Terceirização e Saúde

segunda-feira, 27, março , 2017 por

Autores: Carles Muntaner, Graça Druck, Maria Inês Carsalade Martins, Eduardo C. Siqueira
Ano: 2016

O periódico Cadernos de Saúde Pública, volume 32, nº 6, publica o Espaço Temático: Terceirização e Saúde, com artigos e comentários sobre emprego precário, desigualdades em saúde, riscos de morte aos trabalhadores.

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Autores: Inesita Soares de Araújo, Janine Miranda Cardoso, Rodrigo Murtinho
Ano: 2009

O trabalho apresenta a pesquisa “Políticas e práticas de comunicação no SUS: mapeamento, diagnóstico e metodologia de avaliação”.

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Autora: Ver a Schattan P. Coelho
Ano: 2017

Nota técnica da iniciativa Região e Redes questiona se, e como, a contratação indireta de serviços, isto é, o envolvimento do setor privado e filantrópico na prestação de serviços públicos, pode contribuir para o avanço da regionalização no SUS.

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Org: VIANA, A.L.A; FERREIRA, M.P.; CUTRIM, M.A.B; FUSARO, E.R.; SOUZA, M.R.; MOURÃO, L.; CHANCHARULO, A.P.; MOTA, P.H.S. P

Ano: 2017

Esta nota técnica tem como objetivo discutir os primeiros resultados da pesquisa Região e Redes. Inicialmente faz-se uma breve descrição e problematização das políticas regionais nos anos recentes, em seguida discutem-se as especificidades no setor saúde e, por fim, elaboram-se algumas reflexões.

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Org: OXFAM Brasil

Ano: 2017

O guia é baseado em uma metodologia que “aponta as diferenças entre as melhores e piores regiões analisadas, de modo que seja possível mapear as mais carentes de serviços e infraestrutura”, reforça no texto de abertura do guia o coordenador geral da Rede Nossa São Paulo e do Programa Cidades Sustentáveis, Oded Grajew. “Trata-se de uma ferramenta própria, aplicada há cinco anos na cidade de São Paulo, que utiliza um conjunto de indicadores relacionados aos diferentes aspectos que influenciam a qualidade de vida das pessoas.”

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Autoras: Leila Posenato Garcia e Gabriela Drummond Marques da Silva
Ano: 2016
O estudo “Doenças Transmissíveis e Situação Socioeconômica no Brasil: Análise Espacial” descreve a distribuição espacial das principais doenças relacionadas à pobreza no país: tuberculose, hanseníase, leishmaniose tegumentar, leishmaniose visceral e malária. De contribuição altamente relevante, mostra mapeamento de municípios que, simultaneamente, concentravam elevada ocorrência de novos casos de doenças relacionadas à pobreza e apresentavam piores indicadores socioeconômicos. Esse trabalho torna-se ferramenta importante para o direcionamento de ações focalizadas e custo-efetivas voltadas à prevenção e ao controle das doenças relacionadas à pobreza no Brasil.

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Autores: Jorge Mattar, Luis Mauricio Cuervo González
Ano: 2016

“Planificación y prospectiva para la construcción de futuro en América Latina y el Caribe” reúne quatro trabalhos da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), publicados pelo Instituto Latinoamericano y del Caribe de Planificación Económica y Social (ILPES), entre 2013 e 2016. O objetivo do trabalho é mostrar a análise dos avanços recentes do planejamento e suas perspectivas de desenvolvimento na América Latina e Caribe.

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Autoras: Leila Posenato Garcia e Gabriela Drummond Marques da Silva
Ano: 2016
O estudo “Doenças Transmissíveis e Situação Socioeconômica no Brasil: Análise Espacial” descreve a distribuição espacial das principais doenças relacionadas à pobreza no país: tuberculose, hanseníase, leishmaniose tegumentar, leishmaniose visceral e malária. De contribuição altamente relevante, mostra mapeamento de municípios que, simultaneamente, concentravam elevada ocorrência de novos casos de doenças relacionadas à pobreza e apresentavam piores indicadores socioeconômicos. Esse trabalho torna-se ferramenta importante para o direcionamento de ações focalizadas e custo-efetivas voltadas à prevenção e ao controle das doenças relacionadas à pobreza no Brasil.

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Autores: Jenny X. Liu, Yevgeniy Goryakin, Akiko Maeda, Tim Bruckner e Richard Scheffler
Ano: 2017
O estudo aponta que, até 2030, a força de trabalho global em saúde aumentará para 80 milhões de trabalhadores, o dobro do índice registrado em 2013, enquanto a oferta de profissionais de saúde deverá atingir a marca de 65 milhões no mesmo período, resultando em uma escassez mundial de 15 milhões de profissionais de saúde. O crescimento da demanda por profissionais de saúde será maior entre os países de renda média e alta, impulsionados pelo crescimento econômico pelo envelhecimento das populações. Os países mais pobres, por sua vez, enfrentarão um crescimento reduzido da procura e da oferta por esses profissionais, ambas em grau muito abaixo do considerado necessário para alcançar cobertura adequada dos serviços de saúde.

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Austeridade Fiscal, Direitos e Saúde

segunda-feira, 19, dezembro , 2016 por

Periódico Cadernos de Saúde Pública veicula espaço temático “Austeridade Fiscal, Direitos e Saúde”, com cinco artigos: “Impactos do novo regime fiscal na Saúde e Educação”, de Pedro Rossi e Esther Dweck; “A saúde pública brasileira num universo “sem mundo”: a austeridade da Proposta de Emenda Constitucional 241/2016″, de Áquilas Nogueira Mendes; “Novo Regime Fiscal e a mitigação dos pisos de custeio da Saúde e Educação”, de Elida Graziane Pinto; “Planos privados de saúde com coberturas restritas: atualização da agenda privatizante no contexto de crise política e econômica no Brasil”, de Ligia Bahia, Mario Scheffer, Mario Dal Poz e Cláudia Travassos; e “A Proposta de Emenda Constitucional 241/2016 e o Sistema Único de Saú de: impactos na pesquisa e na indústria”, de Reinaldo Guimarães.

Acesse a publicação na íntegra.






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