Ação sobre os determiantes sociais da saúde é imprescindível para controlar a doença.

Relatório da OMS revela que principais causas de mortalidade infantil poderiam ser evitadas com a redução de riscos ambientais.






Obesidade: metas para 2019

segunda-feira, 20, março , 2017 por

Integrando a Década de Ação das Nações Unidas para a Nutrição 2016-2025, Brasil assume compromissos para reduzir obesidade






Novo estudo do Banco Mundial mostra que brasileiras avançaram em temas como educação e saúde, mas progresso foi desigual






Relatório do Banco Mundial alerta que serão necessários investimentos públicos mais eficientes e colaboração do setor privado e de parceiros internacionais.






Com o tema “O impacto da aprendizagem e da educação de adultos na saúde e no bem-estar, no emprego e no mercado de trabalho, e na vida social, cívica e comunitária”, o 3º Relatório Global sobre Aprendizagem e Educação de Adultos (Grale III, na sigla em inglês) para América Latina e Caribe é apresentado na manhã desta quarta-feira, 15, no auditório do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).






A evidência científica é robusta: a pobreza e a desigualdade social prejudicam seriamente a saúde. No entanto, as autoridades de saúde não dão a esses fatores sociais a mesma atenção que dedicam a outros quando tentam melhorar a saúde dos cidadãos. Um estudo sobre 1,7 milhão de pessoas, publicado pela revista médica The Lancet, traz de volta esse problema negligenciado: a pobreza encurta a vida quase tanto quanto o sedentarismo e muito mais do que a obesidade, a hipertensão e o consumo excessivo de álcool. O estudo é uma crítica às políticas da OMS, que não incluiu em sua agenda este fator determinante da saúde — tão importante ou mais do que outros que fazem parte de seus objetivos e recomendações.






O pesquisador Carlos Saldanha, do Laboratório de Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Licts)/Icict, juntamente com o pesquisador da UniRio – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rodrigo Vilani, lançou em dezembro/2016, o livro “Temas e problemas da vida em sociedade no Brasil”, que aborda o papel das ciências na direção da governança ambiental democrática e participativa, analisando grandes problemas nacionais ligados ao meio ambiente, em busca da sustentatibilidade como um modelo de justiça social.






As políticas para controlar o uso do tabaco, entre elas impostos sobre esses produtos e aumento de preços, podem gerar receitas governamentais significativas para o trabalho em saúde e desenvolvimento, segundo novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do National Cancer Institute of the United States of America. Essas medidas podem também reduzir bastante o uso do tabaco e proteger a saúde das pessoas contra os principais assassinos do mundo, como os cânceres e as doenças cardíacas.






O novo mapa da desigualdade brasileira

segunda-feira, 26, dezembro , 2016 por

O Brasil tem um dos mais injustos sistemas tributários do mundo e uma das mais altas desigualdades socioeconômicas entre todos os países. Além disso, os mais ricos pagam proporcionalmente menos impostos do que os mais pobres, criando uma das maiores concentrações de renda e patrimônio do planeta. Essa relação direta entre tributação injusta e desigualdade e concentração de renda e patrimônio é investigada no estudo “Perfil da Desigualdade e da Injustiça Tributária”, produzido pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos com apoio da Oxfam Brasil, Christian Aid e Pão Para o Mundo.






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