Mais custos com medicamentos

segunda-feira, 02, outubro , 2017 por

Pesquisadores da Escola Nacional Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) lançam, nesta quinta-feira (28/9), um estudo que simula os gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) com os medicamentos usados no tratamento de HIV/Aids e de hepatite C, caso as propostas da União Europeia (UE) para o capítulo de propriedade intelectual do Tratado de Livre Comércio (TLC) sejam aceitas pelos países do Mercosul. O estudo conclui que o governo brasileiro desembolsará um valor adicional de até R$ 1,9 bilhão por ano só com a compra desses medicamentos – uma média de R$ 1,8 bilhão para hepatite C e R$ 142 milhões em antirretrovirais (ARV). A pesquisa foi realizada a partir da análise das compras de 22 ARVs pelo SUS em 2015 e dos três medicamentos para hepatite C adquiridos em 2016. Os valores encontrados no estudo correspondem aos custos anuais do tratamento de aproximadamente 60 mil pessoas com hepatite, com medicamentos de última geração, e mais de 57 mil pacientes com HIV.

Erradicar a raiva até 2030

segunda-feira, 02, outubro , 2017 por

A maior iniciativa mundial de prevenção da raiva foi anunciada nesta sexta-feira (29), Dia Mundial de Combate à Raiva. A iniciativa pretende acabar com as mortes humanas causadas por raiva transmitida por cães até 2030 e colocá-la na lista de doenças prioritárias para organizações internacionais e governos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). “O plano garante o apoio aos países no desenvolvimento de planos nacionais e fornece ferramentas inovadoras de treinamento e educação em redes regionais de combate à raiva”, disse Bernadette Abela-Ridder em comunicado à imprensa, em nome da parceria ‘Unidos Contra a Raiva’.






Fiocruz, futuro e democracia

segunda-feira, 02, outubro , 2017 por

Um posicionamento radical contra as desigualdades na sociedade brasileira e por uma assertividade na ética e no respeito com a coisa pública e com as alteridades nas práticas cotidianas do fazer saúde, ciência e política, culminando numa nova dimensão da cidadania. Com uma fala emocionada e contundente, Gastão Wagner de Sousa Campos, professor titular da

Américas sem tabaco até 2020

segunda-feira, 02, outubro , 2017 por

Autoridades de saúde de alto nível de todas as Américas concordaram nesta quarta-feira (27) em adotar legislação para criar ambientes 100% livres do consumo de tabaco em todos os países da região até 2022. Essa é uma das medidas que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera mais eficaz para o controle da epidemia de tabagismo e prevenção de doenças associadas. Nas Américas, cerca de 17% da população adulta consome tabaco. O controle do tabagismo é um poderoso instrumento para melhorar a saúde e promover os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em particular o Objetivo 3.4, que visa reduzir a mortalidade prematura por doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT) em um terço até 2030. O uso de tabaco é um fator de risco importante para essas enfermidades, incluindo as cardiovasculares e respiratórias crônicas, vários tipos de câncer e diabetes. Na região, as DCNT são responsáveis por 80% de todas as mortes, sendo 35% delas prematuras.






Em pauta, a epidemiologia do envelhecimento

segunda-feira, 25, setembro , 2017 por

As transições epidemiológica e demográfica seguem em curso no planeta e no país, mudando rapidamente a face e a realidade do Brasil. Um dos últimos estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado em 2016, sinaliza que, em 40 anos, a população idosa vai triplicar no país. Em 2010, foram registados 19,6 milhões de idosos, cerca de 10% da população total. A estimativa é que, em 2050, esse número chegue a 66,5 milhões – 29,3%, passando em muito o percentual de crianças. Este é o cenário que movimentará o debate sobre políticas de atenção à população idosa e epidemiologia do envelhecimento no X Congresso Brasileiro de Epidemiologia, que acontece de 07 a 11 de outubro, em Florianópolis (SC).






“Mapa da Motorização Individual no Brasil”

segunda-feira, 25, setembro , 2017 por

A crise econômica instalada nos últimos anos não impediu que a motorização individual continuasse crescendo no Brasil, principalmente no conjunto de suas áreas metropolitanas, onde, em 2016, o número de automóveis somou mais de 28,8 milhões e o de motos, 6,6 milhões. Na Semana da Mobilidade e do Dia Mundial sem Carro (22 de setembro), o INCT Observatório das Metrópoles lança a edição atualizada do “Mapa da Motorização Individual no Brasil” a fim de chamar atenção para a persistente primazia das políticas urbanas orientadas para o uso do automóvel, que historicamente relegam as políticas de transporte público de massa. No país como um todo, a frota de automóveis já passa de 61 milhões, quase duas vezes e meia a quantidade que o Brasil tinha em 2001.






A Região das Américas eliminou o tétano materno e neonatal (TMN), doença que era responsável pela morte de mais de 10.000 recém-nascidos por ano nas Américas. A eliminação da doença foi declarada este ano no Haiti, o que tornou possível alcançar o objetivo regional. O TMN é a sexta doença evitável por vacinação a ser eliminada das Américas, após a erradicação regional da varíola em 1971, da poliomielite em 1994, da rubéola e da síndrome da rubéola congênita em 2015 e do sarampo em 2016.






Fiocruz e MST avaliam projetos para o futuro

segunda-feira, 25, setembro , 2017 por

“Estamos muito honrados de poder construir essa parceria com vocês e queremos cumprimentá-los por essa ousadia histórica de construir uma parceria com setores do movimento popular para a formação de educadores”, comenta Stedile. A presidente da Fundação considera que a parceria com o MST fez avanços importantes e reafirmou o compromisso da instituição com movimentos populares. “Nos últimos anos, vimos grandes mudanças no cenário nacional com o ingresso de jovens militantes na academia, o que representa um passo importante para a construção coletiva de um projeto de país. Como instituição, temos buscado ampliar cada vez mais nossa articulação com movimentos populares para aprofundar nosso diálogo com a sociedade”, explica Nísia Trindade Lima.






Agenda 2030 e o olhar estratégico para o futuro

segunda-feira, 18, setembro , 2017 por

O Brasil caminha a passos lentos para o cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, o conjunto de metas assumidas em 2015 pelos 193 países signatários das Nações Unidas, cujo objetivo é integrar o desenvolvimento econômico, o social e a sustentabilidade, em âmbito global, nacional e local. Ainda assim, o compromisso representa oportunidade ímpar para discutir – e defender – a universalidade e a equidade de políticas sociais, dentre elas, o Sistema Único de Saúde (SUS). Essas são algumas das conclusões do seminário “Saúde, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável”, promovido pela rede Brasil Saúde Amanhã nos dias 11 e 12 de setembro, no Salão de Leitura da Biblioteca de Manguinhos, na Fiocruz. O evento reuniu pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e de diversas unidades e áreas estratégicas da Fiocruz, dentre eles três ex-presidentes da Fundação, em torno de quatro painéis temáticos: Desenvolvimento e Sustentabilidade; Saúde, Ambiente e Sustentabilidade; Desenvolvimento, Saúde e Proteção Social; e Perspectivas e Desafios da Agenda 2030.






A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, assinou na última quinta-feira (31/8), em Brasília, um acordo de cooperação para o compartilhamento de recursos humanos e conhecimentos em Tecnologia da Informação (TI) com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Pelo acordo, as duas instituições se associam para fomentar, coordenar e executar projetos de pesquisa em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde.






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