agora” demonstraram interesse pelo projeto-piloto de autotestagem voltado para o público gay e HSH, realizado na capital do Paraná pela filial brasileira do CDC, em parceria com a prefeitura local, a Fiocruz e o Grupo Dignidade, e com apoio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.






O Ipea reuniu no dia 10 de setembro, em Brasília, os organizadores do livro “O Direito à Água como Política Pública na América Latina: uma exploração teórica e empírica”, para um seminário sobre o tema. Idealizadora e uma das editoras da publicação, a técnica de planejamento e pesquisa do Ipea Maria da Piedade Morais, falou que são 27 autores que, em 13 capítulos, analisam a questão do direito à água em algumas de suas muitas dimensões e expressões concretas, as diferentes realidades e as políticas públicas destinadas a implementar esse direito nas últimas duas décadas em seis países latinos: Brasil, Argentina, México, Nicarágua, Peru, Uruguai e Venezuela. “O interessante é que o livro traz algumas das linhas de trabalho da Rede Waterlat”, observou a pesquisadora.






Discutir os possíveis cenários para o setor Saúde a médio e longo prazo no país é o desafio do seminário Brasil Saúde Amanhã: horizontes para os próximos 20 anos, realizado entre os dias 17 e 18 de setembro, no campus da Fundação Oswaldo Cruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro. O reuniu os pesquisadores que compõem o grupo multidisciplinar de pesquisa da rede Brasil Saúde Amanhã, resultado da parceria da Fiocruz com a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), o Ministério da Saúde e o Instituto de Pesquisa Econômica Apli-cada (Ipea).






Os impactos da crise econômica e política na saúde da população brasileira são tema da oitava edição do boletim informativo do Observatório de Análise Política em Saúde. Analisam os efeitos da crise e as alternativas para mitigá-los os pesquisadores Cesar Victora, epidemiologista e professor emérito da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel); Maurício Barreto, pesquisador da Fiocruz Bahia; e Fabiola Sulpino Vieira, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).






Debate promovido pelo CEE/Fiocruz aponta para a importância de se elaborar um projeto nacional de desenvolvimento, construído a partir da participação popular. O momento de crise torna ainda mais relevantes os esforços prospectivos de futuro e o planejamento estratégico de longo prazo, como ressaltam o economista Carlos Gadelha, da Fiocruz, e o cientista político Luis Fernandes, da UFRJ.






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