O risco das Parcerias Público-Privadas na Saúde

segunda-feira, 30, outubro , 2017 por

As Parcerias Público-Privadas (PPP) deverão desempenhar um papel cada vez mais relevante nos próximos anos, despontando como uma importante alternativa de financiamento de projetos e de infraestrutura no cenário de serviços públicos. Mas, para a Saúde Pública, as PPP nem sempre são uma boa alternativa, uma vez que pode haver distorção da agenda que define as necessidades da saúde, favorecendo os interesses das empresas. Essa é a posição adotada pelos pesquisadores da ENSP Vera Luiza da Costa e Silva, Silvana Rubano Barretto Turci, Ana Paula Natividade de Oliveira e Ana Paula Richter em artigo publicado pela revista Cadernos de Saúde Pública. Segundo o trabalho acadêmico, os órgãos públicos podem se beneficiar da colaboração com o setor privado em áreas em que há falta de especialização, tais como desenvolvimento de pesquisas e tecnologias, mesmo assim, os papéis de cada instituição devem ser bem definidos, para que não haja conflito de interesses. “Envolver-se com o setor privado, sem comprometer a integridade das ações governamentais, exige ampla discussão por parte dos atores da saúde pública, por motivos claros de conflito das visões e escopos entre corporações e saúde pública. Alia-se a isso a necessidade de abordagens multissetoriais, alta carga de investimentos financeiros das várias dimensões das políticas de controle de doenças mais prevalentes, sobretudo as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT)”, alertam.

Caminhos do SUS: ameaças e oportunidades

segunda-feira, 14, agosto , 2017 por

Nelson Rodrigues dos Santos fala sobre os “Caminhos do SUS, até hoje, e a proposta do fim dos blocos: compreendendo a história para inverter ameaças e oportunidades”. O texto foi apresentado na Oficina Regionalização e planejamento ascendente para unificação dos blocos, na tarde do dia 14 de julho, durante o 23º Congresso Conasems – Diálogos no Cotidiano da Gestão

Teto de gastos trará retrocesso à Saúde

segunda-feira, 31, julho , 2017 por

Os impactos negativos da Emenda Constitucional 95, mais conhecida como Emenda do Teto de Gastos, foram amplamente discutidos em diversas mesas da 69a Reunião Anual da SBPC. No último dia do evento, no entanto, uma conferência se destacou por apontar os dados em um dos setores mais importantes para o desenvolvimento dos países: a saúde. Junto com educação, a saúde teve um tratamento diferenciado na emenda feita à Constituição Federal. O governo federal divulga que esses setores foram “poupados”, mas o efeito real em relação às políticas públicas que vigiam antes da nova regras é de perda de recursos, como apontou a pesquisadora Fabíola Sulpino Vieira, doutora em Saúde Coletiva e ex-pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), na apresentação dessa sexta-feira, 21.






Agenda 2030: custos e benefícios

segunda-feira, 24, julho , 2017 por

OMS estima custos e benefícios para alcançar metas globais de saúde até 2030.






Efeitos de longo prazo

segunda-feira, 17, julho , 2017 por

Impactos da crise econômica e da austeridade fiscal sobre a Saúde serão discutidos no X Congresso Brasileiro de Epidemiologia.






Saúde sem dívida e sem mercado

segunda-feira, 10, julho , 2017 por

Especialistas debatem efeitos de longo prazo da EC 95 sobre o financiamento da Saúde






Segundo a OMS, compra de medicamentos representa uma das principais fontes de despesa para sistemas públicos de saúde.






Centro de Estudos da Ensp discutiu mudanças relativas aos mecanismos de transferência de recursos pelo Ministério da Saúde






Pedro Rossi: ‘O discurso neoliberal de que precisamos cortar gastos e esperar que as coisas melhorem está fadado ao fracasso’. A Emenda Constitucional 55 (EC 55) sustenta-se sobre fábulas e mitos – como a farra do gasto público, a insolvência do Estado e a contração fiscal expansionista –, e sustenta-se em diagnóstico equivocado de que o

Crescimento da economia requer gasto público

segunda-feira, 20, fevereiro , 2017 por

“Todas as economias, quando crescem, aumentam o gasto público”. A análise é do o professor Carlos Pinkusfeld Bastos, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que participou do seminário Desenvolvimento, Espaço Fiscal e Financiamento Setorial, em dezembro de 2016, ao lado dos também economistas Daniel Conceição, da UFRJ, Sulamis Dain, das Faculdades de Campinas (FACAMP), e Pedro Rossi, da Universidade de Campinas (Unicamp). O encontro foi promovido pela rede Brasil Saúde Amanhã e pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE), que transcreveu a palestra de Bastos.






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