Máquinas e robôs ameaçam acesso ao emprego

quarta-feira, 10, abril , 2019 por

Qual a probabilidade de máquinas ou robôs substituírem trabalhadores humanos no Brasil? Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresenta uma estimativa de quais ocupações correm mais ou menos riscos no mercado de trabalho, levando em conta o crescente desenvolvimento das tecnologias. Segundo a pesquisa “Na era das máquinas, o emprego é de quem? Estimação da probabilidade de automação de ocupações no Brasil”, 35 milhões de trabalhadoresformais correm risco de perder seus empregos para a automação até 2050.

Mulheres ainda ganham 20,5% menos que homens

segunda-feira, 11, março , 2019 por

Mesmo com uma leve queda na desigualdade salarial entre 2012 e 2018, as mulheres ainda ganham, em média, 20,5% menos que os homens no país, de acordo com um estudo especial feito pelo IBGE para o Dia Internacional da Mulher, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).






Mudanças climáticas, mosquitos e doenças

segunda-feira, 26, fevereiro , 2018 por

O aumento da temperatura média do planeta, induzido principalmente pela emissão de gases de efeito estufa, deve contribuir para ampliar, no Brasil, a área de distribuição de quatro vírus transmitidos por mosquitos: o Oropouche (OROV), o Mayaro (MAYV), o Rocio (ROCV) e o vírus da encefalite de Saint Louis (SLEV).






Políticas públicas para uma vida saudável

segunda-feira, 23, outubro , 2017 por

As Américas apresentam os maiores níveis de sobrepeso e obesidade do mundo e os níveis mais baixos de atividade física. Esses fatores aumentam o risco de desenvolver doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), principais causas de morte na região.
Para reverter essa tendência e salvar vidas, é necessário que todos os setores do governo — responsáveis por agricultura, comércio e desenvolvimento urbano —promovam políticas públicas coerentes que facilitem ambientes para que a opção saudável seja a mais fácil de se tomar.






Determinantes Sociais da Saúde

segunda-feira, 16, outubro , 2017 por

A análise epidemiológica precisa ser capaz de antecipar problemas, orientar a tomada de decisões pelos gestores públicos e oferecer alternativas e soluções. A afirmação foi feita na noite deste domingo (8) pelo representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Joaquín Molina, durante a abertura do 10º Congresso Brasileiro de Epidemiologia. “É preciso integrar os determinantes sociais da saúde nas nossas análises. Defender e incorporar o enfoque de gênero no nosso dia a dia. E intensificar ainda mais a luta contra a desigualdade e as inequidades em saúde e bem estar, que tanto lastima a todos nós”, disse.






Américas sem tabaco até 2020

segunda-feira, 02, outubro , 2017 por

Autoridades de saúde de alto nível de todas as Américas concordaram nesta quarta-feira (27) em adotar legislação para criar ambientes 100% livres do consumo de tabaco em todos os países da região até 2022. Essa é uma das medidas que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera mais eficaz para o controle da epidemia de tabagismo e prevenção de doenças associadas. Nas Américas, cerca de 17% da população adulta consome tabaco. O controle do tabagismo é um poderoso instrumento para melhorar a saúde e promover os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em particular o Objetivo 3.4, que visa reduzir a mortalidade prematura por doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT) em um terço até 2030. O uso de tabaco é um fator de risco importante para essas enfermidades, incluindo as cardiovasculares e respiratórias crônicas, vários tipos de câncer e diabetes. Na região, as DCNT são responsáveis por 80% de todas as mortes, sendo 35% delas prematuras.






“Mapa da Motorização Individual no Brasil”

segunda-feira, 25, setembro , 2017 por

A crise econômica instalada nos últimos anos não impediu que a motorização individual continuasse crescendo no Brasil, principalmente no conjunto de suas áreas metropolitanas, onde, em 2016, o número de automóveis somou mais de 28,8 milhões e o de motos, 6,6 milhões. Na Semana da Mobilidade e do Dia Mundial sem Carro (22 de setembro), o INCT Observatório das Metrópoles lança a edição atualizada do “Mapa da Motorização Individual no Brasil” a fim de chamar atenção para a persistente primazia das políticas urbanas orientadas para o uso do automóvel, que historicamente relegam as políticas de transporte público de massa. No país como um todo, a frota de automóveis já passa de 61 milhões, quase duas vezes e meia a quantidade que o Brasil tinha em 2001.






Arquitetura para a Saúde

segunda-feira, 28, agosto , 2017 por

A atual lacuna no investimento em infraestrutura de saúde na América Latina e no Caribe é estimada em cerca de 37 bilhões de dólares, e a construção física neste setor deteriora-se a uma taxa maior do que o investimento, segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Além disso, há desafios na capacidade técnica e institucional dos governos para a criação de novas infraestruturas públicas em resposta a uma demanda que excede a capacidade financeira e logística.






Saúde, Trabalho e Ambiente em debate

quarta-feira, 26, julho , 2017 por

Mudança climática, crise hídrica, doenças re-emergentes, trabalho agrícola, violência ocupacional, insalubridade: não são poucos os desafios que o atual sistema produtivo coloca para o campo da Saúde. Eles estão em pauta no número temático da revista Saúde em Debate – Saúde, Trabalho e Ambiente, lançado pelo Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) na última segunda-feira, 24 de julho, na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). Durante o evento, que contou com transmissão on-line pelo Centro de Estudos Estratégicos (CEE-Fiocruz), o debate foi norteado pelas perguntas propostas pelo editorial da publicação: Qual a possibilidade de um pacto social que tire o Brasil da crise? Como construir caminhos alternativos para o país, com justiça social?






Saúde na América Latina

segunda-feira, 24, julho , 2017 por

Repetidas descontinuidades, tendências a pensar a curto prazo para apenas conter emergências, uma relação às vezes tensa e às vezes complementar entre diferentes culturas e, em meio a isso, uma série de práticas e de esforços para se criar uma saúde inclusiva e igualitária: são essas as quatro principais características da história da Saúde na América Latina segundo um de seus maiores especialistas, o historiador peruano Marcos Cueto, professor do Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).






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