Segundo a OMS, compra de medicamentos representa uma das principais fontes de despesa para sistemas públicos de saúde.

Centro de Estudos da Ensp discutiu mudanças relativas aos mecanismos de transferência de recursos pelo Ministério da Saúde






Pedro Rossi: ‘O discurso neoliberal de que precisamos cortar gastos e esperar que as coisas melhorem está fadado ao fracasso’. A Emenda Constitucional 55 (EC 55) sustenta-se sobre fábulas e mitos – como a farra do gasto público, a insolvência do Estado e a contração fiscal expansionista –, e sustenta-se em diagnóstico equivocado de que o

Crescimento da economia requer gasto público

segunda-feira, 20, fevereiro , 2017 por

“Todas as economias, quando crescem, aumentam o gasto público”. A análise é do o professor Carlos Pinkusfeld Bastos, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que participou do seminário Desenvolvimento, Espaço Fiscal e Financiamento Setorial, em dezembro de 2016, ao lado dos também economistas Daniel Conceição, da UFRJ, Sulamis Dain, das Faculdades de Campinas (FACAMP), e Pedro Rossi, da Universidade de Campinas (Unicamp). O encontro foi promovido pela rede Brasil Saúde Amanhã e pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE), que transcreveu a palestra de Bastos.






O desenvolvimento de políticas de longo prazo para a Saúde e para a Educação será inviabilizado pela Emenda Constitucional 55 (EC 55), por esta representar um engessamento – também de longo prazo – no orçamento federal e, portanto, nos investimentos para essas áreas. A análise é da professora Sulamis Dain, do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que participou, em dezembro de 2016, do seminário “Desenvolvimento, Espaço Fiscal e Financiamento Setorial”, realizado pela rede Brasil Saúde Amanhã, em parceria com o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE/Fiocruz). Também participaram do evento os economistas Daniel Conceição e Carlos Pinkusfeld Bastos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Pedro Rossi, da Universidade de Campinas (Unicamp). Leia a transcrição da palestra de Sulamis Dain.






A crise fiscal e o endividamento “insustentável” que vêm assombrando o país são, na verdade, “invenções” para desequilibrar a economia, em prejuízo dos gastos sociais. A análise é do economista Daniel Conceição, professor da UFRJ. Ao lado de Carlos Pinkusfeld Bastos, também da UFRJ, Sulamis Dain, da UERJ, e Pedro Rossi, da Unicamp, Conceição participou do seminário “Desenvolvimento, Espaço Fiscal e Financiamento Setorial”, realizado em 16 de dezembro de 2016 pela rede Brasil Saúde Amanhã, em parceria com o CEE-Fiocruz. Confira a transcrição da palestra de Daniel Conceição.






Temporão: Tempos sombrios para a saúde pública

segunda-feira, 16, janeiro , 2017 por

A emenda constitucional que impõe limites rígidos nos gastos públicos para os próximos 20 anos pode ser analisada de múltiplas perspectivas: econômica, política, de seu impacto nas políticas sociais e nas condições de vida da maioria da população, entre outros. Na realidade, ela expressa uma série de valores e de visões de mundo que se contrapõe radicalmente ao que Sérgio Arouca, utilizando um conceito de Norbert Elias, denominava de Processo Civilizatório, quando o Brasil abraçou nos anos 1980 o desafio de construir um sistema de saúde universal nos trópicos.






Perspectivas para o Brasil, a Economia e a Saúde

segunda-feira, 19, dezembro , 2016 por

Os mitos da insustentabilidade da dívida pública brasileira, da contração fiscal expansionista, da insolvência do Estado e da “farra” do gasto público, entre outras falsas premissas econômicas que vigoram, hoje, no Brasil, foram descontruídos por especialistas de diferentes instituições, reunidos na última sexta-feira, 16 de dezembro, no seminário “Desenvolvimento, Espaço Fiscal e Financiamento Setorial”, promovido pela rede Brasil Saúde Amanhã em parceria com o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE).






Pediatria: entraves para desospitalização

segunda-feira, 07, novembro , 2016 por

Por falta de políticas públicas eficazes, dezenas de crianças com doenças crônicas vivem hoje em unidades de saúde pelo país. Dependentes de algum tipo de tecnologia e diante do alto custo dos tratamentos domiciliares, elas seguem internadas, ainda que já tenham alcançado condições de estabilidade clínica para obter a alta. Este é um dos grandes desafios enfrentados atualmente pela pediatria, do ponto de vista da promoção da saúde e do autocuidado de pacientes crônicos. Quase metade das crianças internadas na Enfermaria de Pediatria do IFF/Fiocruz, por exemplo, encontra-se nesta situação.






Abrasco: ‘Austeridade faz mal à saúde’

segunda-feira, 17, outubro , 2016 por

Realizado de 09 a 12 de outubro na Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), o 7º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), promoveu debates e reflexões em torno do tema “Pensamento crítico, emancipação e alteridade: agir em saúde na (ad)diversidade”. No último dia, a mesa-redonda “Sociedade, subjetividade e saúde: desafios do SUS em tempos de crise democrática” contou com a participação de Marta Gislene Pignati, Gastão Wagner, Alcides Miranda, Roseni Pinheiro e Luis Eugenio Souza.






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