Lançamento coletivo da Editora Fiocruz

segunda-feira, 14, agosto , 2017 por

A Editora Fiocruz prepara outro lançamento coletivo. Desta vez, será no dia 16 de agosto, próxima quarta-feira, às 19h. Ao todo, serão lançados nove livros, dentre eles “Brasil Saúde Amanhã: complexo econômico-industrial da saúde”, organizado por Carlos Augusto Grabois Gadelha, Paulo Gadelha, Telma Ruth Pereira e José Noronha, pesquisador do Laboratório de Informação em Saúde (LIS), do Icict.

Caminhos do SUS: ameaças e oportunidades

segunda-feira, 14, agosto , 2017 por

Nelson Rodrigues dos Santos fala sobre os “Caminhos do SUS, até hoje, e a proposta do fim dos blocos: compreendendo a história para inverter ameaças e oportunidades”. O texto foi apresentado na Oficina Regionalização e planejamento ascendente para unificação dos blocos, na tarde do dia 14 de julho, durante o 23º Congresso Conasems – Diálogos no Cotidiano da Gestão

Saúde materno-infantil na América Latina

segunda-feira, 14, agosto , 2017 por

Todos os anos, estima-se que 2,1 mil crianças na América Latina e no Caribe nasçam com HIV ou o contraiam de suas mães; 22,4 mil estejam infectadas com sífilis; cerca de 9 mil nasçam com doença de Chagas; e 6 mil contraiam o vírus da hepatite B. Se não forem detectadas e tratadas a tempo, essas infecções podem causar abortos espontâneos, malformações congênitas, problemas neurológicos e cardíacos, cirrose, câncer de fígado e, em alguns casos, até a morte.

Brasil produzirá medicamento para câncer

segunda-feira, 14, agosto , 2017 por

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), do Governo do Estado, passará a produzir e fornecer ao Sistema Único de Saúde (SUS) o Trastuzumabe, medicamento usado para o tratamento do câncer e que hoje é importado pelo Brasil. O acordo para a transferência de tecnologia foi assinado nesta segunda-feira (7) pelo governador Beto Richa, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, e o secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, João Carlos Gomes, com o laboratório Roche e a empresa brasileira Axis Biotec. Até 2019, o Tecpar será o único fornecedor nacional da medicação. Depois disso, fornecerá 40% da demanda do SUS.

Editorias

“O remédio para a crise pela qual passam o setor Saúde e a sociedade brasileira é o fortalecimento da democracia e da participação social no Sistema Único de Saúde (SUS)”. Com esta convocação, o presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Ronald Ferreira dos Santos, deu início ao seminário “Os desafios para Atenção Básica no SUS”, dia 9 de agosto, na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), que discutiu a revisão da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB). A reunião histórica do CNS no Rio de Janeiro, realizada em meio às comemorações pelo centenário de Oswaldo Cruz, mobilizou mais de mil pessoas, que acompanharam as discussões no auditório, no telão externo e em tempo real pela internet.

CNS se reúne na Fiocruz

segunda-feira, 07, agosto , 2017 por

O Conselho Nacional de Saúde se reunirá fora de Brasília pela primeira vez em sua história. O encontro, que acontecerá entre os dias 9 e 11 de agosto, na Fiocruz, reunirá diversas unidades da Fundação, entre elas a Escola Nacional de Saúde Pública, para discutir temas relevantes e urgentes como a atenção básica, os direitos dos usuários de saúde, o desenvolvimento sustentável, entre outros, além da possibilidade de estreitar laços com os conselheiros, mostrando os produtos e serviços que têm a oferecer ao Sistema Único de Saúde. Também estarão na pauta de discussões a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde e a 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres. “Diante da conjuntura política, de crise institucional, política e econômica do país e de todas as ameaças ao SUS, é muito importante para a Fiocruz sediar uma reunião do Pleno do CNS. A Escola terá a oportunidade de acolher os conselheiros mostrar nossos processos de formação, investigação e nossa área de atenção e serviços”, afirmou o diretor da ENSP/Fiocruz, Hermano Castro.

O fosso do saneamento no Brasil

segunda-feira, 07, agosto , 2017 por

Foi lançado recentemente o primeiro relatório sobre o monitoramento das metas relativas a água e esgotos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Estas metas adotam um conceito de acesso aos serviços mais exigente que o adotado no período dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio ODM/ ONU. Por essa razão, o quadro global exibido, para praticamente todos os países, é muito mais pessimista que aquele apontado em 2015, ano final dos ODM. A mensagem é que nos próximos 15 anos (agora já seriam 13) os países necessitarão se esforçar muito para o cumprimento das metas.

Editorias

Censo 2020

segunda-feira, 07, agosto , 2017 por

De olho na divulgação do Censo Demográfico 2020, o IBGE está propondo uma nova tipologia para a caracterização dos espaços urbanos e rurais. Por essa metodologia, a população urbana do Brasil passa de 84,4% para 76%. Densidade demográfica, localização em relação aos principais centros urbanos e tamanho da população são os critérios fundamentais da metodologia, que ainda está em debate. Assim, a partir do cruzamento dessas variáveis, os municípios se classificariam em cinco tipos: urbano, intermediário adjacente, intermediário remoto, rural adjacente e rural remoto.

Solidariedade para o desenvolvimento sustentável

segunda-feira, 07, agosto , 2017 por

A sabedoria, a experiência, a energia e os ideais dos anciãos e dos jovens são vitais para a realização dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), disse na terça-feira (1) o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmando que juntos eles podem ajudar a quebrar os ciclos de pobreza que têm durado gerações.

Teto de gastos trará retrocesso à Saúde

segunda-feira, 31, julho , 2017 por

Os impactos negativos da Emenda Constitucional 95, mais conhecida como Emenda do Teto de Gastos, foram amplamente discutidos em diversas mesas da 69a Reunião Anual da SBPC. No último dia do evento, no entanto, uma conferência se destacou por apontar os dados em um dos setores mais importantes para o desenvolvimento dos países: a saúde. Junto com educação, a saúde teve um tratamento diferenciado na emenda feita à Constituição Federal. O governo federal divulga que esses setores foram “poupados”, mas o efeito real em relação às políticas públicas que vigiam antes da nova regras é de perda de recursos, como apontou a pesquisadora Fabíola Sulpino Vieira, doutora em Saúde Coletiva e ex-pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), na apresentação dessa sexta-feira, 21.

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