Realizado em setembro, o seminário “Capacidades estatais para o desenvolvimento em países emergentes: o Brasil em perspectiva comparada”, debateu estratégias para o país a partir das análises de uma pesquisa feita pelo Ipea e pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento (INCT-PPED) e da agenda de políticas públicas do Plano Plurianual 2016-2019.

Ciência e desenvolvimento sustentável na saúde

segunda-feira, 22, setembro , 2014 por

O papel da ciência na promoção da saúde e do desenvolvimento sustentável foi tema de evento científico promovido pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) no último dia 9 de setembro. O “Seminário Internacional Saúde e Sustentabilidade” teve como objetivo consolidar um plano de ação para a Rede Ibero-Americana de Territórios Sustentáveis, Desenvolvimento e Saúde (RIA TSDS), da qual a Fiocruz faz parte e contou com a participação de pesquisadores nacionais e internacionais.

Economia da Saúde em debate, setembro 2014

terça-feira, 16, setembro , 2014 por

Serão realizados na próxima semana, de 24 a 26 de setembro, o XI Encontro Nacional de Economia da Saúde e o VI Congresso de Economia da Saúde da América Latina e do Caribe. Os eventos acontecem simultaneamente, em São Paulo, com o objetivo de difundir o conhecimento científico e tecnológico do campo da Economia da Saúde da América Latina e Caribe. Serão discutidas estratégias sobre como avançar no binômio Saúde / Desenvolvimento, tendo em vista as desigualdades decorrentes da ocupação territorial dos países.

Cobertura Universal de Saúde no Brasil

segunda-feira, 25, agosto , 2014 por

A Organização Pan Americana de Saúde no Brasil finalizou a consulta pública sobre o documento da Estratégia para Cobertura Universal de Saúde (CE154/12). O resultado foi sistematizado em um Relatório Técnico que incorporou as contribuições do país, com o propósito de garantir que a estratégia contemple as necessidades do Brasil e esteja em total consonância com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Ministério da Saúde assinou, no início do mês de agosto, memorando de cooperação na área de saúde com o governo do Japão. O objetivo é fortalecer as relações com o país asiático, um dos mais tradicionais parceiros do Brasil no continente, trazendo resultados positivos para ambos os países. O acordo abrange as áreas de regulação farmacêutica e compartilhamento de conhecimentos e experiência em sistemas públicos de saúde.

De 1980 a 2013, o IDH do Brasil foi o que mais cresceu entre os países da América Latina e do Caribe, com alta acumulada de 36,4%, um crescimento médio anual de 0,95% no período, confirmando uma trajetória de crescimento constante durante as últimas três décadas. Os dados fazem parte do Relatório do Desenvolvimento Humano 2014, lançado pelo PNUD nesta quinta-feira (24/7) em Tóquio, no Japão.

O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, e o reitor da Universidade de Yale (Estados Unidos), Peter Salovey, assinaram no dia 29 de julho, um acordo de cooperação para a criação de uma Aliança para a Saúde Global. O objetivo é a promoção da saúde e da equidade nas Américas e em outras regiões por meio da educação. A iniciativa deve ajudar no enfrentamento dos principais desafios para a saúde, além de desenvolver soluções inovadoras e educar a próxima geração de líderes em Saúde Global.

Políticas públicas para a equidade

segunda-feira, 28, julho , 2014 por

No Brasil para o lançamento do relatório “As origens políticas das iniquidades em saúde: perspectivas de mudança”, a Comissão The Lancet — Universidade de Oslo sobre Governança Global em Saúde reafirma que as iniquidades em saúde têm origem política. Para o presidente da Comissão, reitor da Universidade de Oslo, na Noruega, Ole Petter Ottersen, “As iniquidades não são acidentes. Grande parte delas pode ser resolvida a partir de escolhas políticas. Este é o momento de se discutir e entender as raízes das desigualdades”.

O V Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, divulgado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, aponta os avanços do país em termos de desenvolvimento social. O destaque é para o cumprimento da meta do ODM 4 – referente à redução da mortalidade materna – antes de 2015. Desde a avaliação anterior, em 2010, o Brasil também conseguiu reduzir à metade a percentagem da população sem acesso à água e sem acesso a saneamento.

Segundo pesquisa Vox Populi / CartaCapital, realizada entre 13 e 15 de fevereiro, a precariedade do sistema de saúde é atualmente o principal problema do Brasil: 41% dos entrevistados apontaram a situação dos hospitais e dos postos de saúde do país como principal motivo de preocupação. A preocupação é maior na região sul (46%), entre as mulheres (44%) e nos grupos com menor escolaridade (44%) e menor rendimento (42% entre os que ganham dois salários mínimos). A pesquisa ouviu 2.201 pessoas em 161 municípios de todas as regiões do país.

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